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	<title>Comments on: Uma alternativa ao modelo atual de empacotamento de software?</title>
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	<description>Linux levado a sério desde 1996</description>
	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 14:08:47 +0000</pubDate>
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		<title>By: Usuário Leigo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1508</link>
		<dc:creator>Usuário Leigo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 20:17:12 +0000</pubDate>
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		<description>Já tinha ouvido falar que RPM era padrão, mas nunca entendi exatamente o que isso significa, já que, por exemplo, no Ubuntu, não há um instalador de pacotes RPM, precisando-se usar o alien para recompilar.

Sei que o RPM descende do Red Hat, mas não sabia que ele era anterior ao formato DEB. Afinal, qual a história desses dois formatos?

Bom, considerando que, conforme vc disse, o formato RPM funciona em 90% das distros, também sou a favor de que seja usado pelo Ubuntu, bem como que o Ubuntu disponha de um instalador RPM simples, do tipo duplo-clique, como o instalador de pacotes DEB. Como não sou desenvolvedor, não tenho preferência por um dos dois, mas sim pela facilidade de instalação e distribuição de pacotes.

A propósito, muito bom seu blog. Reflete o que quis dizer anteriormente com "facilidade para o usuário leigo".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já tinha ouvido falar que RPM era padrão, mas nunca entendi exatamente o que isso significa, já que, por exemplo, no Ubuntu, não há um instalador de pacotes RPM, precisando-se usar o alien para recompilar.</p>
<p>Sei que o RPM descende do Red Hat, mas não sabia que ele era anterior ao formato DEB. Afinal, qual a história desses dois formatos?</p>
<p>Bom, considerando que, conforme vc disse, o formato RPM funciona em 90% das distros, também sou a favor de que seja usado pelo Ubuntu, bem como que o Ubuntu disponha de um instalador RPM simples, do tipo duplo-clique, como o instalador de pacotes DEB. Como não sou desenvolvedor, não tenho preferência por um dos dois, mas sim pela facilidade de instalação e distribuição de pacotes.</p>
<p>A propósito, muito bom seu blog. Reflete o que quis dizer anteriormente com &#8220;facilidade para o usuário leigo&#8221;.</p>
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	<item>
		<title>By: tenchi</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1337</link>
		<dc:creator>tenchi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 12:22:37 +0000</pubDate>
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		<description>Usuário Leigo, o Ubuntu certamente é a distro mais popular. Como conseqüencia disto temos que o .deb (sistema da distro) se torne popular também e que muitos pacotes para linux passaram a ser desenvolvidos desta forma.
O problema é que RPM não é padrão. Não é compatível com todas - ou a maioria das - distros. Você pode distribuir um pacote .deb, e ele será utilizado por 60% dos usuários Linux (que usam ubuntu), mas isso deixará 40% dos usuários na mão, pois .deb não funciona em nenhuma outra distro que não seja baseada no debian (ubuntu, kurumin, etc).
Na minha opinião o pessoal da Ubuntu tinha que aumentar a compatibilidade da sua distro com o rpm, que é O padrão, e funciona em 90% das distros. Eu, não por preconceito ao Ubuntu/Debian/Etc não baixo pacotes .deb, quando só existem estes para Linux. 
Eu aplaudo os desenvolvedores que distribuem pacotes rpm genéricos (que não necessitem de pacote específico de distro alguma).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Usuário Leigo, o Ubuntu certamente é a distro mais popular. Como conseqüencia disto temos que o .deb (sistema da distro) se torne popular também e que muitos pacotes para linux passaram a ser desenvolvidos desta forma.<br />
O problema é que RPM não é padrão. Não é compatível com todas - ou a maioria das - distros. Você pode distribuir um pacote .deb, e ele será utilizado por 60% dos usuários Linux (que usam ubuntu), mas isso deixará 40% dos usuários na mão, pois .deb não funciona em nenhuma outra distro que não seja baseada no debian (ubuntu, kurumin, etc).<br />
Na minha opinião o pessoal da Ubuntu tinha que aumentar a compatibilidade da sua distro com o rpm, que é O padrão, e funciona em 90% das distros. Eu, não por preconceito ao Ubuntu/Debian/Etc não baixo pacotes .deb, quando só existem estes para Linux.<br />
Eu aplaudo os desenvolvedores que distribuem pacotes rpm genéricos (que não necessitem de pacote específico de distro alguma).</p>
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		<title>By: Usuário Leigo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1334</link>
		<dc:creator>Usuário Leigo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 06:48:21 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente, é difícil encontrar um meio termo entre a liberdade para o desenvolvedor e a facilidade (por meio de padronização) para o usuário leigo.
Por outro lado, o próprio "mercado" acaba elegendo um padrão.
O que tenho percebido é que alguns softwares distribuídos na net já tem sua versão específica para Ubuntu, junto às versões para Windows e Mac. Um exemplo disso seria o download do cliente da Last.FM, através do site (hoje ele já está incluído no próprio repositório do Ubuntu).

