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	<title>Comments on: Modelos de negócio: é possível viver do software livre?</title>
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	<description>Linux levado a sério desde 1996</description>
	<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 12:55:57 +0000</pubDate>
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		<title>By: Livre &#187; Blog Archive &#187; OBOOE: Federação de associações de empresas de software livre</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-7891</link>
		<dc:creator>Livre &#187; Blog Archive &#187; OBOOE: Federação de associações de empresas de software livre</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 00:38:48 +0000</pubDate>
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		<description>[...] falar nisso, neste fim de semana um empreendedor do mundo livre publicou um desabafo, com bastante reações. Sem entrar nos méritos nem discutir os motivos do Anahuac, já ouvi as mesmas reclamações [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] falar nisso, neste fim de semana um empreendedor do mundo livre publicou um desabafo, com bastante reações. Sem entrar nos méritos nem discutir os motivos do Anahuac, já ouvi as mesmas reclamações [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Fernando Costa &#187; Blog Archive &#187; Links interessantes</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-1146</link>
		<dc:creator>Fernando Costa &#187; Blog Archive &#187; Links interessantes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 12:45:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Modelo de negócio é possível viver do software livre [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Modelo de negócio é possível viver do software livre [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Um anelar a menos. Não queria casar mesmo&#8230; &#171; Leandro Santiago</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-713</link>
		<dc:creator>Um anelar a menos. Não queria casar mesmo&#8230; &#171; Leandro Santiago</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 19:13:52 +0000</pubDate>
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		<description>[...] isso foi no domingo ainda. Num texto postado pelo Augusto Campos no Br-Linux falando sobre uma carta publicada pelo criador de uma ferramenta para administração de servidores [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] isso foi no domingo ainda. Num texto postado pelo Augusto Campos no Br-Linux falando sobre uma carta publicada pelo criador de uma ferramenta para administração de servidores [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Aurélio Jargas</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-584</link>
		<dc:creator>Aurélio Jargas</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 11:39:41 +0000</pubDate>
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		<description>Desenvolvo software livre como hobby há quase 10 anos e gostaria de adicionar alguns fatos à discussão.

Tenho um programa chamado funções ZZ (www.funcoeszz.net) que vai completar oito anos de idade agora em fevereiro. Inteiramente em português, ele possui uma grande base de usuários entusiasmados que colaboram com relatos de bugs, idéias e códigos para funções novas (http://www.funcoeszz.net/extra.html). Foram feitas 50 camisetas comemorativas dos cinco anos do programa, que os usuários compraram como forma de apoio ao projeto. Doação de dinheiro não teve, mas eu também nunca incentivei isso, pois não há um link nem instruções de como doar. Antigamente eu achava isso "errado", por isso a falta de incentivo.

Tenho outro programa chamado txt2tags (http://txt2tags.sf.net) que em julho completará sete anos de existência. Este é feito e divulgado em inglês e português simultaneamente desde seu lançamento e também possui uma grande base de usuários, em países que eu nem sei apontar no globo. Também recebo muita contribuição de usuários na forma de código, traduções, documentação e ferramentas auxiliares, com muitos brasileiros na lista: http://txt2tags.sf.net/team. Somente em 2005 abri o projeto para doações e desde então oito pessoas (anônimos e gringos) doaram um total de 180 dólares. Porém, 140 dólares vieram de um único doador entusiasmado que é uma exceção à regra. Então para uma análise mais pé-no-chão, são sete pessoas que doaram 40 dólares em dois anos e meio.

Em ambos programas, a grande maioria de seus usuários são do mundo Linux. Há poucos usuários de Windows e raros de Mac.

Mas também fiz um programinha para Mac chamado AdiumBook (http://aurelio.net/soft/adiumbook) há dois anos, também software livre. Para este, 13 pessoas (um brasileiro!) doaram 80 dólares.

Minha percepção é que a comunidade Mac é mais acostumada a comprar software e isso também reflete nas doações a projetos de código aberto.

