Marcelo Rossi não vê problemas em download de música para uso pessoal
| Tweet |
|
Padre Marcelo Rossi, 41 anos, que se tornou um dos maiores recordistas de venda com os 3,3 milhões de cópias de “Músicas para louvar o Senhor” (1998), seu primeiro disco, em entrevista ao G1 se declara um entusiasta das novas tecnologias e diz não ver problemas com o download pessoal de músicas. Mas, além de criticar a pirataria de rua, ele faz questão de ressaltar que “fez a parte dele” quando coloca um trabalho novo na praça de forma oficial.
Saiba mais (g1.globo.com).
• Link direto para este post: http://br-l.org/!2085
• Siga no Twitter: @brlinuxblog e @augustocc
• Mais posts do mesmo tema: Copyright, Mercado









Pois também é a minha opinião. Aliás, nem pode ser considerado como pirataria, pois não se trata de comércio para auferir lucro indevidamente. Sempre que baixo músicas aqui em casa, o faço para meu proveito e não para vender para ninguém.
Mas se você pensar assim, também não é pirataria baixar um Windows ou Autocad para uso próprio!
Querer que o artista ache bonito ver a obra dele sendo baixada e ‘usada’ sem que ele receba por isso é, no mínimo, hipócrita.
Cada obra, seja software ou música, tem a licença que o autor quer, não a que quem quer usufruir exige.
Poder ou não ser considerado é relativo a quem estiver considerando, acredito.
A expressão “pirataria”, quando associada a direitos autorais, é meio ampla, me parece que não está definida na lei.
No dicionário (Aurélio), ela inclui explicitamente também o uso pessoal. reproduzo da edição corrente: “Copiar (programa de computador, material audiovisual ou fonográfico, etc.), sem autorização do autor ou sem respeito aos direitos de autoria e cópia, ger. para fins de comercialização ilegal ou para uso pessoal.”