Linux Journal pergunta (e responde): o Linux deveria ser padronizado na forma de uma única distribuição?
O Linux Journal parece estar sentindo falta de velhas longas discussões que não chegam a novas conclusões, e publicou um pequeno artigo perguntando se o Linux deveria ser padronizado na forma de uma única distribuição, e listando argumentos a favor e contra a idéia.
A conclusão? Eu uso a distribuição que mais faz sentido para minhas demandas, e outras pessoas com demandas diferentes escolhem outras. O software é livre, o que leva a sempre poder haver diversas opções (algumas adotando determinados padrões e convenções, outras não), mas naturalmente as distribuições mais populares acabam sendo adotadas como referências. E todo mundo pode escolher. Como o artigo diz em seu fecho, “Felizmente, você tem o direito de escolher o que gostar mais. E é assim que deve ser. Obrigado, Linux”.
Saiba mais (linuxjournal.com).










Eu acho que ALGUMAS partes do Linux deviam ser padronizadas. E isso já devia ter acontecido. Por exemplo, era para ser apenas um tipo de pacote pré-compilados para todas as distros.
Os arquivos de configuração também poderiam ficar no mesmo lugar, ou ter uma forma padrão de localizá-los.
Está bom assim do jeito que está, se padronizar demais, vai parecer outro sistema fechado que existe por ai. Eu prefiro que fique assim, do jeito que está. Tem Linux de todos os sabores e gostos, assim, cada um pode escolher a que melhor que irá lhe servir.
Viva o Linux, do jeito que está, se mexer muito estraga.
Abraço a todos!
Bom, acho que pretendem fazer uma padronização para tornar a base mais comum e ’sem códigos desconhecidos’ para depois fechar o código.
não
Não.
Ele deveria ser padronizado sim. mas quero ressaltar que padronizado não é fechado.
Arquivos de configuração deveriam ter seus locais e conteúdos padronizados. Features que todo mundo tem que ter deveriam ter apenas uma única implementação (mesmo que com vários branches).
Desta forma a plataforma como um todo poderia gastar mais energia melhorando o que tem e criando novas coisas e menos reinventando a roda o tempo todo.
isso vale tanto para o SO quanto para os “aplicativos essenciais”, não me agrega nada ter 56462462 aplicativos diferentes para reprodução de audio e vídeo e todos eles só fazerem o básico. é melhor ter 2 ou 3 que sejam realmente fodas.
Ora, quem quiser isso que vá usar OS X! (dizem que é o “linux que deu certo” ;-))
A única maneira de padronizar o (GNU/)Linux é fechando seu código ou modificando sua licença proibindo qualquer tipo de despadronização.
Embora em implique um pouco com aqueles que inventam de, do nada, criar uma “nova distribuição”, sou totalmente contra o impedimento de alguém criar algo novo (tô dizendo realmente algo útil), ou modificar às suas necessidades (ou a dos outros).
É para isto que existe o padrão LSB, mas infelizmente o pessoal se resume a discutir que tipo de padrão de empacotamento é mais “eficiente” que o outro(deb X rpm)…
Pense comigo se padronizar vai ficar mais fácil para escrevem Virus e Malwares afinal vai ser mais fácil de propagar pois todo mundo ia ter sistema igual de baixo do “capo”
Que legal vou poder usar todos aqueles penduricalhos de anti-virus, anti-spyware, anti-acido ……..
Não.
Se querem padronização, usem o Windows ou o MacOSX. Não estamos dispostos a destruir nossa cultura por causa de meia dúzia de pessoas arrogantes e egoístas que apenas querem um sistema fácil de usar e gratuito às custas do esforço de outros.
Nem mesmo o Unix é todo padronizado. Um administrador de AIX ficará todo perdido quando for fazer a mesma tarefa em um Solaris por exemplo. As empresas é que devem procurar padronizar o seu parque de sistemas operacionais se assim desejarem.
