Para palestrante da Campus Party, criadores de software livre são como prostitutas
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Além do preconceito, discordo da tentativa do palestrante de contrapor as seguintes idéias, como se fossem contraditórias entre si:
a) desenvolvimento de software livre
b) modelo comercialmente sustentado
c) atuação profissional no mercado de trabalho
Segue o trecho selecionado pelo leitor:
“”Devo ser o criador de games mais velho da Espanha, comecei em 1983 e posso assegurar que vi centenas de casos em que um jovem que desenvolveu um software livre, depois de um tempo cansou de não cobrar e terminou sendo contratado por uma empresa. São como as prostitutas que se oferecem por dinheiro nas esquinas”, disse Suárez, dono da Arvirago Entertainment.
Se eu for seguir a linha de raciocínio deste senhor, nem saberia do que pensar daqueles que vendem licenças de uso… &;-D”
Enviado por Ednei Pacheco (ednei·pachecoΘgmail·com) – referência (tecnologia.terra.com.br).
Atualização: publiquei o texto inicialmente com um título que mencionava o evento errado. À LatinoWare deixo meu pedido de desculpas pelo lapso, e prometo me penitenciar adequadamente.
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Atenção!!! O palestrante é do Campus Party!!! Basta seguir o link da notícia…
Imaginem que “zona” deve ser o Google. :D
Mas esse tipo de comentário tá mais pra ressentimento.
Se o programador de software livre é uma “prostituta”, o de software proprietário é um “traficante”?
Não é fácil ganhar dinheiro com software livre, mas eu acho que os desenvolvedores não chegaram a esse ponto de vender o corpo…