Posso dizer que todos estes programas deram certo e têm bastante usuários espalhados pelo mundo. Mas apesar de render algumas doações de usuários satisfeitos, de maneira alguma isso pode ser considerado meu sustento. É um extra que vem de vez em quando.

Não fiz plano de negócios e programei por prazer, não tendo o dinheiro como objetivo. Mas mesmo assim ele veio, em doses homeopáticas, com venda de camisetas e doações. As doações acontecem, mas não é aquilo tudo que o pessoal gosta de propagandear, e são feitas em sua maioria por gringos.

As contribuições não monetárias superaram minhas expectativas, há muita gente que ajuda, opina e coloca a mão na massa. Brasileiros e gringos. Não tenho o que reclamar quanto a isso.

Bem estes foram os dados que eu queria compartilhar.
Espero que ajude na conclusão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desenvolvo software livre como hobby há quase 10 anos e gostaria de adicionar alguns fatos à discussão.</p>
<p>Tenho um programa chamado funções ZZ (www.funcoeszz.net) que vai completar oito anos de idade agora em fevereiro. Inteiramente em português, ele possui uma grande base de usuários entusiasmados que colaboram com relatos de bugs, idéias e códigos para funções novas (http://www.funcoeszz.net/extra.html). Foram feitas 50 camisetas comemorativas dos cinco anos do programa, que os usuários compraram como forma de apoio ao projeto. Doação de dinheiro não teve, mas eu também nunca incentivei isso, pois não há um link nem instruções de como doar. Antigamente eu achava isso &#8220;errado&#8221;, por isso a falta de incentivo.</p>
<p>Tenho outro programa chamado txt2tags (http://txt2tags.sf.net) que em julho completará sete anos de existência. Este é feito e divulgado em inglês e português simultaneamente desde seu lançamento e também possui uma grande base de usuários, em países que eu nem sei apontar no globo. Também recebo muita contribuição de usuários na forma de código, traduções, documentação e ferramentas auxiliares, com muitos brasileiros na lista: <a href="http://txt2tags.sf.net/team" rel="nofollow">http://txt2tags.sf.net/team</a>. Somente em 2005 abri o projeto para doações e desde então oito pessoas (anônimos e gringos) doaram um total de 180 dólares. Porém, 140 dólares vieram de um único doador entusiasmado que é uma exceção à regra. Então para uma análise mais pé-no-chão, são sete pessoas que doaram 40 dólares em dois anos e meio.</p>
<p>Em ambos programas, a grande maioria de seus usuários são do mundo Linux. Há poucos usuários de Windows e raros de Mac.</p>
<p>Mas também fiz um programinha para Mac chamado AdiumBook (http://aurelio.net/soft/adiumbook) há dois anos, também software livre. Para este, 13 pessoas (um brasileiro!) doaram 80 dólares.</p>
<p>Minha percepção é que a comunidade Mac é mais acostumada a comprar software e isso também reflete nas doações a projetos de código aberto.</p>
<p>Posso dizer que todos estes programas deram certo e têm bastante usuários espalhados pelo mundo. Mas apesar de render algumas doações de usuários satisfeitos, de maneira alguma isso pode ser considerado meu sustento. É um extra que vem de vez em quando.</p>
<p>Não fiz plano de negócios e programei por prazer, não tendo o dinheiro como objetivo. Mas mesmo assim ele veio, em doses homeopáticas, com venda de camisetas e doações. As doações acontecem, mas não é aquilo tudo que o pessoal gosta de propagandear, e são feitas em sua maioria por gringos.</p>
<p>As contribuições não monetárias superaram minhas expectativas, há muita gente que ajuda, opina e coloca a mão na massa. Brasileiros e gringos. Não tenho o que reclamar quanto a isso.</p>
<p>Bem estes foram os dados que eu queria compartilhar.<br />
Espero que ajude na conclusão.</p>
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	<item>
		<title>By: Terramel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-570</link>
		<dc:creator>Terramel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 00:34:38 +0000</pubDate>
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		<description>Tenchi: haeahueahuaehueuea! Vou contar o meu segredo para todos. Já assistiu "Hermes e Renato"? Já viu aquela "novela" deles chamada "Sinhá Boça"? Se assistiu, tem um professor lá (interpretado pelo Gil Brother - o que grita "AWAYYY") de Direito Penal, o doutor Gilmar. O cara toda hora fala isso. Uma hora na aula um de seus alunos compara um juri com os jurados do Silvio Santos hauehaeueahueahueuhea! Ainda fala de Pedro de Lara e Sergio Mallandro. Na hora o professor Gilmar grita: "Cala a boca meu aluno, você está defecando pela boca!!!!!"