Penso nos programas (e distros) como criaturas em um ecossistema.
Como escolher dois ou três melhores, em qualquer aspecto, sem existir uma diversidade antes?
Talvez falte propaganda e marketing para que conheçamos as opções, só isso. Mas é obrigação do consumidor, seja de produtos ou tecnologias, pesquisar e conhecer se quiser fazer a melhor escolha.
“Arquivos de configuração deveriam ter seus locais e conteúdos padronizados.”
Como pares nome=valor em arquivos em /etc ou ~/.aplicfoo?
“Features que todo mundo tem que ter deveriam ter apenas uma única implementação (mesmo que com vários branches).”
Bobagem, várias implementações e APIs fazem bem para a evolução de idéias. Se alguma for realmente boa e vingar, vai naturalmente ser mais usada. Seleção natural é a melhor coisa ao invés de padrões inventados ou forçados.
“não me agrega nada ter 56462462 aplicativos diferentes para reprodução de audio e vídeo e todos eles só fazerem o básico. é melhor ter 2 ou 3 que sejam realmente fodas.”
Isso é verdade. Você apenas parece não levar em conta que esses 2 ou 3 podem ter evoluído de um daqueles 56462462.
Acredito que deveria existir padronização em ítens relacionados aos drivers, de modo que qualquer fabricante de hardware pudesse escrever apenas um único código para o driver de um determinado dispositivo e disponibilizar os bínários do mesmo para que as distros empacotassem-no da maneira que quisessem.
Se algo desse tipo for possível, seria muito útil e bem mais prático. E os fabricantes de hardwares teriam um motivo a menos para para evitar o Linux.
Unix de código aberto e padronizados (bem, são na prática…) eKcistem!
http://www.freebsd.org
http://www.netbsd.org
http://www.openbsd.org
http://www.slackware.org — ehejaheajehaj claro que é, tá 993423 anos usando o mesmo sistemas de pacotes, mesmas configurações, mesmo kernel… hehaheha… se isso não é padronização, eu não sei o que é.
é lógico que tem que ser padronizado!. se todo mundo quer customização então por que a maioria escolhe o windows. Grandes empresas reclaman que desenvolver drivers para seus produtos para linux se torna inviável devido a cada linux ser diferente. Empresas como a autodesk e várias empresas de games tem a mesma opinião.
O ideal é que que todo linux fosse baseado no ubuntu.
O ambiente gráfico no linux é uma bagunça tem distrô que usa gnome, outras usam KDE, outras usam xfce, outras enlighment, etc.
Se toda distrô fosse baseado no gnome e todo mundo se concentra-se no desemvolvimento dele, concerteza já teriamos um ambiente gráfico que agrada-se os usuários que usam windows e também teriamos muito mais programs sem problema de incompatibilidade.
Eu acredito que linux só vai estourar mesmo em 2009, Acredito que até o final de 2009 o linux terá um marketshare de 25 %
Essa historinha de que fabricante precisa de padrão para escrever drive, na minha opinião é balela, conversa para ovídeos (tá na moda aqui na região do gado) dormir, veja, o kernel padrão existe, sai da maquina do Linus (modo de dizer), só fazer para este e pronto, acontece que o drive para ser incluído tem de seguir alguns padrões determinados pelo Linus, ai eles não querem, então ….
Todo mundo que teve vontade teve seus drives portados, se abrir a documentação fica mais fácil ainda, mas ai é uma outra historia.
Os fabricantes de hardware querem algo em que eles possam obrigar seus clientes a trocar a peça a cada X tempo, comprar, comprar e comprar, o mesmo se aplica as softhouses, principalmente as de games, eles querem vender o máximo possível do seu ultimo título.
Ambas estão no seu direito, agora querer que um sistema fique do jeito que elas queiram, apenas para ter mais uma plataforma suportada não dá, seria totalmente avesso tanto a proposta da FSF quando a idéia original do Linus.
