Piratas armados com lançadores de granadas são despistados por manobras evasivas
Piratas armados com lançadores de granadas atacaram três embarcações na costa da Somália, mas não conseguiram seqüestrar os navios graças a ação rápida dos marinheiros, informou um oficial da marinha nesta segunda-feira.
Um cargueiro chinês, um navio-tanque de Cingapura e um navio-silo tailandês conseguiram impedir o ataque dos piratas no último fim de semana no Golfo de Aden ao aumentar a velocidade e adotar manobras evasivas, segundo Noel Choong, da Agência Marítima Internacional.
A Somália, que não tem um governo atuante desde 1991, é o líder mundial de ataques de piratas. Os incidentes com os três navios elevou para 44 o número de ataques apenas neste ano. De acordo com Choong, a maioria ocorre no Golfo de Aden. (via noticias.terra.com.br)
Leia também: Some Confusing or Loaded Words and Phrases that are Worth Avoiding - GNU.org.
Saiba mais (noticias.terra.com.br).










estou sem entender rs
o que essa notícia tem haver com informática?
Pô, Augusto. Tu tá pedindo demais da galera aqui.. Se deu cãinbra no cérebro do povo com a piadinha do Bing esse aqui então vai causar enxaquecas.
:-D
Vai causar enxaqueca sim.
Piadas sem graça sempre causam.
Hoje é primeiro de Abril?
8 de Setembro !
hum… estou no site certo? será que caí em um poison cache de dns? :-)
Roubaram o note do Augusto!
Só pode :P
onde é q tem pra baixar? hehehehhehehheh
Essas noticias vão parar no terra tecnologia.
vcs e a falta de noção ao ler as noticias…
(leiam o rodape da noticia……)
Bom, segundo as empresas de software propietario e outras donas de patentes de propiedade intelectual em geral, fazer copias ilegais des seus softwares ou produtos é moralmente equivalente a abordar embarcações em alto mar e sequestrar e assainar pessoas, ha e claro saquear. Para estas empresas ambas as coisas são tão semelhante que eles utilizam o mesmo termo para descrever estes atos, eles chamam de “pirataria”.
Imagino que com esta noticia a MS e outras já devem estar investindo para acabar com a “pirataria”
Desde quando esta notícia é de informática?
Sem noção é a comparação que foi feita.
O termo pirata que foi utilizado remete aos piratas dos mares que tinha no tempo dos navios , epoca do descobrimento do Brasil e até de antes.
O termo pirata é nesse sentido , em relação a saques em auto mar.
Eu não concordo com o termo pirata ou pirataria que é usado em informática.
A grande maioria usa um software não licenciado.
Eu acho que o termo pirataria em informática não é correto.
E a pergunta que não quer calar: e…?
Você não comprar uma copia original é uma coisa, temos ai as redes p2p ou o famoso disk camelo. rs Vc pode pedir que eles te dão qualquer cd ou dvd de qualquer programa.
Apesar que isso é meio mentiroso , pedi uma vez uma copia do SAP e o cara não tinha. :P
Vc não pagar pelo software original não quer dizer que esteja roubando.
Quer dizer que se a pessoa não paga imposto de renda está roubando o governo?
Se a pessoa não paga pelo jogo Fifa 2008 , need for speed e outros jogos , ela está roubando a empresa que fez o software?
Pensar que se vc não comprou uma copia legal , significa que vc está roubando é muito pesado e sem sentido.
Mesmo que o programa seja 100 reais , algumas pessoas ainda sim iriam comprar uma copia ilegal e não original.
Eu sinceramente não concordo com essa comparação feita.
Ainda mais que na maioria dos saques feitos pelos piratas acabava em morte das pessoas do barco atacado.
Ninguem que compra software ilegal matou alguem da Microsoft , Borland , Corel , Adobe e outras ai.
Ou melhor: Stallman e visto tomando banho!
Diz a lenda que ele só toma banho se o dia for divisivel por um numero primo.
To brincando , mas tem um blog realmente do site da Globo que é mais de zuação.
E o autor desse blog é o dono do Kibeloco.
Ai sempre rola uma briguinha entre o dono do Kibeloco e do Cocadaboa.
Esse cara do Kibeloco sempre rouba umas ideias do Cocadaboa.