Procura um vídeo dele qualquer dia. Você vai morrer de rir ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenchi: haeahueahuaehueuea! Vou contar o meu segredo para todos. Já assistiu &#8220;Hermes e Renato&#8221;? Já viu aquela &#8220;novela&#8221; deles chamada &#8220;Sinhá Boça&#8221;? Se assistiu, tem um professor lá (interpretado pelo Gil Brother - o que grita &#8220;AWAYYY&#8221;) de Direito Penal, o doutor Gilmar. O cara toda hora fala isso. Uma hora na aula um de seus alunos compara um juri com os jurados do Silvio Santos hauehaeueahueahueuhea! Ainda fala de Pedro de Lara e Sergio Mallandro. Na hora o professor Gilmar grita: &#8220;Cala a boca meu aluno, você está defecando pela boca!!!!!&#8221;</p>
<p>Procura um vídeo dele qualquer dia. Você vai morrer de rir ;)</p>
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	<item>
		<title>By: tenchi</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-559</link>
		<dc:creator>tenchi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 22:51:04 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, Terramel, agora entendo de onde você tirou a expressão "Defecar pela boca" ;-)
Logo quando você leu pela primeira vez a passagem em questão já imaginou merd*&#38;*% hauaau</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, Terramel, agora entendo de onde você tirou a expressão &#8220;Defecar pela boca&#8221; ;-)<br />
Logo quando você leu pela primeira vez a passagem em questão já imaginou merd*&amp;*% hauaau</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: tenchi</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-558</link>
		<dc:creator>tenchi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 22:49:41 +0000</pubDate>
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		<description>Ao que parece o problema principal do jegue não foi a falta de usuários. Se a página com os usuários do sistema tiver informações verídicas, parece-me que o sistema foi bem-aceito por empresas e instituições públicas.
O principal problema apontado pelo autor é: não há contribuição por parte da comunidade. Contribuição em todos os sentidos. E, ao que parece, muitos dos usuários do sistema não chegaram a ser compradores dos serviços sobre o sistema, e foi isso que deixou o camagada fulo da vida ;-)
O problema maior é que um desenvolvedor de software livre, seja em tempo integral ou não, trabalha melhor se estiver ganhando. Até a FSF precisa de doações para viver. Só não entendi até agora porque Igrejas precisam de dízimo, mas tudo bem ;-)
E nós - comunidade, povo, brasileiro - não temos o costume de contribuir monetariamente com os projetos q apoiamos. Em teoria sabemos q contribuir não é só com código, mas na prática esta parece ser a forma mais fácil e habitual. 
E tem a questão da honra: "Eu sou homem. Não vou contribuir com um projeto com dinheiro. Meu negócio é código". Sei lá, nunca ouvi ninguém falar isso, mas parece verdade ;-)

Embora o autor tenha dito q preferiu seguir a GPL e todo o pensamento stallmaniano à risca, pegue o exemplo de um software de sucesso, como o Blender. O programa em si é grátis, mas sua documentação - oficial - é paga - e bem cara ;-). Não sei se o seu programa pode utilizar a mesma tática, já que não é tão complexo quanto o Blender, mas já é um caminho. Se talvez ele tivesse focado seu esforço somente no desenvolvimento do programa em si - e não em documentação, publicidade e coisas do gênero, além de não ter, desde o início, tentado utilizar o jegue como fonte primária de renda, poderia ter uma chance de obter maior sucesso com a ferramenta. Demoraria mais, é claro, mas, se a ferramenta for realmente boa e valer a pena cada centavo investido, o sucesso é garantido.