Eu encaro cada distribuição como um sistema operacional diferente, independente de ser ou não baseado em um outro, assim, evito aborrecimentos e (mais) cabelos brancos, para mim está bom como está.
A proposito, bem pertinente o artigo do Linux Journal, esta semana que passou participei de duas discussões justamente sobre isso, ambas começaram em do nada, em um tópico que nada tinha haver com isso, então está mesmo na cabeça das pessoas o assunto.
Vai usar Windows ou Mac então.
” O ideal é que que todo linux fosse baseado no ubuntu. ”
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
Realmente, não foi o linux que mudou e sim a comunidade.
“Está bom assim do jeito que está, se padronizar demais, vai parecer outro sistema fechado que existe por ai.”
Uma coisa é plataforma fechada, outra é padronizada.
“não me agrega nada ter 56462462 aplicativos diferentes para reprodução de audio e vídeo e todos eles só fazerem o básico. é melhor ter 2 ou 3 que sejam realmente fodas.”
não precisa chegar a tanto, desde que o mesmo software possa ser instalado em qualquer distro sem nenhuma dificuldade ou adaptação.
“Ora, quem quiser isso que vá usar OS X!”
OS X não é livre e roda em uma plataforma proprietária.
“A única maneira de padronizar o Linux é fechando seu código ou modificando sua licença proibindo qualquer tipo de despadronização.”
Tem certeza?
“Pense comigo se padronizar vai ficar mais fácil para escrevem Virus e Malwares afinal vai ser mais fácil de propagar pois todo mundo ia ter sistema igual de baixo do “capo””
A dificuldade de programar é a mesma, já que não vai mudar as APIs. O que irá melhorar é que os desenvolvedores de software não vão ter de ficar escolhendo distribuições pra homologar e o suporte à plataforma iria aumentar consideravelmente.
“Como pares nome=valor em arquivos em /etc ou ~/.aplicfoo?”
Exato. O problema é que algumas estão no /etc, outras no /usr/lib/, outras no /usr/share/conf/,… etc.
Daí conforme a distribuição você tem de ficar caçando o arquivo pra configurar. Sem falar que nem o nome do arquivo de configuração é necessariamente padronizado.
Dario, GNOME não é Linux. Na verdade a maioria dos programas para linux nem são “programas para linux”, já que a maioria é multiplataforma, funcionando em vários sabores de Unix (alguns até no Windows?). E não há nada contra utilizar esta ou outra toolkit. No Linux (aff…) existem várias toolkits, bibliotecas diversas, etc, ao contrário do Windows, onde a maioria dos programas utilizam basicamente ferramentas distribuídas pelo fabricante (MS) (nem preciso dizer que no OS X isto é muito mais evidente). Mas normalmente há um consenso nas bibliotecas gráficas no Linux: ou usa-se GTK ou Qt, tanto em softwares comerciais quanto opensource. E isto não dificulta em nada o desenvolvimento de programas comerciais, já que estes normalmente já vem com todas suas dependências compilladas estaticamente, não necessitando de muita coisa a mais.
Em relação aos drivers, é verdade. Hoje em dia não tem como um fabricante de hardware criar um driver para Linux. Principalmente pelo fato de que estes fabricantes ainda tem uma visão voltada para o Windows. Simplesmente querem distribuir um binário, compilado para uma só versão do kernel (como acontece no Windows, já que o kernel do windows não recebe atualizações tão freqüentes quanto o Linux), e reclamam que não funciona numa versão diferente. O Linux é um só, basta recompilar um módulo - algumas vezes uma mudança aqui e acolá - e tudo beleza!
(IMHO!!!) O problema, como eu disse, não é tanto a despadronização, mas a visão que os fabricantes de hardware tem. Acho que não custa nada abrir o código de um driver, principalmente porque não é o driver que é vendido, portanto a abertura de seu código não trará prejuízo algum.