Pois é, ótima a pergunta que todos estão fazendo ao Augusto: o que é que pirataria tem a ver com software ou informática?
Agora da próxima vez que ouvirem dos meios de comunicação, da ABES ou das autoridades políciais a tentativa de fazer a mesma associação, basta reagir com o mesmo espanto.
Bruno, quem não paga imposto de renda está roubando do governo, roubando do Brasileiro, principalmente o mais pobre que não pode fugir da tributação.
Embora alguns discordem, diferente das empresas de informática que você citou, não é nada interessante para o Brasil que roubem dele. De fato estas empresas são diretamente responsáveis e tomam vantagem da pirataria.
Outro dia vi o windows XP pirata de um colega…, eu VI ele atualizando o sistema no sitio da própria MS…, ai ficou CLARO que a MS SUPORTA E APOIA A PIRATARIA.
Imagine se todo mundo que usasse windows tivesse que pagar, seria o fim da MS, pelo menos do monopólio total.
Só tem uma coisa que não me sai da cabeça, se usar software não-original, não-registrado e obtido através das redes P2P ou do mercado paralelo não é roubo, o que é então?
Roubo é algo bem definido na legislação, Livio, e não inclui diretamente as ações que você mencionou. Este uso indevido é uma violação ao direito autoral, e não roubo, ou alguma categoria de infração dos direitos dos navegantes. Para saber mais, sugiro olhar a Lei N. 10.695, de 2003, que trata do aspecto penal disso. Para os demais aspectos, as Leis 9.609 e 9.610 dão uma boa idéia.
Eventualmente, o que a imprensa costuma chamar de pirataria também é o que se chama de contrafação (especialmente quando há cópias ou “falsificação” envolvidas).
Sobre o governo pode até ser , mas no caso não tem haver com pirataria e sim sobre não pagar impostos.
Eu não concordo que o termo pirataria seja usado em informática.
Porque não concordo, vou dizer.
Na epoca da pirataria que tinha os saques e pilhagem.
Os saques não eram feitos de maneira amiga sem morte,muitas vezes as mortes eram brutais.
Os piratas não roubavam uma vez só , eram varias vezes.
Dúvido que tenha acontecido um saque aonde nenhuma pessoa tenha morrido, tanto do lado dos piratas quanto da embarcação atacada.
Eu sou muito mais dizer que a pessoa está usando software não licenciado e copia não autorizada.
Seria o correto a se afirmar.
Concordo que se a MS estivesse sendo mais dura , ninguem ia ter uma copia ilegal do Windows.
Não creio que seja impossivel fazer um sistema que não seja facil burlar.
Tecnologia pra isso nós temos , uso de criptografia e outras coisas mais. Até se empresas que produz placa-maãe , HD e outros perifericos.
Se fosse tudo feito de forma amarrada para não ter como burlar, ninguem ia usar software não licenciado.
Acabar com isso é facil.
Até mesmo a Apple se bloquear a execução do Mac OS se a maquina não for um Mac, ninguem ia usar copia em maquinas não Apple.
É possivel acabar com isso , as empresas só não fazem por medo da falencia.
O que eu quis dizer foi que às vezes os comentários tais quais os deste post aparentam (veja bem, aparentam) fazer apologia ao que as empresas de software classificam como “pirataria”.
Instalar software comercial adquirido através das redes P2P ou do mercado paralelo não é algo que eu possa chamar de correto.
Convém evidenciar que pessoas suaram muito para criar os softwares, portanto, se alguém usa sem pagar seu preço, este está tirando algo que deveria ser do desenvolvedor, por isso que parece roubo.
Espero não ter sido mal compreendido.
Augusto , mas você não concorda que chamar de pirataria não é correto?
Ninguem rouba um cd ou dvd dessas empresas de softwares.
Alguem que comprou acaba fazendo uma copia e distribuindo, seja em redes p2p ou cd\dvd.
Claro que pode ter um roubo sim , no caso é mais provavel em relação a musicas e filmes.
Existe sim pessoas que estão trabalhando na gravação das midias desses produtos e pode roubar um e vender depois.
Não sei se é o que mais acontece.
Isso que falei da pessoa comprar e colocar em rede p2p, eu sei pq já vi gente fazendo isso.