Prova disso são os custos que ele teve com site, servidor, etc. Uma possível alternativa a isso seria hospedar ser projeto em sites específicos para isso, como o berlios, o sourceforge ou o brasileiro codigolivre.org.br. Vantagens? Acredito que várias, que vão desde svn/cvs, fórums, vários mirrors - que garantem q dificilmente não conseguirão baixar o programa, etc. Isso facilitaria contribuições de código, por parte da comunidade. Desvantagens? Acredito que a principal é que o jegue ficaria com uma cara de "amador", mas isto é só impressão, já que há vários projetos realmente profissionais hospedados nestes serviços. 
Mas a principal vantagem seria que o projeto nunca morreria, com o autor parando de desenvolver ou não. Se um dia ele decide parar, acaba com o atual site, o que acontece com o código? Some? É esquecido?

Aí, se o programa for bom, as pessoas estiverem dispostas a colaborar, ele terá destaque, e aí quem sabe você possa o utilizar como sua fonte primária de renda. Infelizmente há a chance de que isso não aconteça, assim como acontece com programas proprietários, que logo viram "abandonware". Software livre não vira abandonware; se for bom, certamente é reaproveitado. Mas infelizmente isto não dá muito dinheiro. :-(</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao que parece o problema principal do jegue não foi a falta de usuários. Se a página com os usuários do sistema tiver informações verídicas, parece-me que o sistema foi bem-aceito por empresas e instituições públicas.<br />
O principal problema apontado pelo autor é: não há contribuição por parte da comunidade. Contribuição em todos os sentidos. E, ao que parece, muitos dos usuários do sistema não chegaram a ser compradores dos serviços sobre o sistema, e foi isso que deixou o camagada fulo da vida ;-)<br />
O problema maior é que um desenvolvedor de software livre, seja em tempo integral ou não, trabalha melhor se estiver ganhando. Até a FSF precisa de doações para viver. Só não entendi até agora porque Igrejas precisam de dízimo, mas tudo bem ;-)<br />
E nós - comunidade, povo, brasileiro - não temos o costume de contribuir monetariamente com os projetos q apoiamos. Em teoria sabemos q contribuir não é só com código, mas na prática esta parece ser a forma mais fácil e habitual.<br />
E tem a questão da honra: &#8220;Eu sou homem. Não vou contribuir com um projeto com dinheiro. Meu negócio é código&#8221;. Sei lá, nunca ouvi ninguém falar isso, mas parece verdade ;-)</p>
<p>Embora o autor tenha dito q preferiu seguir a GPL e todo o pensamento stallmaniano à risca, pegue o exemplo de um software de sucesso, como o Blender. O programa em si é grátis, mas sua documentação - oficial - é paga - e bem cara ;-). Não sei se o seu programa pode utilizar a mesma tática, já que não é tão complexo quanto o Blender, mas já é um caminho. Se talvez ele tivesse focado seu esforço somente no desenvolvimento do programa em si - e não em documentação, publicidade e coisas do gênero, além de não ter, desde o início, tentado utilizar o jegue como fonte primária de renda, poderia ter uma chance de obter maior sucesso com a ferramenta. Demoraria mais, é claro, mas, se a ferramenta for realmente boa e valer a pena cada centavo investido, o sucesso é garantido.</p>
<p>Prova disso são os custos que ele teve com site, servidor, etc. Uma possível alternativa a isso seria hospedar ser projeto em sites específicos para isso, como o berlios, o sourceforge ou o brasileiro codigolivre.org.br. Vantagens? Acredito que várias, que vão desde svn/cvs, fórums, vários mirrors - que garantem q dificilmente não conseguirão baixar o programa, etc. Isso facilitaria contribuições de código, por parte da comunidade. Desvantagens? Acredito que a principal é que o jegue ficaria com uma cara de &#8220;amador&#8221;, mas isto é só impressão, já que há vários projetos realmente profissionais hospedados nestes serviços.<br />
Mas a principal vantagem seria que o projeto nunca morreria, com o autor parando de desenvolver ou não. Se um dia ele decide parar, acaba com o atual site, o que acontece com o código? Some? É esquecido?</p>
<p>Aí, se o programa for bom, as pessoas estiverem dispostas a colaborar, ele terá destaque, e aí quem sabe você possa o utilizar como sua fonte primária de renda. Infelizmente há a chance de que isso não aconteça, assim como acontece com programas proprietários, que logo viram &#8220;abandonware&#8221;. Software livre não vira abandonware; se for bom, certamente é reaproveitado. Mas infelizmente isto não dá muito dinheiro. :-(</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Terramel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-549</link>
		<dc:creator>Terramel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 20:49:32 +0000</pubDate>
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		<description>putz... escrevi sai com acento... (saí)... ignorem o acento que coloquei na pressa ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>putz&#8230; escrevi sai com acento&#8230; (saí)&#8230; ignorem o acento que coloquei na pressa ;)</p>
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	<item>
		<title>By: Terramel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-548</link>
		<dc:creator>Terramel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 20:48:35 +0000</pubDate>
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		<description>Timm.. Não quero dizer nada ofensivo e nem fazer ataques como sempre dizem que costumo fazer... Também não ando com muita paciência de ficar argumentando, responder com algum post em meu blog ou comentar no site que você postou ou aqui... Acho que talvez eu esteja ficando velho... Por isso, vou apenas falar uma coisa da Bíblia:

"O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas sim o que saí da boca..."

Sei que não sou ninguém para lhe dar conselhos, por isso escolho essa passagem da Bíblia...

Espero que reflita sobre essa frase e pare de defecar pela boca!

Abraços
do Terrinha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Timm.. Não quero dizer nada ofensivo e nem fazer ataques como sempre dizem que costumo fazer&#8230; Também não ando com muita paciência de ficar argumentando, responder com algum post em meu blog ou comentar no site que você postou ou aqui&#8230; Acho que talvez eu esteja ficando velho&#8230; Por isso, vou apenas falar uma coisa da Bíblia:</p>
<p>&#8220;O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas sim o que saí da boca&#8230;&#8221;</p>
<p>Sei que não sou ninguém para lhe dar conselhos, por isso escolho essa passagem da Bíblia&#8230;</p>
<p>Espero que reflita sobre essa frase e pare de defecar pela boca!</p>
<p>Abraços<br />
do Terrinha</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Lucas Timm</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-545</link>
		<dc:creator>Lucas Timm</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 19:09:10 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;Tiaggs,&lt;/b&gt;

Garimpa aí, quero ver você achar um só tópico onde eu critico o Wordpress. Se possível, também responda com português correto. E o que você disse com respeito ao tópico, curiosidade: O que você tem em mente? Que todos digam "Ó, coitadinho do Anahuac, vou usar/comprar o JeguePanel só por que ele se deu mal!"? Vê se cresce...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Tiaggs,</b></p>
<p>Garimpa aí, quero ver você achar um só tópico onde eu critico o Wordpress. Se possível, também responda com português correto. E o que você disse com respeito ao tópico, curiosidade: O que você tem em mente? Que todos digam &#8220;Ó, coitadinho do Anahuac, vou usar/comprar o JeguePanel só por que ele se deu mal!&#8221;? Vê se cresce&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Dyego Sousa</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-544</link>
		<dc:creator>Dyego Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 19:08:11 +0000</pubDate>
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		<description>"Você já viu as propagandas da Novell, da IBM, e da RedHat que oferecem o “produto Linux” (ou ao software livre, whattever)? Como elas são veiculadas, e pra quem elas são oferecidas? Um bom exemplo do que eu tento te dizer é até contrário: Você lembra da Get the Facts, da Microsoft? Pois é, onde a propaganda eram veiculada mesmo? E quem era o público alvo?"

Será que dá pra comparar a orçamento publicitário dessas empresas com a empresa do Anahuac?

