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Privacidade na Internet - parte 1

“”Nos últimos meses muito se tem falado sobre o projeto de lei que atribui ao provedor de acesso a responsabilidade pelo que é trafegado no meio lógico da internet sobre o seu meio físico de acesso. É a chamada lei do provedor dedo duro. O que está sendo colocado em questão é a a privacidade daqueles que utilizam a rede. Motivado por este tema e preocupado com a minha privacidade comecei a pesquisar sobre as maneiras que temos disponíveis de utilizar a internet, trocar informações, dados e etc mantendo nossa privacidade. Esse é o primeiro de uma série de textos que pretendo escrever sobre o assunto privacidade na internet. (…)””

Enviado por Bruno Ribeiro da Silva (contatoΘbrunoribeiro·org) - referência (blog.brunoribeiro.org).

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5 Comentários para “Privacidade na Internet - parte 1”

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  1. a (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 10:23 am

    o pro é se eu vizinho ou uma empresa concorrente tem acesso as seus dados, mas a policia sob um mandato judicial ta certo, é o preço de se viver em sociedade.

  2. Bruno Ribeiro da Silva (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 11:07 am

    Concordo que a polícia apoiada pelo judicial deve poder fazer suas investigações, até porque os criminosos tem que pagar pelos seus crimes, o problema é colocar a responsabilidade no provedor em denunciar qualquer ato ilícito sendo realizado sob seu domínio, com pena de grandes multas (2 à 100 mil reais) em caso de omissão. O que o provedor vai fazer para evitar? Ler seus e-mails? Ficar monitorando todo o conteúdo que você transfere? Percebe que isto é um passo para acabar com a privacidade em tudo que você fizer na Internet?

  3. sandro (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 11:22 am

    Eu acho como em qualquer investigação somente se deve começar a guardar as informações apos mandatado não antes dele, como em qualquer investigação

  4. Rafael (usuário não registrado) em 7/07/2008 às 10:12 pm

    Concordo com o Sandro, seria a mesma coisa que mandassem grampear todos os telefones e armazenar todas as conversas, simplesmente é fisicamente e financeiramente impossível(imagine quantos terabytes circulam por um provedor diariamente), agora a idéia de “grampear” os dados da conexão de tal individuo com ordem judicial sim é totalmente aceitável.
    Isso me lembra aquele filme com o Will Smith “Inimigo do Estado” é um bom filme, que tem como base a privacidade das pessoas.

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