Pagou uma nota preta e fez uma copia e colocou na rede p2p.
Eu continuo não concordando com o termo de pirataria.
Eu não gosto de chamar de pirataria casos de infração a direitos autorais, Bruno. Mas os dicionários correntes reconhecem este significado, então eu não iria tão longe a ponto de dizer que é errado. Prefiro chamar pelo nome certo, como consta na legislação.
Livio, concordo com você que o direito dos autores deve ser respeitado, na forma definida na legislação.
Mas existe um lucro exorbitante ai.
Vai numa loja que venda DVD ou cd de uma distribuição qualquer de linux.
Ou um cd\dvd do FreeBSD e outros *BSD.
Aproveita e pesquisa se tem um cd do OpenOffice.org ou BrOffice.org.
Depois vai ou até na mesma loja e pergunte o preço do Winodws e do MS Office.
O Windows e o Office são caros não é porque os desenvolvedores deles são mais importantes ou outra coisa nesse nível.
Não quero dizer que o Windows tenha que ter o preço igual ao do Linux.
Quero dizer que o preço é maior do que realmente deveria ser.
Não sou a favor de usar software não licenciado e ilegal.
Mas acho que os programas devem ter um preço justo.
Se der a louca na comunidade e todas as distros em comum acordo começarem a vender o linux por 400 reais?
O linux vale isso tudo?
Pode até ser que se for contabilizar e dá um preço para uma distribuição linux , passe de 200 reais.
Sei que muitos aceitariam pagar o preço.
Lembrei aqui agora , acho que foi da Conectiva que vi isso.
Tinha um logo de pirata e escrito em baixo, esse pode piratiar ou que aconselhava …
Algo assim.
Augusto , para finalizar o assunto.
O que a legislação define sobre essa questão?
Confesso que não entendi qual é o seu ponto. É a preocupação com a possibilidade de todos os distribuidores de Linux se juntarem em um cartel para forçarem preços? Não me parece algo que valha a pena perder nenhum minuto de sono se preocupando.
Ou é o direito de um autor cobrar o preço que desejar pela sua obra, independente do preço de reprodução da mídia? Aí é algo que até se pode questionar, mas o direito do autor fazer isso é real, concreto.
Bruno, sugiro olhar a Lei N. 10.695, de 2003, que trata do aspecto penal disso. Para os demais aspectos, as Leis 9.609 e 9.610 dão uma boa idéia.
Eu sei que isso nunca vai acontecer.
Eu quis mostrar que uma empresa pode colocar o preço alto em seu produto, mais alto do que realmente é.
Claro que nenhuma das distribuições iria fazer algo parecido.
O Windows é bem caro, se o linux estivesse lutando com as mesmas armas e colocando o preço das distribuições lá em cima.
Claro que teria que seer em comum acordo entre todas as distro.
Não sei se o preço cobrado pela mídia é justo.
Não sei se uma distro daria essa informação, mas acho que tem mais pessoas baixando uma ISO e queimando um cd\dvd do que comprando um pacote na loja.
Sobre isso do povo comprar copias ilegais , eu acho que seja mais o problema do preço do que de outro.
Tem versões de Office que é mais cara que um Windows, pode isso?
Não acho que seja correto.
Acho que elas ganham mais dinheiro em relação a suporte, consultoria e treinamentos.
“Acho que elas ganham mais dinheiro em relação a suporte, consultoria e treinamentos.”
Elas aqui são as distribuições.
Eu vi um professor dizendo sobre o Jboss que é muito bom e gratuito.
A dona dele é a Red Hat.
Ela ganha dinheiro com consultoria e treinamento. Sobre suporte eu estou em duvida.
Mas é capaz que o suporte seja cobrado também.
Isso é um exemplo que o dinheiro não precisa ser na venda do produto.
Claro que se a Red hat fosse vender , provavelmente a solução do Jboss seria bem cara.
Se a Microsoft vendesse o Windows e Office por um preço justo e o suporte for também cobrado.
Talvez não tivesse tantas copias piratas.
No caso dos preços do MS Windows e MS Office, não se trata de ser caro só por ser caro (se bem que MS Office Home & Student por R$200 não é tão caro assim), a MS dá suporte aos seus produtos e isso é uma exigência de quem paga R$1000 pelo pacote MS Office Professional.