A desgosto dos desenvolvedores que não morrem de amores pelo Ubuntu, esse tipo de popularização é importante para a comunidade de software livre como um todo, pois dá uma direção ao usuário leigo, um ponto de partida. Por exemplo, meu primeiro contato (e de muitas usuários) com software livre foi o Firefox.

Enfim, para o usuário leigo, o importante é se ter um sistema bom, barato e fácil de usar. Esses atributos podem ajudar a disseminar a filosofia do software livre, embora nada tenham a ver com ela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, é difícil encontrar um meio termo entre a liberdade para o desenvolvedor e a facilidade (por meio de padronização) para o usuário leigo.<br />
Por outro lado, o próprio &#8220;mercado&#8221; acaba elegendo um padrão.<br />
O que tenho percebido é que alguns softwares distribuídos na net já tem sua versão específica para Ubuntu, junto às versões para Windows e Mac. Um exemplo disso seria o download do cliente da Last.FM, através do site (hoje ele já está incluído no próprio repositório do Ubuntu).</p>
<p>A desgosto dos desenvolvedores que não morrem de amores pelo Ubuntu, esse tipo de popularização é importante para a comunidade de software livre como um todo, pois dá uma direção ao usuário leigo, um ponto de partida. Por exemplo, meu primeiro contato (e de muitas usuários) com software livre foi o Firefox.</p>
<p>Enfim, para o usuário leigo, o importante é se ter um sistema bom, barato e fácil de usar. Esses atributos podem ajudar a disseminar a filosofia do software livre, embora nada tenham a ver com ela.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Lucas Timm</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1162</link>
		<dc:creator>Lucas Timm</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 15:01:04 +0000</pubDate>
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		<description>Cara, a liberdade pregada é para desenvolvedores. E, enquanto o Linux for um kernel livre, sempre haverá despadronização. Os padrões interessantes pra A não satisfazem a B, e vice versa. Aí que o Linux acontece, na minha opinião, pois a flexibilidade do sistema é total.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara, a liberdade pregada é para desenvolvedores. E, enquanto o Linux for um kernel livre, sempre haverá despadronização. Os padrões interessantes pra A não satisfazem a B, e vice versa. Aí que o Linux acontece, na minha opinião, pois a flexibilidade do sistema é total.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Usuário Leigo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1140</link>
		<dc:creator>Usuário Leigo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 08:24:25 +0000</pubDate>
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		<description>Enfim, acho que a mensagem que tentei passar no post acima é: &lt;strong&gt;DE QUE VALE A LIBERDADE SEM A UNIÃO?&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim, acho que a mensagem que tentei passar no post acima é: <strong>DE QUE VALE A LIBERDADE SEM A UNIÃO?</strong></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Usuário Leigo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1139</link>
		<dc:creator>Usuário Leigo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 08:20:09 +0000</pubDate>
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		<description>Caso a opinião de um usuário leigo tenha alguma relevância (normalmente tem menos do que deveria), devo dizer que, independentemente das questões técnicas ou da jactância de alguns desenvolvedores, que privilegiam sua opinião em relação à popularização do sistema GNU/Linux, a falta de padronização é, em todas as suas expressões, um prejuízo lastimável para a comunidade de software livre, pois deixa de atender às necessidades do usuário final (que quase sempre é um leigo como eu, e não um programador).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caso a opinião de um usuário leigo tenha alguma relevância (normalmente tem menos do que deveria), devo dizer que, independentemente das questões técnicas ou da jactância de alguns desenvolvedores, que privilegiam sua opinião em relação à popularização do sistema GNU/Linux, a falta de padronização é, em todas as suas expressões, um prejuízo lastimável para a comunidade de software livre, pois deixa de atender às necessidades do usuário final (que quase sempre é um leigo como eu, e não um programador).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: timm</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1047</link>
		<dc:creator>timm</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 19:17:00 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;André Machado,&lt;/strong&gt;

Se o foco é a facilidade de uso, acredito sim que seja interessante aumentar o tamanho do pacote de determinado programa. Isso não é nenhum absurdo, mas sim a forma que determinado sistema trabalha com programas. Acredito que o senhor não tenha noção do que seja mercado, pelos seus comentários expostos no tópico, também.

E com relação aos meus SOs virtualizados, o que também não é da sua conta, o Microsoft Windows 2000 AdvancedServer é OEM, o Windows XP Professional, Windows 2000 Professional e Windows Server 2003 Standard são originais, pesquise um pouco sobre os planos de licenciamento da Microsoft para estudantes... O Windows Vista que tenho é pirata sim, ganhei de um amigo, e não tinha o menor peso na consciência de utilizar, excluí para testar o OpenSolaris e não reinstalei. Trabalho com interoperabilidade no meu laboratório VMware, e é minha forma de contribuir com o sistema operacional que uso e tema do meu TCC. Mas como eu já falei, isso não diz respeito a você.