O link com a lista de clientes foi postado pelo Anahuac: http://www.jeguepanel.net/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=36&#38;Itemid=54
Eles são todos membros da "comunidade"?

Volto a perguntar. Depois de dizer que você nunca usou ou ouviu falar do JeguePanel, por que não considerou possibilidades como falta de qualidade do software ou falta de demanda de mercado por esse tipo de ferramenta? Você elegeu seu culpado, o software livre. Não estou dizendo que o software é ruim ou que não existe demanda, até porque eu também nunca usei, mas o que afirmo é que eu não posso responsabilizar a modalidade de desenvolvimento ou a estratégia comercial do desenvolvedor sem nem mesmo saber previamente se existe uma necessidade por esse tipo de software ou se ele tem qualidade.

Pra finalizar, eu entendo suas colocações sobre a adoção de software livre. Discordo no ponto em que você diz que o fato de o software ser livre não faz a menor diferença. Faz sim, principalmente pra instituições públicas, mas não só para elas, que não querem ficar dependentes de uma única empresa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Você já viu as propagandas da Novell, da IBM, e da RedHat que oferecem o “produto Linux” (ou ao software livre, whattever)? Como elas são veiculadas, e pra quem elas são oferecidas? Um bom exemplo do que eu tento te dizer é até contrário: Você lembra da Get the Facts, da Microsoft? Pois é, onde a propaganda eram veiculada mesmo? E quem era o público alvo?&#8221;</p>
<p>Será que dá pra comparar a orçamento publicitário dessas empresas com a empresa do Anahuac?</p>
<p>O link com a lista de clientes foi postado pelo Anahuac: <a href="http://www.jeguepanel.net/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=54" rel="nofollow">http://www.jeguepanel.net/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=36&amp;Itemid=54</a><br />
Eles são todos membros da &#8220;comunidade&#8221;?</p>
<p>Volto a perguntar. Depois de dizer que você nunca usou ou ouviu falar do JeguePanel, por que não considerou possibilidades como falta de qualidade do software ou falta de demanda de mercado por esse tipo de ferramenta? Você elegeu seu culpado, o software livre. Não estou dizendo que o software é ruim ou que não existe demanda, até porque eu também nunca usei, mas o que afirmo é que eu não posso responsabilizar a modalidade de desenvolvimento ou a estratégia comercial do desenvolvedor sem nem mesmo saber previamente se existe uma necessidade por esse tipo de software ou se ele tem qualidade.</p>
<p>Pra finalizar, eu entendo suas colocações sobre a adoção de software livre. Discordo no ponto em que você diz que o fato de o software ser livre não faz a menor diferença. Faz sim, principalmente pra instituições públicas, mas não só para elas, que não querem ficar dependentes de uma única empresa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Samuel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-537</link>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 18:01:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-537</guid>
		<description>Mais um link para minha monografia (também de Administração).
Muito bom artigo Augusto!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um link para minha monografia (também de Administração).<br />
Muito bom artigo Augusto!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: tiaggs</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-523</link>
		<dc:creator>tiaggs</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 16:49:53 +0000</pubDate>
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		<description>Anahuac parabéns pela publicidade conseguiu aprecer em todo lugar agora o Jegue Panel deslancha de vez, não ligue para o trolzinho dos infernos chamado timm é so procurar aqui mesmo no Br Linux e vai encontrar ele falando mau do WordPres, Linux e distrios baseadas no Debian, ele fala que é contra o software livre mas não consegue parar de usar, vai entender né....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anahuac parabéns pela publicidade conseguiu aprecer em todo lugar agora o Jegue Panel deslancha de vez, não ligue para o trolzinho dos infernos chamado timm é so procurar aqui mesmo no Br Linux e vai encontrar ele falando mau do WordPres, Linux e distrios baseadas no Debian, ele fala que é contra o software livre mas não consegue parar de usar, vai entender né&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Lucas Timm</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-508</link>
		<dc:creator>Lucas Timm</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 15:54:55 +0000</pubDate>
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		<description>(estou num computador público, por isso não logarei).