Se a MS não desse suporte nem garantia pro MS Windows, ela poderia distribuir gratuitamente, já que os clientes pagantes (grandes corporações e empresas) sustentariam a MS que economizaria muito dinheiro ao não se preocupar com clientes da versão distribuível.
Concordo que há softwares realmente caros, mas quem precisa deles para trabalhar não liga para o preço, pois isso é investimento (com uma ferramenta boa o trabalho rende mais), sem falar que custo com software é deduzido integralmente do imposto de renda (bom pra quem declara).
Na verdade as empresas tendem a colocar nos produtos o preço que acreditam que irá lhe maximizar o rendimento, considerando o valor intrínseco do produto e, principalmente, o preço que os consumidores estarão dispostos a pagar, e o preço praticado pela concorrência e possíveis substitutos.
http://www.ex-parrot.com/~chris/sucks/piracy.htm
:)
Peço aos senhores - e senhoras, é claro - presentes que me deixem viajar um pouco…
Ao meu ver, o problema da pirataria - porque sou tão chato ao ficar sempre repetindo isto? - é que as empresas tratam os novos produtos - softwares, músicas, imagens, etc - como se fossem coisas mensuráveis.
Por exemplo, empresas que produzem circuitos integrados, memórias, etc, normalmente obtêm margens de lucros mínimas (menos de 10% - carece de fontes), por isso a produção deve se dar em grande escala.
Pense na produção de um software. Sendo algo não mensurável, sua multiplicação não implica em maior consumo de matéria prima ou esforço em confeccionar em qualquer quantidade que seja.
Se eu tenho no HD um programa A, tanto faz eu ter uma, duas, três, um milhar de cópias do mesmo programa. Simplesmente não existe um quilo ou um metro de Windows XP.
Mas hoje ainda se vê software como se fosse um produto físico: como se houvesse custos na multiplicação de um determinado produto.
Há custos? São maiores ou menores do que um produto real? Sim, há custos. Programas são feitos por pessoas. Muitos se esforçaram para construir o Windows (mesmo às vezes penso que tenha sido um esforço em vão… hauahau). Como disse antes, um programa de computador trata-se de conhecimento puro: que é a única coisa que a civilização produziu até hoje. Não produzimos nada físico. Tudo, sapatos, carros, computadores, são nada menos que o produto da aplicação do conhecimento (o metal utilizado para produzir o carro sempre existiu, mas foi o conhecimento humano que transformou aquele monte de metais no que chamamos de carro, mas que no fundo, ainda é um amontoado de ferro, borracha e plástico, todos estes ainda produtos da aplicação do conhecimento na transformação da matéria (petróleo em plástico, etc). O carro só existe assim que o vemos como um carro (poderia ser um grande peso de papel?)).
Já um software não tem este problema. Mas esta visão dos “fabricantes” de software os faz agirem de forma a manter o velho conceito, impondo limitações bestas para que o usuário fique limitado àquela solução.
Já contei um “causo” de um colega meu que tinha um iPod Nano? Aconteceu mais ou menos “ansim”: ele tinha um iPod. Ipod Nano. Não um iPod Video; comprou da Apple um… iPod Nano.
Mas porque não é um iPod Video? Ele tem uma telinha de LCD com boa capacidade de exibição, boa capacidade de processamento (um proc arm alguma coisa). Mas porque não tocar vídeo nele? Porque a Apple não quer. Ela vendeu para o meu colega um iPod Nano, e não um iPod Vídeo. Se quiser um Video, que compre um Vídeo! Assim como se ele quiser um Fiat Palio e ter comprado um Fiat 147, que compre o Pálio!
Mas, como disse acima, são coisas diferentes…
Hpa um projeto – na verdade vários – que desenvolvem firmwares/sistemas operacionais para iPods e outros MP3 players. Achamos legal o RockBox (http://rockbox.org), compatível com uma gama enorme de MP3-players.
Ele é perfeitamente instalável num Nano. E, como não está preso aos interesses de empresa alguma, sua única limitação é o hardware. Para quê criar limitações de software, se o usuário que comprou o aparelho tem direito a usufruir tudo que ele pode oferecer?