Não irei mais responder comentários seus que, como os aqui apresentados, fogem ao escopo do tópico e partem pra agressões pessoais. Se quiser debater como uma pessoa normal, aparece no IRC, mas já lhe aviso: Será difícil para você, pois terá que lidar com seres inferiores ao seu sublime conhecimento.

Forte abraço,
Lucas Timm.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>André Machado,</strong></p>
<p>Se o foco é a facilidade de uso, acredito sim que seja interessante aumentar o tamanho do pacote de determinado programa. Isso não é nenhum absurdo, mas sim a forma que determinado sistema trabalha com programas. Acredito que o senhor não tenha noção do que seja mercado, pelos seus comentários expostos no tópico, também.</p>
<p>E com relação aos meus SOs virtualizados, o que também não é da sua conta, o Microsoft Windows 2000 AdvancedServer é OEM, o Windows XP Professional, Windows 2000 Professional e Windows Server 2003 Standard são originais, pesquise um pouco sobre os planos de licenciamento da Microsoft para estudantes&#8230; O Windows Vista que tenho é pirata sim, ganhei de um amigo, e não tinha o menor peso na consciência de utilizar, excluí para testar o OpenSolaris e não reinstalei. Trabalho com interoperabilidade no meu laboratório VMware, e é minha forma de contribuir com o sistema operacional que uso e tema do meu TCC. Mas como eu já falei, isso não diz respeito a você.</p>
<p>Não irei mais responder comentários seus que, como os aqui apresentados, fogem ao escopo do tópico e partem pra agressões pessoais. Se quiser debater como uma pessoa normal, aparece no IRC, mas já lhe aviso: Será difícil para você, pois terá que lidar com seres inferiores ao seu sublime conhecimento.</p>
<p>Forte abraço,<br />
Lucas Timm.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: andremachado</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1039</link>
		<dc:creator>andremachado</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 18:31:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1039</guid>
		<description>Concordo com o que o Augusto diz. Em resumo: cada um contribui com o seu jeito. Na própria página da FSF está escrito que uma das formas de ajudar o movimento do software livre é simplesmente... usando software livre!

Mas:

&lt;blockquote&gt;...e de usuários Ubuntu com dual-boot Windows XP pirata...&lt;/blockquote&gt;

Logo, podemos concluir que o Windows Vista e Server 2003 que o senhor utiliza em suas máquinas virtuais são originais, certo? (Claro, ele vai dizer que não é dual boot...)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o que o Augusto diz. Em resumo: cada um contribui com o seu jeito. Na própria página da FSF está escrito que uma das formas de ajudar o movimento do software livre é simplesmente&#8230; usando software livre!</p>
<p>Mas:</p>
<blockquote><p>&#8230;e de usuários Ubuntu com dual-boot Windows XP pirata&#8230;</p></blockquote>
<p>Logo, podemos concluir que o Windows Vista e Server 2003 que o senhor utiliza em suas máquinas virtuais são originais, certo? (Claro, ele vai dizer que não é dual boot&#8230;)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: tenchi</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1035</link>
		<dc:creator>tenchi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 18:01:05 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos Barbosa... Caramba, você leu meus pensamentos. Concordo com exatamente 100% do que disse. Sempre pensei assim. Parece que algumas distros não respeitam mesmo o trabalho dos desenvolvedores, aplicando várias modificações nos programas e colocando os seus direitos e créditos acima dos do desenvolvedor, além dessa questão da extrema fragmentação dos pacotes. Aí pegam e distribuem o programa com outro nome qualquer, ou modificam o código e distribuem com o mesmo nome. Na maioria dos softwares que são livres normalmente este está sob os direitos do autor, e um nome nem sempre é tão livre quanto uma linha de código.
Não digo o Debian, pois mesmo que fragmente os pacotes, ainda mantém uma certa compatibilidade entre os nomes e não modifica muito os pacotes, mas, como você mesmo disse, há o ubuntu e família, que tem o costume de fazer modificações gritantes nos programas, que muitas vezes só servem para criar mais bugs - desculpem, nada contra o ubuntu, pois todas as distros apresentam programas com "defeitos", mas já vi muitos bugs que simplesmente não têm razão para existir, mas existem, no ubuntu.
Por isso que eu sempre gostei do "estilo slackware de fazer as coisas", onde o nome do pacote no site oficial sempre é o nome do pacote binário, a não ser quando há "nomes repetidos", onde há mudanças mínimas, mas nunca uma descaracterização do mesmo.
Mesmo assim não considero realmente - mesmo tendo afirmado isso acima? - que o ubuntu desrespeita o desenvolvedor, até porque vários programas surgiram ou melhoraram muito após a explosão da distro, como o xfce ou mesmo o gnome.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Barbosa&#8230; Caramba, você leu meus pensamentos. Concordo com exatamente 100% do que disse. Sempre pensei assim. Parece que algumas distros não respeitam mesmo o trabalho dos desenvolvedores, aplicando várias modificações nos programas e colocando os seus direitos e créditos acima dos do desenvolvedor, além dessa questão da extrema fragmentação dos pacotes. Aí pegam e distribuem o programa com outro nome qualquer, ou modificam o código e distribuem com o mesmo nome. Na maioria dos softwares que são livres normalmente este está sob os direitos do autor, e um nome nem sempre é tão livre quanto uma linha de código.<br />
Não digo o Debian, pois mesmo que fragmente os pacotes, ainda mantém uma certa compatibilidade entre os nomes e não modifica muito os pacotes, mas, como você mesmo disse, há o ubuntu e família, que tem o costume de fazer modificações gritantes nos programas, que muitas vezes só servem para criar mais bugs - desculpem, nada contra o ubuntu, pois todas as distros apresentam programas com &#8220;defeitos&#8221;, mas já vi muitos bugs que simplesmente não têm razão para existir, mas existem, no ubuntu.<br />
Por isso que eu sempre gostei do &#8220;estilo slackware de fazer as coisas&#8221;, onde o nome do pacote no site oficial sempre é o nome do pacote binário, a não ser quando há &#8220;nomes repetidos&#8221;, onde há mudanças mínimas, mas nunca uma descaracterização do mesmo.<br />
Mesmo assim não considero realmente - mesmo tendo afirmado isso acima? - que o ubuntu desrespeita o desenvolvedor, até porque vários programas surgiram ou melhoraram muito após a explosão da distro, como o xfce ou mesmo o gnome.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Augusto Campos</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1034</link>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 17:59:38 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote&gt;
Como se um milhão de usuários-porta, arrastadores de mouse que não mexem um dedo para ajudar com o desenvolvimento, fossem ajudar a comunidade a “crescer”.