No caso dos desenvolvedores de softwares comerciais, me diz como uma empresa que desenvolve utilizando ferramentas microsoft ou borland (delphi) (extremamente não portáveis) vai desenvolver para Linux? O cara chega e ve que os componentes que ele utiliza no Windows não existem no Linux. Desenvolver uma versão só para o Linux? Isso dá trabalho demais (além de ser muito custoso). Mas aí vc vê o camagada que desenvolve utilizando ferramentas opensource (normalmente de caráter multiplataforma) para Linux. Com um pouquinho mais de esforço o cara consegue portar o software para FreeBSD, para Solaris, para Mac, para Windows!: GTK é portável, gcc é portável, Qt é portável, SDL é portável, openGL é uma tecnologia portável, dentre outras trocentas ferramentas opensource, que funcionam em muitos SOs e arquiteturas de processador.
Quer um exemplo? Inkscape, Gimp, OpenOffice funcionam em Linux, Windows, dentre outros. Corel Draw, PhotoShop, MS Office funcionam em quantos sistemas? Como que uma grande empresa não consegue fazer o que um bando de “programadores desocupados hippies que não pensam em dinheiro” fazem?
Aí vem o camarada e diz: “dot net é multiplataforma: funciona em 9 versões do Windows!”
Concordo com esse último brother, o Dario.
Eu quero é facilidade…todo “usuário” quer…
Se um tipo de pacote (deb, rpm, etc) é melhor que o outro em 1×10E-22 (qualquer medida) quem se importa!
“Quem quer padronização que va usar windows - OS/x”…que afirmação infeliz…me lembra um “Brasil, ame-o ou deixe-o”…
E sim, eu quero um sistema gratuito e fácil de usar feito às custas dos outros…não mandei ninguém fazer! Fazem porque gostam… Se desenvolveu e distribuiu, já era!
Simplesmente a resposta é não.
Besteira isso. Eu usei Conectiva, Slackware, Ubuntu e hoje Archlinux e nunca me atrapalhou ter lugares diferentes de configuração.
Alias, se querem algo próximo ao Unix, Slackware é a resposta.
Eu acho meio estranho aqueles montes de links simbólicos que a Debian e suas derivadas colocam…
O sucesso do Ubuntu está mais para o marketing da Canonical (no qual ela está mais do que certa em fazer) e a facilidade de uso.
Aliás, nem mesmo os pacotes do Ubuntu são compatíveis com os do Debian (distro da qual ele se originou….)
Eu estou “namorando” o OpenSolaris, nem por isso não vou querer usá-lo porque ele “não pode instalar os programas nos mesmos lugares que os outros”.
Novamente, esta mentalidade vem daquelo outro sistema operacional.
Padrão não convive bem com liberdade.
Abraços.
E desde quando a maioria aqui no BR-Linux liga se é proprietário ou não?
O importante é que seja “di grátis” e fácil de usar, não é verdade?
E sim, eu quero um sistema gratuito e fácil de usar feito às custas dos outros…não mandei ninguém fazer! Fazem porque gostam… Se desenvolveu e distribuiu, já era!
É por essas e outras que a padronização é um perigo ao Linux.
1) O Windows é escolhido não porque é padronizado, porque simplesmente era o ÚNICO sistema para desktop disponível.
2) Pela citação do colega CCF, supracitada, é que vejo o motivo do muitos reclamarem da “comunidade” de software livre do Brasil. O importante é o “di grátis”. Só a afirmação acima é um motivo mais do que óbivo para NÃO padronizar….
Com certeza não.
A unica queixa que tenho é a falta de padrões nos pacotes, embora não exista mais aquele abismo que existia antes quando determinado pacote existia pra “A” e não existia pra “B” realmente isso tem melhorado, pelo menos nas distros baseadas em RPM (as únicas que sempre usei até hoje).
Entenderam o que eu disse acima?