Muito interessante ver um vídeo (formato mpeg, nada destes formatos de celular) rodando naquele aparelhinho…
O mesmo acontece com a maioria dos programas proprietários: o usuário é refém das escolhas do “produtor”, reflexo da visão anterior, o que limita a produção de conhecimento, pois o usuário não é visto como parceiro do desenvolvedor, ao contrário do software livre, onde normalmente o desenvolvedor também é um usuário!
uma breve nota: eu me assunto quando incluem o termo “linha de produção” no desenvolvimento de um software; fábrica de software é outro termo que me arrepia a espinha.
Ao meu ver: não gosta de determinado software proprietário – ou todos?! -, então não use. Cada programa tem uma licença, com termos de uso e tals, e ela deve ser respeitada. O desrespeito à algum dos termos desta licença constitui ao que chamamos hoje de pirataria. Assim sendo, é perfeitamente possível fazer pirataria utilizando software livre: basta desrespeitar os termos da licença em questão (GPL, BSD, etc).
Talvez eu seja, como diz um famoso blogueiro por aí, um freetardado, ao relacionar – mas não adotar - algo tão banal como o desenvolvimento de softwares à uma “filosofia”. Ao meu ver o open source/software livre é só parte de um novo paradigma, uma nova forma de encarar o mundo. Não existe por si só, mas está dentro de um contexto muito maior. Como já disse antes, talvez isto me torne um hipócrita. O atual modelo econômico está em crise, isto é fato. Monopólios são aberrações do capitalismo, seja qual for o tipo de monopólio, da Microsoft ou da Petrobrás. E monopólio e pirataria - seja lá o que signifique – sempre andaram juntos. Seja na época da colonização – monopólio do Estado – seja na época atual, não que isto signifique que monopólios são a causa da pirataria :-)
Quem já se deu o trabalho de ver uma palestra do Richard Stallman verá que ele tem suas razões para ser como é (menos a parte de não tomar banho, que isto nunca entendi): estava um dia sem fazer nada – invenção minha – e pensou: “ué, será que eu não posso fazer minha parte para mudar o mundo, propondo uma nova maneira de encarar o desenvolvimento de programas de computador?”. E ele fez sim sua parte, propondo o que hoje conhecemos como software livre. Lógico que ele não foi o único a fazer isto, já que houve muitas outras vezes na história idéias que surgiram ao mesmo tempo por pessoas totalmente distintas, como a idéia da evolução de Darwin. Mas isto não tira o crédito do barbudinho (o Stallman, e o Darwin também :-)).
É muito provável que esta idéia do Stallman não tenha surgido do nada, já que se trata(va) de uma idéia anti-capitalista, pois o final do século XX foi marcado por movimentos anti-capitalistas. Não poderia ser tão behaviorista – falando boniito - a ponto de acreditar que Stallman foi puramente um produto da sociedade da época, mas o contexto em que vivia certamente o influenciou.
Quando ouvi o Stallman dizer aquilo passei a pensar: “E ae, qual será a minha maneira de mudar o mundo?”. Qual é a sua?
Resumindo: a idéia da pirataria de software - e outros produtos do conhecimento humano - só existe por estarmos presos á um paradigma já ultrapassado. Fin.
Peço desculpas por qualquer eventual erro, já que meus textos são tão chatos que nem eu mesmo tenho coragem de relê-los para uma revisão :-(
Obs: estou no meio de uma aula de Engenharia de Software que não aconteceu, tenho que fazer um trabalho – da mesma matéria – que será, na próxima fase, a de implementação, feito em java, e eu não entendo bulhufas de java; tenho um trabalho de programação, utilizando C++ e GTKmm, e não tenho a mínima idéia de por onde começar, além de esta semana ter uma prova de algoritmos sobre ordenação de arquivos grandes em disco. No entanto estou aqui escrevendo este comentário, o que mostra que dedico muito do meu tempo aos estudos… hauahuahauaha
Este comentário foi abençoado por San Ignacius. Amém :-)
Acho engraçado o pessoal reclamar de não poder chamar pirataria de software de pirataria.
Qual o próximo passo? Mudar o nome da manga da camisa pra não confundir com a manga de comer senão alguém aí vai começar a mastigar pano?
Se a questao e a semantica praticada pela imprensa, eu concordo que chamar de pirataria a copia nao autorizada um absurdo.
