RIAA desiste de continuar a processar usuários de P2P e fecha acordo com provedores
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Curiosamente, os êmulos brasileiros da RIAA se anteciparam a essa mesma conclusão, como vimos em outubro na nota “Associação brasileira desiste de perseguir usuários de P2P“.
Wall Street Journal revela mudança de estratégia após associação processar 35 mil por compartilhamento ilegal de músicas.
A Recording Industry Association of America (RIAA), que processou, desde 2003, 35 mil pessoas que compartilham músicas ilegalmente pela web, decidiu parar de direcionar as ações judiciais aos usuários.
Para combater a pirataria musical online por redes P2P, o órgão fechou acordos com os provedores de internet, afirma reportagem do Wall Street Journal.
No acordo, a RIAA deve enviar um e-mail aos provedores quando descobrir algum de seus clientes compartilhando músicas ilegalmente com outros usuários.
Dependendo do tipo de acordo, o provedor poderá notificar os usuários ou alertar que eles ‘parecem estar fazendo downloads ilegais’, e pedir que parem. Caso o compartilhamento de arquivos continue, serão enviados mais alguns e-mails e a velocidade da conexão diminuirá. Na persistência, o acesso será cortado.
A RIAA se recusou a revelar com quais provedores fechou acordos. (via idgnow.uol.com.br)
Saiba mais (idgnow.uol.com.br).
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Mais coerente e eficiente. E óbvio também.
Complicado. Quando os usuários assinam um provedor de Internet, acabam aceitando um contrato que dá direitos e deveres à empresa e ao usuário. E, até onde sei, nenhum contrato de serviço de Internet fala que a velocidade de conexão diminuirá por causa de um conteúdo que o usuário baixou (a limitação vem pela quantidade de conteúdo que você baixa, e não pela qualidade do mesmo).
Sinto que, se alguém entrar na justiça dos EUA contestando isso, a RIAA mudará alguma legislação para legitimar seus atos.
Ah, e feliz natal a todos!
Hmmm…
Impedir o acesso à internet a pretexto de defender uma pobre associação…
Se dá o primeiro passo para a censura da web…