Da perspectiva do usuário novato, eu acho que um certo grau de padronização seria uma boa.
O cara sai do Windows e não consegue entender que existem umas 500 distribuições diferentes. Aliás, ele nem entende o conceito de distribuição. Prá ele, existe Rwindows, Mac e Linux. “500 Linuxes diferentes? Meu Deus, isso é uma bagunça! Não é à toa que não vai prá frente! Por isso é que é de graça. Logo vi!!!”
Porque nem todo mundo é ou quer ser nerd (aliás, nerds devem ser uns 5%, o restante só quer usar, como se fosse uma ferramenta qualquer, no que eles estão certos, computador é ferramenta mesmo).
Mas como disse disse o cara que mandou a notícia, essa discussão não faz muito sentido, porque é próprio do SL ser do jeito que é. Prá mim, tá bom assim (mas eu sou nerd!!!!! Eu assisto “The Big Bang Theory” religiosamente às terças na Warner!!! Falar nisso, hoje tem!!! Oito da noite!!! Não percam!!!)
Acho importante lembrar que é normal em todos os sistemas existir varias opções em softwares. É facil achar mais de 5411342143143 players diferentes para Windows, e etc.
Porém padronizações estruturias são otimas na minha opnião!
Na boa, isso não me parece ser o real motivo para a não migração.
Muitos não sabem que existem Unix diferentes (AIX, Solaris, HP-UX…)
Toda mudança é custosa.
Não podemos negar que o Ubuntu está fazendo um belo papel nessa área.
Creio que a maioria liga sim se é proprietário ou não, embora sem dúvida haja exceções, e todos os dias vejamos exemplos dela.
Se preferem padronização, o usuário leigo/windows já tem uma escolha: o Ubuntu.
Como disse, eu uso o Archlinux, não me importo de ser a distro “mais popular”. Aliás, se fosse pra usar algo popular, usaria “aquele” outro S.O. :D
Abraços.
Não sei porque o pessoal implica tanto pois o usuário final não quer saber se o sistema é verde ou amarelo, ele quer que os programas funcionem direito…
A padronização serviria no caso dos desenvolvedores e técnicos, especialistas afins, para usuário o mais importante é mesmos os programas que tal distro oferece e o suporte. Isso sim é que deveria ser padronizado, por exemplo porque tem infinitos pacotes compilados de uma distro e outra nem a metade, aí o individuo que nunca ouviu falar em compilação acha que é necessário levar o computador para “benzer” antes de tentar fazer qualquer coisa nele!
Agora pra quem quer organização, basta escolher uma única distro e seguir o seu desenvolvimento e se puder(quase que obrigatoriamente, se for o caso de querer seu sistema redondo) participe do desenvolvimento pelo menos relatando bug’s.
Mas muitos que querem reclamar do sistema são aqueles que ficam “pulando de galho em galho”, não usam uma única distro mas conseguem reclamar de todas…
Foi o que disse anteriormente: quer padrão, fica com uma distro e pronto.
As mais populares: Mandriva, Ubuntu, OpenSuse, etc…
Simples assim.
Eu também sou adepto de que padronizar algumas coisas é saudável para toda a comunidade, principalmente para os leigos ou os sem tempo pra pesquisar mais.
A Mandriva é uma empresa que também acredita nisso e a prova disso é estar tentando pela terceira vez algo do tipo. Dessa vez a proposta do Manbo-Labs junto à TurboLinux é mais realista, ao invés de criar uma distro padrão única, eles vão criar um sistema base único que será compartilhado entre as distros, todo o resto que é na realidade o que diferencia uma distro da outra será cada um com o seu. Acho uma iniciativa ótima e espero que outras empresas como a RedHat e Novell parem de olhar pro próprio umbigo e pelo menos pensem em aderir ao Manbo-Labs.
Mandriva Linux rocks! ;)
Gente até mesmo dentro do mundo MS, a padronização não ajuda em nada, sempre que coisas boas vieram, vieram da mão dos nerds.