Colocar pesos-mortos na comunidade não vai fazer ela “crescer”.
&lt;/blockquote&gt;

Para mim, os usuários não-técnicos, interessados apenas em usar o sistema, mesmo que não tenham interesse em contribuir para o seu desenvolvimento, são mais do que bem-vindos. 

Os usuários técnicos e com participação comunitária são importantes, mas isso não significa exclusão ou menosprezo pelos demais, sob o meu ponto de vista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>
Como se um milhão de usuários-porta, arrastadores de mouse que não mexem um dedo para ajudar com o desenvolvimento, fossem ajudar a comunidade a “crescer”.</p>
<p>Colocar pesos-mortos na comunidade não vai fazer ela “crescer”.
</p></blockquote>
<p>Para mim, os usuários não-técnicos, interessados apenas em usar o sistema, mesmo que não tenham interesse em contribuir para o seu desenvolvimento, são mais do que bem-vindos. </p>
<p>Os usuários técnicos e com participação comunitária são importantes, mas isso não significa exclusão ou menosprezo pelos demais, sob o meu ponto de vista.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: andremachado</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1033</link>
		<dc:creator>andremachado</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 17:57:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1033</guid>
		<description>Pois bem, Sr. Timm, parece que é o senhor que precisa reler os meus comentários. Caso o senhor não tenha percebido, o Mac e o Windows fizeram sucesso não porque eles têm o sistema de empacotamento mais bem desenvolvido e inteligente do mundo mas, sim, por que neles os programas &lt;b&gt;funcionam&lt;/b&gt;. É claro que o fato dos programas no Mac serem monstruosamente maiores que o necessário é uma desvantagem: para se ter uma idéia, o instalador do Firefox para Windows tem mais ou menos 5MB; o do Linux, 8MB e o do Mac, &lt;b&gt;18MB&lt;/b&gt; mais ou menos. Claro que isso é um absurdo, mas pelo menos o usuário de Mac saberá que seu Firefox funcionará em seu Mac e em qualquer outro. Já com o empacotamento do Linux, não posso dizer o mesmo.