Eh mais ou menos quando os nossos geniais jornalista chamam a lei do “bafometro neles” lei-seca.
Um absurdo e uma sabotagem por parte da imprensa!!!!!!!!!
NINGUEM ESTA SENDO PROIBIDO DE BEBER!!!!!
O que esta sendo proibido eh dirigir bebado!
A expressao “lei seca” vem carregada de simbolismo historico negativo.
Lamentavel esta preguiça mental dos nossos jornalistas (digo isto porque continuo tendo fe na natureza humana e prefiro acreditar que eh apenas um caso de preguiça mental e nao uma sabotagem premeditada).
Um brinde a imprensa mundial atuante! Mas nao dirija depois !
Aposto que o Tenchi só fala que não estuda.
Entre meia noite e 6 horas da manha , ele faz os trabalhos e ainda tira total.
Ai o pessoal da sala pede o trabalho emprestado para “conferir” se está correto, o Tenchi diz .. cara nem sei como fazer esse négocio.
E depois dizem que estudante não tem diversão rs
Beleza, Tenchi, é isso mesmo!
É difícil de discutir este assunto entre pessoas que têm os mais variados níveis de intimidade com a coisa, e muitos nunca foram além de simplesmente absorver o que a grande mídia martela. Sim, o mais importante de tudo é perceber a mudança de paradigma!!!! Sem isso, não se chega a lugar nenhum (e continua se tratando alhos por bugalhos na maior salada conceitual). Você pincelou o mínimo que todo mundo deveria ter noção, mas o assunto é extremamente complexo e fascinante!
A essência da pirataria é roubo. Roubo é tomar algo que não lhe pertence. A pirataria de software ocorre por ser um crime “sem vítima”.
Eu aposto que NENHUM dos piratinhas que se diz “rebelar contra o sistema” baixar torrents do Flash ou do Windows teriam coragem de chegar no camelô, meter a mão em um CD do mesmo programa e sair correndo.
Comparar o produto conhecimento com produto físico é uma mentalidade arcaica, de gente que não entende a sociedade da informação. Livro é papel, você compra as palavras.
Adorei a noticia. Fez com que a discussão chegasse a um ponto bem interesante.
Mas não posso deixar de comentar que à primeira vista, comecei a rir da materia. Não por estar aqui, mas sim como isso ainda pode acontecer nos dias de hoje.
Ótima materia, e ótimos comentarios. Por isso adoro este “sitio” uaeuaheuhae.
valeu Augusto.
“Eu aposto que NENHUM dos piratinhas que se diz “rebelar contra o sistema” baixar torrents do Flash ou do Windows teriam coragem de chegar no camelô, meter a mão em um CD do mesmo programa e sair correndo”
Exatamente. E sabe por quê?
PORQUE O PRIMEIRO ATO NÃO É ROUBO E O SEGUNDO É!
E outra que a pessoa pode apanhar muito né.
Vc acha que camelo fica sozinho ?
Eles se ajudam.
Na verdade, o fundamento do assunto é sobre como viver (dinheiro) e se relacionar (obter ou fornecer dinheiro), pois pra quem produz, quer ser pago (e sobreviver disto), e quem compra, pagar o mínimo possível.
Muitas vezes o pessoal que diz apoiar Software Livre/Aberto, na verdade só está interessado ter recursos fantásticos sem pagar nada por isto (ou contribuir de qualquer forma).
O “conhecimento” é algo difícil de dimensionar, e “em terra de cego, quem tem um olho é rei”, portanto, se alguém desenvolve um software com diferenciais, ele deve SIM ter o direito de usar a licença que quiser, e cobrar quanto quiser, mesmo que não venda o esperado, pois foi ele quem criou.
Quanto a compartilhar o conhecimento: é muito legal, filosoficamente ideal, altruísta, e tal… mas quantos realmente querem compartilhar conhecimento e dinheiro?
E as pessoas se esquecem disto, querendo “ditar” preço ao Windows, Office, ou sei lá o quê…
Se você quer dar seu preço, faça seu trabalho!
Se você acha caro, não compre, escolha outro!
Se não concorda com a licença, não use!
Mas, não é necessário infringir leis por discordar de quem criou ou da legislação atual.
Existem tantas opções hoje em dia, que um pouco de pesquisa no google, satisfaz qualquer necessidade, seja pagando ou não.