Afinal se fosse por padronização hj só haveria audio wav ou wma, video o antigo avi ou o gigantesco mpeg.
a maior parte das ferramentas que “pegaram”, não eram padrões a exemplo:
mp3, pdf, divx e xvid. entre inumeros outros exemplos.
alem do que baita padronização que há, ter que instalar plugin no office 2003 pra abrir o padronizado DOC salvo no 2007.
gente o mundo do software não precisa de padronização, padronização é coisa de preguisoso
NOSSA!!! Programação envolve muito orgulho e ego!
Sempre pensei na grande vantagem do Software Livre como a possibilidade de aprimoramento, através de colaboração. Me corrijam se isso for uma idéia ESTÚPIDA!
Como pode haver aprimoramento se todo mundo que ir para LADOS DIFERENTES?
A PADRONIZAÇÃO é uma necessidade prática. Mas concordo que ela não deve impedir a liberdade de escolha e, sinceramente, NÃO VEJO COMO ELA FARÁ ISSO desde que o código permaneça aberto e sob copyleft.
Tem tanta coisa que pode melhorar nas distribuições mais pops… é incrível que a comunidade tenha tanta dificuldade para encontrar objetivos em comum entre projetos diferentes!
E que mal faz tentar tornar a coisa mais simples para o usuário leigo? O maior princípio do software livre não é justamente AJUDAR AO PRÓXIMO??? Ou isso é só desculpa de programador para poder ter seu nome na linha do código?
Opinião dada.
“gente o mundo do software não precisa de padronização, padronização é coisa de preguisoso”
E você vem falar isso para mim que estou aqui na minha faculdade precisando revisar e imprimir meu Projeto de Monografia (para hoje!!!) que está em ODT e esta PORRA desta facul só tem MS OFFICE instalado…
Eu sei… eu sei… o Google Docs edita, mas a formatação é uma merda! Estou baixando o OpenOffice.org Portable para botar no pen drive, mas só o tempo que estou perdendo… ACHO QUE VOU PERDER A MERDA DO PRAZO!!!
“padronização é coisa de preguisoso”
Meu dedo tá coçando pra te dar uma resposta….
“Quer um exemplo? Inkscape, Gimp, OpenOffice funcionam em Linux, Windows, dentre outros. Corel Draw, PhotoShop, MS Office funcionam em quantos sistemas? Como que uma grande empresa não consegue fazer o que um bando de “programadores desocupados hippies que não pensam em dinheiro” fazem?”
Inkscape e Gimp são muito menores e mais simples que o Photoshop e Corel da vida. Mesmo o OpenOffice que é mais completo paga o preço da multi plataforma sacrificando performance e aumentando o consumo de memória (vai dizer que você não sabia).
Os grandes softwares comerciais não são feitos em VB e Delphi e não são simples de portar, por isso “alguns usuários” conseguem portar seus programas VB e “outras grandes empresas” não conseguem. Mas acho que você também já sabe disso.
“Agora pra quem quer organização, basta escolher uma única distro e seguir o seu desenvolvimento ”
A coisa não é tão simples. O sujeito vai seguir sua distro, mas quando precisar instalar um software que não está nos repositórios oficiais vai se deparar com erros de arquivos não encontrados (que existem) ou pacotes não instalados (mas que estão lá). Se precisar de suporte então, ainda corre o risco da distro não ser homologada para o produto, gerando mais custos. Daí vai sair alimentando a lenda que Linux é pior que Windows, que o TCO é mais caro, etc.
Não gostam de padrões? Então esqueçam o W3C, o TCP/IP, XML, SOAP e a briga pelo ODT ser um padrão ISO. Sua página web não abre? Navegue só nas páginas que abrem! Instale um protocolo de rede particular e converse com seu primo, esqueça o resto!
Menos, né gente?
Salve, Povo!!!