&lt;blockquote&gt;E, segundo a carta do Mr. Linus, o Linux é um sistema feito de hackers pra hackers. &lt;/blockquote&gt;

E, segundo Bill Gates, "A internet é apenas uma moda passageira". Não estamos lidando com opiniões pessoais, estamos lidando com mercado. Se você acha que os usuários que têm Ubuntu e Windows são um peso morto, bom pra você. Em breve, eles não serão mais. O Windows é pirata mas pelo menos eles estão usando e conhecendo uma distribuição Linux, preparando-se, assim, para o mercado de trabalho, que está começando a exigir conhecimentos nesta plataforma também. Ou será que quando o senhor usou sua primeira distribuição você já sabia recompilar o kernel?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois bem, Sr. Timm, parece que é o senhor que precisa reler os meus comentários. Caso o senhor não tenha percebido, o Mac e o Windows fizeram sucesso não porque eles têm o sistema de empacotamento mais bem desenvolvido e inteligente do mundo mas, sim, por que neles os programas <b>funcionam</b>. É claro que o fato dos programas no Mac serem monstruosamente maiores que o necessário é uma desvantagem: para se ter uma idéia, o instalador do Firefox para Windows tem mais ou menos 5MB; o do Linux, 8MB e o do Mac, <b>18MB</b> mais ou menos. Claro que isso é um absurdo, mas pelo menos o usuário de Mac saberá que seu Firefox funcionará em seu Mac e em qualquer outro. Já com o empacotamento do Linux, não posso dizer o mesmo.</p>
<blockquote><p>E, segundo a carta do Mr. Linus, o Linux é um sistema feito de hackers pra hackers. </p></blockquote>
<p>E, segundo Bill Gates, &#8220;A internet é apenas uma moda passageira&#8221;. Não estamos lidando com opiniões pessoais, estamos lidando com mercado. Se você acha que os usuários que têm Ubuntu e Windows são um peso morto, bom pra você. Em breve, eles não serão mais. O Windows é pirata mas pelo menos eles estão usando e conhecendo uma distribuição Linux, preparando-se, assim, para o mercado de trabalho, que está começando a exigir conhecimentos nesta plataforma também. Ou será que quando o senhor usou sua primeira distribuição você já sabia recompilar o kernel?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Renan</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1030</link>
		<dc:creator>Renan</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 17:47:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1030</guid>
		<description>&lt;blockquote cite&gt;Se há uma nova leva de usuários pouco experientes usando Ubuntu, isso é bom, pois ninguém nasce sabendo e as dúvidas deles sao naturais, como as que o senhor teve da primeira vez que usou Linux.&lt;/blockquote&gt;

E a maioria esmagadora das dúvidas de novatos podem ser respondidas com alguns minutos de pesquisa ou de raciocínio lógico.

&lt;blockquote&gt;Pensamentos como o do Sr. Timm, que dizem que Linux nao é para arrastadores de mouse, simplesmente contribuem para que a comunidade fique estagnada e desunida, inibindo seu crescimento. &lt;/blockquote&gt;

Como se um milhão de usuários-porta, arrastadores de mouse que não mexem um dedo para ajudar com o desenvolvimento, fossem ajudar a comunidade a "crescer".

Colocar pesos-mortos na comunidade não vai fazer ela "crescer".

