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O desenvolvimento do GNOME pode ter atingido seu pico?

A questão foi levantada em um post do desenvolvedor Andy Wingo (“gnome in the age of decadence“), cheio de comentários interessantes e seguido de considerações adicionais. A Linux Magazine repercutiu:

“Atualmente, a maior parte dos esforços no projeto Gnome está voltada cada vez mais à manutenção desse ambiente. Por um lado, isso é bom: com toda essa infra-estrutura técnica voltada à manutenção, cada vez mais aumenta a integração do sistema com outros projetos de softwares, e todos sabem que o aumento da integração do sistema leva a uma maior aceitação por parte de todos os usuários, principalmente pelos novatos, que buscam em um ambiente de desktop a constante facilidade de uso.”

Enviado por Rodrigo Amorim (ramorimΘlinuxnewmedia·com·br) – referência (linuxmagazine.com.br).

• Publicado por Augusto Campos em 11/06/2008 às 2:30 pm
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Comentários dos leitores para “O desenvolvimento do GNOME pode ter atingido seu pico?”

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  1. Os problemas principais ao meu ver:
    GTK+ está ficando ultrapassada em relação às outras toolkits. Pegue como comparação o Qt.
    É como li num artigo tempos atrás – talvez tenha sido ate aqui no br-linux – onde um desenvolvedor diz que o que empaca a gtk é a compatibilidade com versões antigas.
    Na opinião dele é isto que mata o gtk, e consequentemente o GNOME.
    Deveriam fazer como o pessoal do KDE: tentaram inovar. Passaram a utilizar uma versão mais nova da toolkit qt, deixando de lado a compatibilidade com versões antigas, e partindo somente para coisa novas.
    gtk 2.11? Partam para um 3.0, oras bolas! hauahu
    Mesma coisa com o GNOME, que já deveria ter uma versão 3.0 há tempos.
    Passem a somente corrigir bugs na versão 2.x e paralelamente trabalhem num 3.0, como faz o pessoal do KDE.

    Seria muito interessante no GNOME uma maior integração com o compiz, e acho que este é o caminho certo: rumo ao desktop fru-fru, como fez o KDE com o plasma.

    O GNOME é fraco em relação ao KDE em se tratando de aplicativos e utilitários, já que o KDE por si só oferece ao usuário soluções para tudo, desde programação, modelagem de dados, suíte de escritório, players de vídeo e música, cliente mensageiro, etc, que são, respectivamente, kdevelop, umbrello, koffice, noatun e koffice, kopete.

    Ja’no gnome não temos nada disso. Anjuta nẽo é parte do GNOME, nem pidgin, nem…

    O GNOME tem várias ferscuras que o tornam bastante feio, como os diálogos simplórios de abrir/salvar. Dizem: “Nós nçao queremos imitar o Windows”, mas fazem um negócio muito chat de se usar.

    Enfim. Já usei o gnome na época em que ele era um ambiente com objetivo (1.8?). Hoje ele não tem mais atrativos – para mim.

    ponto.

  2. tsc (usuário não registrado) em 11/06/2008 às 2:54 pm

    Eu confesso que não li todo o artigo porém algo que envolve o usuário tem que sempre ficar evoluindo. Pois o usuário quer algo diferente, com maior interitividade, não apenas ficar apertando ícones e butões.

  3. rafa (usuário não registrado) em 11/06/2008 às 3:05 pm

    já falei aqui, não canso de repetir: gnome é antiquado.

    se vista = bloated proprietary software, gnome = bloated free softwares.

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