Anahuac,

Li sim os comentários, porém a minha opinião continua sendo essa. Na questão comunidade, a teoria difere (e muito) da prática. E, no meu ponto de vista, você ofereceu o JeguePanel para compradores da comunidade, que (quase) não existem, ao invés de ter oferecido para o público correto. 

Eu vi propagandas do JeguePanel no BR-Linux e Vivaolinux, algumas vezes. E quem frequenta sites assim não condiz com o público que o JeguePanel deveria atingir, na minha opinião. Se eu tivesse uma empresa, muito provavelmente eu nem saberia que o JeguePAnel existe/existiu. Como eu poderia compra-lo, sendo que eu seria público alvo do programa? 

Você já viu as propagandas da Novell, da IBM, e da RedHat que oferecem o "produto Linux" (ou ao software livre, whattever)? Como elas são veiculadas, e pra quem elas são oferecidas? Um bom exemplo do que eu tento te dizer é até contrário: Você lembra da Get the Facts, da Microsoft? Pois é, onde a propaganda eram veiculada mesmo? E quem era o público alvo? 

E francamente, ao contrário do que você disse, achei ingênuo demais da sua parte por ter largado o emprego de carteira assinada pra se dedicar inteiramente ao JeguePanel. Não é tempo de discutirmos o que você deveria ter feito ou não, mas isso foi mancada grande. Mas lembre-se, ainda que o seu projeto não tenha dado certo, não desista (fácil demais falar, desculpa). Aprenda com os erros de agora para não repetir da próxima vez. E por favor, cite isso nas suas palestras de evangelização ao SL, para mostrar que nem tudo são flores. Pelo menos aqui no Brasil.

Atenciosamente,
Lucas Timm.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(estou num computador público, por isso não logarei).</p>
<p>Anahuac,</p>
<p>Li sim os comentários, porém a minha opinião continua sendo essa. Na questão comunidade, a teoria difere (e muito) da prática. E, no meu ponto de vista, você ofereceu o JeguePanel para compradores da comunidade, que (quase) não existem, ao invés de ter oferecido para o público correto. </p>
<p>Eu vi propagandas do JeguePanel no BR-Linux e Vivaolinux, algumas vezes. E quem frequenta sites assim não condiz com o público que o JeguePanel deveria atingir, na minha opinião. Se eu tivesse uma empresa, muito provavelmente eu nem saberia que o JeguePAnel existe/existiu. Como eu poderia compra-lo, sendo que eu seria público alvo do programa? </p>
<p>Você já viu as propagandas da Novell, da IBM, e da RedHat que oferecem o &#8220;produto Linux&#8221; (ou ao software livre, whattever)? Como elas são veiculadas, e pra quem elas são oferecidas? Um bom exemplo do que eu tento te dizer é até contrário: Você lembra da Get the Facts, da Microsoft? Pois é, onde a propaganda eram veiculada mesmo? E quem era o público alvo? </p>
<p>E francamente, ao contrário do que você disse, achei ingênuo demais da sua parte por ter largado o emprego de carteira assinada pra se dedicar inteiramente ao JeguePanel. Não é tempo de discutirmos o que você deveria ter feito ou não, mas isso foi mancada grande. Mas lembre-se, ainda que o seu projeto não tenha dado certo, não desista (fácil demais falar, desculpa). Aprenda com os erros de agora para não repetir da próxima vez. E por favor, cite isso nas suas palestras de evangelização ao SL, para mostrar que nem tudo são flores. Pelo menos aqui no Brasil.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Lucas Timm.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: alan</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-507</link>
		<dc:creator>alan</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2008 15:53:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/modelos-de-negocio-e-possivel-viver-do-software-livre/#comment-507</guid>
		<description>Anahuac, 

Você ainda continuará suas paletras de evangelização? Se sim, em que vão mudar?

Abraço,
Alan</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anahuac, </p>
<p>Você ainda continuará suas paletras de evangelização? Se sim, em que vão mudar?</p>
<p>Abraço,<br />
Alan</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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