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Positivo está surpresa com notícias do cancelamento do pregão do laptop educacional

Continuando com a ciranda de notícias sobre a decisão do governo de cancelar o pregão do laptop educacional, realizado em dezembro, quarta-feira foi a vez da Info.

Não surgiram novos detalhes sobre o cancelamento (até agora não confirmado oficialmente), mas há algum detalhamento extra sobre a diferença do preço do laptop oferecido ao Uruguai e a do Brasil. O preço brasileiro precisa incluir o custo de uma série de itens adicionais (todos positivos, mas também custosos) definidos no edital do MEC:

Ao contrário do Uruguai, o Brasil exige que as máquinas sejam fabricadas localmente, pede garantia de 3 anos e determina que o fabricante monte redes em escolas públicas e treine professores. No Uruguai, o pagamento ao vencedor do contrato é à vista. No Brasil, só após a instalação das redes nas escolas e entrega de todos os laptops.

Segundo a notícia, a Positivo Informátiva diz que “foi pega de surpresa” pela decisão do governo e afirma que não foi informada oficialmente sobre o cancelamento do leilão que ela venceu.

Saiba mais (info.abril.com.br).

• Publicado por Augusto Campos em 7/02/2008 às 11:00 am
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Comentários dos leitores para “Positivo está surpresa com notícias do cancelamento do pregão do laptop educacional”

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  1. Henrique Artur Wint (usuário não registrado) em 7/02/2008 às 11:28 am

    Eu acho que o governo esta exigindo coisas demais, querendo preço baixo demais, chegando quase ao ponto do exploramento… Ao invés de gastar dinheiro comprando chocolates finos, aluguéis em hotéis de luxo à beira-mar, eles deveriam tomar vergonha na cara e fazer as coisas corretas de uma vez.

  2. Só um detalhe: A informação de que o imposto sobre esse produto representa “somente” R$45 (divulgado pela FOLHA) ainda é irreal, pois refere-se somente ao imposto sobre o produto final.

    Se querem reduzir o preço, o ideal seria reduzir TODOS os impostos também das matérias primas, como monitor, processador, placa mãe, etc.

    De pouco adianta reduzir o imposto final, se todos os componentes ainda continuam com impostos ELEVADOS.

    Se o país não fabrica processador, memória, HD, etc, então porque devemos restringir a sua compra com impostos abusivos sobre eles?

    O custo-brasil (com “b” minúsculo mesmo) é um absurdo. E ainda acham que restringir a compra de produtos chineses é a solução!

    Att,
    Renato

  3. Fornachari (usuário não registrado) em 7/02/2008 às 12:39 pm

    Eles podiam passar os note no cartão de crédito infinito deles!

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