E pra mim, se o cara não tem interesse em conhecer e aprender a usar Linux, &lt;b&gt;que fique no Windows&lt;/b&gt;, pois não está perdendo nada, &lt;b&gt;e que não viva de trollar&lt;/b&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote cite><p>Se há uma nova leva de usuários pouco experientes usando Ubuntu, isso é bom, pois ninguém nasce sabendo e as dúvidas deles sao naturais, como as que o senhor teve da primeira vez que usou Linux.</p></blockquote>
<p>E a maioria esmagadora das dúvidas de novatos podem ser respondidas com alguns minutos de pesquisa ou de raciocínio lógico.</p>
<blockquote><p>Pensamentos como o do Sr. Timm, que dizem que Linux nao é para arrastadores de mouse, simplesmente contribuem para que a comunidade fique estagnada e desunida, inibindo seu crescimento. </p></blockquote>
<p>Como se um milhão de usuários-porta, arrastadores de mouse que não mexem um dedo para ajudar com o desenvolvimento, fossem ajudar a comunidade a &#8220;crescer&#8221;.</p>
<p>Colocar pesos-mortos na comunidade não vai fazer ela &#8220;crescer&#8221;.</p>
<p>E pra mim, se o cara não tem interesse em conhecer e aprender a usar Linux, <b>que fique no Windows</b>, pois não está perdendo nada, <b>e que não viva de trollar</b>.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Marcos Barbosa</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1023</link>
		<dc:creator>Marcos Barbosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 15:40:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1023</guid>
		<description>Seria uma coisa muito interessante (mas não tenho certeza se encaixa na discussão) se os empacotadores respetassem mais o desenvolvedor. Não sou desenvolvedor, mas acho um abuso as modificaçõe feitas pelos empacotadores (como no Debian, em que um pacote é divido em um monte de pequenos pacotinhos) e até no código algumas vezes (como é feito pelo Ubuntu). Isso acaba deturpando a obra do desenvolvedor. Se Leonardo Da Vinci pedisse para pendurar a Mona Lisa, com uma moldura simples, você faria isso ou pintaria um bigode e depois cortaria em sei lá quantos pedaços e emolduraria cada pedaço? Não ficaria estranho? Minha idéia é o conceito (que não sei se existe, se não existe fui eu que criei) "one source = one package". Isso significa que para cada fonte compactada, será gerado um pacote. Um exemplo                        : O X.org é dividido em vários fontes, o que permite gerar vários pequenos pacotes. Os desenvolvedores do X.org quiseram assim, então vamos respeitar a vontade deles. Se o autor produzir apenas um fonte, gere apenas um pacote. Imagine os fontes "tool kits" (também não sei se esse conceito existe. Se não existir é meu), fontes com várias pequenas ferramentas para um tipo de atividade (como configurar o frame buffer, por exemplo). Imagine se cada ferramenta ficasse separada. Então você tem o FBTK (FrameBuffer ToolKit) com "comando1 comando2 comando3". Agora imagine se fosse criado cada pacote fbtk-comando1... fbtk-comando2... Era para ser um toolkit, mas deixa de ser por causa da divisão de pacotes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Seria uma coisa muito interessante (mas não tenho certeza se encaixa na discussão) se os empacotadores respetassem mais o desenvolvedor. Não sou desenvolvedor, mas acho um abuso as modificaçõe feitas pelos empacotadores (como no Debian, em que um pacote é divido em um monte de pequenos pacotinhos) e até no código algumas vezes (como é feito pelo Ubuntu). Isso acaba deturpando a obra do desenvolvedor. Se Leonardo Da Vinci pedisse para pendurar a Mona Lisa, com uma moldura simples, você faria isso ou pintaria um bigode e depois cortaria em sei lá quantos pedaços e emolduraria cada pedaço? Não ficaria estranho? Minha idéia é o conceito (que não sei se existe, se não existe fui eu que criei) &#8220;one source = one package&#8221;. Isso significa que para cada fonte compactada, será gerado um pacote. Um exemplo                        : O X.org é dividido em vários fontes, o que permite gerar vários pequenos pacotes. Os desenvolvedores do X.org quiseram assim, então vamos respeitar a vontade deles. Se o autor produzir apenas um fonte, gere apenas um pacote. Imagine os fontes &#8220;tool kits&#8221; (também não sei se esse conceito existe. Se não existir é meu), fontes com várias pequenas ferramentas para um tipo de atividade (como configurar o frame buffer, por exemplo). Imagine se cada ferramenta ficasse separada. Então você tem o FBTK (FrameBuffer ToolKit) com &#8220;comando1 comando2 comando3&#8243;. Agora imagine se fosse criado cada pacote fbtk-comando1&#8230; fbtk-comando2&#8230; Era para ser um toolkit, mas deixa de ser por causa da divisão de pacotes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: timm</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1019</link>
		<dc:creator>timm</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 14:16:02 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;André Machado,&lt;/strong&gt;

Você não entendeu o escopo da idéia do autor, leia de novo o texto mais algumas vezes, quem sabe entre na cabeça do ser auto-intitulado superior, o qual você diz ser.

&lt;blockquote cite="andremachado"&gt;Pensamentos como o do Sr. Timm, que dizem que Linux nao é para arrastadores de mouse, simplesmente contribuem para que a comunidade fique estagnada e desunida, inibindo seu crescimento. Se há uma nova leva de usuários pouco experientes usando Ubuntu, isso é bom, pois ninguém nasce sabendo e as dúvidas deles sao naturais, como as que o senhor teve da primeira vez que usou Linux. Nem todo mundo gosta de ficar catando dependencias, caso o senhor nao saiba, e o NNF ou os pacotes estáticos do Mac sao o seu motivo de sucesso. Leve seus comentários conservadores e preconceituosos para o MeioBit, onde há um público cego para ovacioná-los.&lt;/blockquote&gt;

Primeiramente, seu comentário aqui foi desnecessário. Eu não saio te atacando nos teus posts, por mais infelizes que eles sejam. Desca da sua pose de pseudo-moralista-intelectual e vá estudar um pouco sobre plataformas, seus comentários melhorariam bastante. Lembra também, um dia que eu disse que sempre saberia o que esperar de você? Pois é, tinha certeza que o senhor também iria postar nesse tópico me atacando. Conheço pessoas como você, e sou imune a isso, já aviso!

Com relação ao Post, sou da opinião que o Linux &lt;strong&gt;pode&lt;/strong&gt; ser utilizado por usuários finais, mas a maioria dos usuários finais não conseguiria usar Linux. Queira você ou não, os usuários gostam do MS Windows, que ao contrário do que muitos dizem, ele não é de todo mal e garante as funcionalidades básicas do SO de maneira fácil e intuitiva pro usuário.

