Positivo está surpresa com notícias do cancelamento do pregão do laptop educacional
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Continuando com a ciranda de notícias sobre a decisão do governo de cancelar o pregão do laptop educacional, realizado em dezembro, quarta-feira foi a vez da Info.
Não surgiram novos detalhes sobre o cancelamento (até agora não confirmado oficialmente), mas há algum detalhamento extra sobre a diferença do preço do laptop oferecido ao Uruguai e a do Brasil. O preço brasileiro precisa incluir o custo de uma série de itens adicionais (todos positivos, mas também custosos) definidos no edital do MEC:
Ao contrário do Uruguai, o Brasil exige que as máquinas sejam fabricadas localmente, pede garantia de 3 anos e determina que o fabricante monte redes em escolas públicas e treine professores. No Uruguai, o pagamento ao vencedor do contrato é à vista. No Brasil, só após a instalação das redes nas escolas e entrega de todos os laptops.
Segundo a notícia, a Positivo Informátiva diz que “foi pega de surpresa” pela decisão do governo e afirma que não foi informada oficialmente sobre o cancelamento do leilão que ela venceu.
Saiba mais (info.abril.com.br).
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Eu acho que o governo esta exigindo coisas demais, querendo preço baixo demais, chegando quase ao ponto do exploramento… Ao invés de gastar dinheiro comprando chocolates finos, aluguéis em hotéis de luxo à beira-mar, eles deveriam tomar vergonha na cara e fazer as coisas corretas de uma vez.
Só um detalhe: A informação de que o imposto sobre esse produto representa “somente” R$45 (divulgado pela FOLHA) ainda é irreal, pois refere-se somente ao imposto sobre o produto final.
Se querem reduzir o preço, o ideal seria reduzir TODOS os impostos também das matérias primas, como monitor, processador, placa mãe, etc.
De pouco adianta reduzir o imposto final, se todos os componentes ainda continuam com impostos ELEVADOS.
Se o país não fabrica processador, memória, HD, etc, então porque devemos restringir a sua compra com impostos abusivos sobre eles?
O custo-brasil (com “b” minúsculo mesmo) é um absurdo. E ainda acham que restringir a compra de produtos chineses é a solução!
Att,
Renato
Eles podiam passar os note no cartão de crédito infinito deles!