É muito simples: quando você pega algo de alguém e a pessoa deixa de ter aquilo, é roubo. Uma maçã, por exemplo. Se você toma de alguém a pessoa vai ficar ser comer. Mas no caso do software, ou da música, você faz uma cópia mas a pessoa continua com a mesma coisa, não perde nada. Ai, erradamente, algumas pessoas presumem que você, ao copiar e não comprar, está roubando porque deixa de pagar o preço que o detentor dos direitos autorais estabeleceu. Mas esse pensamento parte da premissa errada de que caso alguém não pudesse copiar, ele pagaria. Dai se desencadeia a idéia de que deixa de pagar impostos, gera desemprego, etc. É isso que precisa ficar claro na discussão: se não fosse a pirataria, a maioria das pessoas simplesmente não consumiria o software ou a música. Uma parte sim, concordaria em pagar, mas no geral o autor não iria ganhar mais, o governo não ia ganhar mais e as pessoas deixariam de ter acesso aos produtos.
Já as falsificações são outro assunto, que a indústria e a mídia misturam com objetivo de desinformar.
Abaixo ao capitalismo opressor e ao imperialismo cultural Norte-Americano.
Abaixo a hipocrisia da sociedade burguesa e da cultura de massas.
Viva Tiririca !
Huahahahah
Eu hein… povo estressado este… hauahua
Cardoso, como eu cheguei a dizer - escrever? - num outro comentário em outra notícia, é exatamente assim que penso: o que se compra não é o livro, papel, puramente mídia, mas o conhecimento ali contido. Acontece que a mídia física foi o principal meio de controlar a expansão do conhecimento, e muitos hoje ainda estão presos à idéia, tanto que vêem na mídia digital - que “independe” do meio físico - como pura ameaça à própria criação de conhecimentos, pois ainda a vêem como algo que os prejudica, ao invés de utilizar à seu favor.
Quanto à lutar cotra o sistema, acredito que isto é algo que todos deveriam fazer, embora confesse que não sou o melhor em tal luta. Acontece que estou a anos tentando descobrir afinal quem é este sistema. Quando descobrir, conto para vocês. Enquanto isto, o que posso fazer é questionar tudo o que me for imposto como verdade. Não é uma sensação tão agradável quanto a calmaria de viver num mundo perfeito de verdades inquebráveis - melhor ainda do que no meu mundo utópico -, mas dizem que “dá pra se viver assim” :-)
Peço desculpas à todos, mas saem textos assim quando não tenho muito o que fazer. É que realmente não consigo ser breve (uns me chamam de prolixo). É realmente complexo.
Ninguém é obrigado a aceitar esta ou outra licença: como eu já cheguei a dizer ou escrever, uma licença é um acordo entre o desenvolvedor e o usuário. Se algum dos dois não concorda com algum dos termos, não há como haver o acordo. O que questiono é simplesmente a visão do criador de uma licença que limita o usuário e aumenta a “rixa” entre os dois, algo herdado do atual conceito do mercado, onde ambos, produtor e comprador fazem de tudo para obterem vantagens sobre o outro, nunca pensando numa possível harmonia e equilíbrio - o que é utópico e talvez irreal.
Embora o Br-Linux não seja lugar para este tipo de discussão - embora esteja relacionado com o tema do site, sobre software livre - e todas suas implicações filosóficas e/ou mercadológicas - não me consideraria um comunista ou anti-capitalista. Simplesmente vejo que a atual visão que temos - e por conseqüência o capitalismo praticado - como extremamente falhos, que não correspondem às nossas atuais necessidades - nossas quero dizer o mundo como um todo, não uma ou outra pessoa, empresa ou nação.
Quanto à questão do dinheiro, simplesmente (acredito que) não é necessário abrir mão dele para construir “um mundo melhor”. É sim necessário ver que o dinheiro por si só não é o objeto-fim. Mas não vou discutir isto aqui.
Nem quero, de maneira alguma, que vejam meu modo de pensar como uma tentativa de forçá-los a pensar igual - “Compre baton. Compre baton” - mas somente a expressão da minha opinião. Afinal, se não houver gente falando besteira, como viveriam os blogueiros que vivem de falar besteira sobre a besteira que os outros falam?
Vê a conta, garçom.