E, segundo a carta do Mr. Linus, o Linux é um sistema feito de hackers pra hackers. A própria GPL mesmo, que "garante a liberdade" do software, é feita pensando no desenvolvedor-usuário, não no usuário final. Quem usa Linux, por mais que algumas distribuições tentam provar o contrário, em tese, deve destrinchar o Google quando o sistema não funciona adequadamente ou alguma configuração é necessária. Usuários finais não gostam disso. O sistema dá problema, reinstala e ele funciona de novo. Independente da plataforma, Linux ou Windows.

Se o caboclo quer um sistema fácil, que funcione de primeira, que não precise catar dependências, que tenha todos os softwares que ele precise, esse SO já existe! E se chama MS Windows. Não é interessante usar Linux em muitos casos, e de usuários Ubuntu com dual-boot Windows XP pirata, que não contribuem em nada, não relatam experiências em artigos, não empacotam pacotes e colam linhas achadas em fóruns em seus terminais ao invés de digitar comandos (pois tem ojeriza à modo texto), já temos demais, e sou da opinião que são peso morto apesar da grande quantidade. Deveriam sim usar Windows. Mas é claro, essa é a minha opinião e a de muitos, mas tem gente que jura de pé junto que o Linux tá pronto e serve pra qualquer parada, vai entender...

E por último, com relação ao MeioBit, por que vossa senhoria não posta lá, pois &lt;strong&gt;sempre lê aquilo que eu escrevo&lt;/strong&gt;? O senhor deveria abrir um fã clube para minha pessoa, afinal, onde eu estou presente você também está... Vai entender!


Abraço,
Lucas Timm.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>André Machado,</strong></p>
<p>Você não entendeu o escopo da idéia do autor, leia de novo o texto mais algumas vezes, quem sabe entre na cabeça do ser auto-intitulado superior, o qual você diz ser.</p>
<blockquote cite="andremachado"><p>Pensamentos como o do Sr. Timm, que dizem que Linux nao é para arrastadores de mouse, simplesmente contribuem para que a comunidade fique estagnada e desunida, inibindo seu crescimento. Se há uma nova leva de usuários pouco experientes usando Ubuntu, isso é bom, pois ninguém nasce sabendo e as dúvidas deles sao naturais, como as que o senhor teve da primeira vez que usou Linux. Nem todo mundo gosta de ficar catando dependencias, caso o senhor nao saiba, e o NNF ou os pacotes estáticos do Mac sao o seu motivo de sucesso. Leve seus comentários conservadores e preconceituosos para o MeioBit, onde há um público cego para ovacioná-los.</p></blockquote>
<p>Primeiramente, seu comentário aqui foi desnecessário. Eu não saio te atacando nos teus posts, por mais infelizes que eles sejam. Desca da sua pose de pseudo-moralista-intelectual e vá estudar um pouco sobre plataformas, seus comentários melhorariam bastante. Lembra também, um dia que eu disse que sempre saberia o que esperar de você? Pois é, tinha certeza que o senhor também iria postar nesse tópico me atacando. Conheço pessoas como você, e sou imune a isso, já aviso!</p>
<p>Com relação ao Post, sou da opinião que o Linux <strong>pode</strong> ser utilizado por usuários finais, mas a maioria dos usuários finais não conseguiria usar Linux. Queira você ou não, os usuários gostam do MS Windows, que ao contrário do que muitos dizem, ele não é de todo mal e garante as funcionalidades básicas do SO de maneira fácil e intuitiva pro usuário.</p>
<p>E, segundo a carta do Mr. Linus, o Linux é um sistema feito de hackers pra hackers. A própria GPL mesmo, que &#8220;garante a liberdade&#8221; do software, é feita pensando no desenvolvedor-usuário, não no usuário final. Quem usa Linux, por mais que algumas distribuições tentam provar o contrário, em tese, deve destrinchar o Google quando o sistema não funciona adequadamente ou alguma configuração é necessária. Usuários finais não gostam disso. O sistema dá problema, reinstala e ele funciona de novo. Independente da plataforma, Linux ou Windows.</p>
<p>Se o caboclo quer um sistema fácil, que funcione de primeira, que não precise catar dependências, que tenha todos os softwares que ele precise, esse SO já existe! E se chama MS Windows. Não é interessante usar Linux em muitos casos, e de usuários Ubuntu com dual-boot Windows XP pirata, que não contribuem em nada, não relatam experiências em artigos, não empacotam pacotes e colam linhas achadas em fóruns em seus terminais ao invés de digitar comandos (pois tem ojeriza à modo texto), já temos demais, e sou da opinião que são peso morto apesar da grande quantidade. Deveriam sim usar Windows. Mas é claro, essa é a minha opinião e a de muitos, mas tem gente que jura de pé junto que o Linux tá pronto e serve pra qualquer parada, vai entender&#8230;</p>
<p>E por último, com relação ao MeioBit, por que vossa senhoria não posta lá, pois <strong>sempre lê aquilo que eu escrevo</strong>? O senhor deveria abrir um fã clube para minha pessoa, afinal, onde eu estou presente você também está&#8230; Vai entender!</p>
<p>Abraço,<br />
Lucas Timm.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Alexandre</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1013</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 12:43:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/uma-alternativa-ao-modelo-atual-de-empacotamento-de-software/#comment-1013</guid>
		<description>Um dos quesitos que motivaram Linus a criar o Linux foi justamente fazer algo melhor do que já existia. Quando o Linux nasceu, ele era basicamente um sistema criado por programadores e para programadores, muitos anos depois, ele se torna uma das aplicações mais populares do mundo, em todos os cantos do planeta se fala sobre Linux, bem ou mal, não importa nem quero entrar nesse detalhe, mas o fato é que as pessoas comuns ou usuários comuns, estão cada vez mais usando o S.O. e seus aplicativos, também é certo e conhecido de que um programador com  a sua boa vontade e com seu conhecimento possa estar criando softwares livres da forma e maneira como bem lhe agrada, nada existe de fato para que ele tenha que fazer a instalação de seu sistema da forma a ou b, certo, assim como não tem como impedir ou mesmo fazer o planeta entrar em um acordo único e geral de que toda a estrutura de arquivos e diretórios dos sistemas Unix-like seja idênticas, entretanto, assim como o autor do posto original, e como um amante dos sistemas linux, acredito que seria importante cada vez mais pessoas estarem chamando atenção para essa questão, pois seria realmente maravilhoso um processo de instalação baseado no next.... next... next e done. Sei que instalação de programas é coisa do admin, sei que isso poderia comprometer a segurança do sistema, sei que isso não permite um melhor estudo e aprendizado do código, mas também sei que existe demanda para isso e que tem milhões de usuários ansiosos por isso no Linux, também sei de que já existe uma tentativa de se fazer isso com os pacotes pré-compilados, mas chamo a atenção dos grandes desenvolvedores de aplicações e dos admin do kernel do linux e da comunidade inteira, para juntos, podermos estar pensando em algo que possa atender esse público, que seja algo perto do que já existe no Ubuntu e em muitas aplicações desktop como a ferramenta que instala programas com apenas um clique do mouse escolhendo-as no repositório oficial, mas penso em algo maior, mais maleável, algo que possa ser baixado da net e simplesmente instalado na sua máquina. Isso seria sem dúvida nenhuma muito interessante. Bem, fica aqui o meu post para as suas apreciações. Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos quesitos que motivaram Linus a criar o Linux foi justamente fazer algo melhor do que já existia. Quando o Linux nasceu, ele era basicamente um sistema criado por programadores e para programadores, muitos anos depois, ele se torna uma das aplicações mais populares do mundo, em todos os cantos do planeta se fala sobre Linux, bem ou mal, não importa nem quero entrar nesse detalhe, mas o fato é que as pessoas comuns ou usuários comuns, estão cada vez mais usando o S.O. e seus aplicativos, também é certo e conhecido de que um programador com  a sua boa vontade e com seu conhecimento possa estar criando softwares livres da forma e maneira como bem lhe agrada, nada existe de fato para que ele tenha que fazer a instalação de seu sistema da forma a ou b, certo, assim como não tem como impedir ou mesmo fazer o planeta entrar em um acordo único e geral de que toda a estrutura de arquivos e diretórios dos sistemas Unix-like seja idênticas, entretanto, assim como o autor do posto original, e como um amante dos sistemas linux, acredito que seria importante cada vez mais pessoas estarem chamando atenção para essa questão, pois seria realmente maravilhoso um processo de instalação baseado no next&#8230;. next&#8230; next e done. Sei que instalação de programas é coisa do admin, sei que isso poderia comprometer a segurança do sistema, sei que isso não permite um melhor estudo e aprendizado do código, mas também sei que existe demanda para isso e que tem milhões de usuários ansiosos por isso no Linux, também sei de que já existe uma tentativa de se fazer isso com os pacotes pré-compilados, mas chamo a atenção dos grandes desenvolvedores de aplicações e dos admin do kernel do linux e da comunidade inteira, para juntos, podermos estar pensando em algo que possa atender esse público, que seja algo perto do que já existe no Ubuntu e em muitas aplicações desktop como a ferramenta que instala programas com apenas um clique do mouse escolhendo-as no repositório oficial, mas penso em algo maior, mais maleável, algo que possa ser baixado da net e simplesmente instalado na sua máquina. Isso seria sem dúvida nenhuma muito interessante. Bem, fica aqui o meu post para as suas apreciações. Obrigado.</p>
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