Já existe uma padronização do Linux, LSB está aí pra isso, só que nenhuma distro é obrigada a seguir, como aliás várias fazem.
“Seguir” uma única distro pode ser uma solução, perigosa, mas é. No caso de UMA empresa precisar de UMA APLICAÇÃO que não existe em um repositório oficial… venhamos e convenhamos, que empresa hoje em dia acha que ainda pode sobreviver dos favores do sobrinho do dono ou do consultor de INFOEXAME? Não pode PAGAR alguém pra poder compilar o tal programa, atualizá-lo e mantê-lo em um repositório próprio ou quem sabe ajudar no desenvolvimento daquela app?
Um dos problemas dos usuários de Software no BRASIL é que muitos acham que tudo em informática, exceto hardware, é “di grátis” como comentaram acima. Vamos fomentar o mercado e remunerar a mão-de-obra interna, ou vamos esperar que criem uma superdistro padrão que a todos irá dominar? Deixamos que a Conectiva, que estava tentando fazer um bom trabalho fosse aglutinada pela Mandrake porque ficamos vislumbrados com os espirais, chapéus vermelhos, camalões, etc… Perdemos a chance de criar um verdadeiro guerreiro que nunca deixará de ser um kurumin, porque o mercado interno acha que ele só presta pra vender micro barato ou pra “se mostrar” pros usuários de windows, e que hoje se voltou pro lado marron/laranja da força.
Se continuarmos com esses pensamentos pequenos nunca teremos sequer um caminho a seguir. E ainda tem mais: enquanto estamos aqui discutindo “o futuro das distros Linux”, elas, as distros e outras “pequenas” empresa, como IBM, Dell, Canonical, Red Hat, etc… estão JUNTAS lutando por uma adoção do Software Livre por parte dos FABRICANTES de HARDWARE, lembram, aquela única parte da informática que não é “di grátis” aqui no Brasil?
Padronização de bibliotecas, arquivos de configuração, diretórios? Alguém já usou ln -s? Tem uma distro tupiniquim com uma estrutura nada ortodoxa que se vale desse “artifício” herdado do UNIX para resolver os problemas de compatibilidade e acho que ninguém ainda reclamou da “falta” do etc, ou coisa parecida.
Sou a favor da padronização na direção da liberdade de escolha e de software. Se eu quiser ser IDIOTA para criar um sftware e dá-lo “di grátis” ninguém é OBRIGADO a ser IDIOTA e usá-lo, se não for bom ou não te servir, não usa, meu caro. Simples assim.
Os principais softwares livres existem em virtualmente todas as distros, os que não existem podem ser COMPILADOS e EMPACOTADOS, mas pô! Usuários final não precisa saber compilar nada! Concordo e digo mais, se não fosse a “boa vontade” de alguns IDIOTAS, o Linux não passaria de um projeto de conclusão de curso superior, esquecido na prateleira ou num HD de uma universidade lá na Finlândia, e hoje todos estaríamos felizes com nossos Windows Me 2008 Ultimate Pirate Edition++.
Padronização. Quem quiser que tente viver com ela, preso em sua caixinha, esperando que outra revolução aconteça e quebre paradigmas e costumes e padrõe de fato ou de direito. Sempre haverá quem não concorde com eles e vá de encontro, tentando, quebrando a cara e conseguindo se destacar por não seguí-lo, por deturpá-lo, por quebrá-lo, entendê-lo e melhorando-o para, se for IDIOTA o suficiente, divulgar a todos, para que possam, mais uma vez acordar do torpor da vida corretinha, guiada por padrões criados por quem tem interesses que não nos interessam ou que não precisamos entender.
Queres padronização? Nem fale de Windows! Afinal de contas, qual padrão ele respeita corretamente? Use BSD, que utiliza um compilador ANSI C, no mínimo era o que todos que rezam esse mantra deveriam fazer.
Se conseguires chegar até aqui,
Saúde e Paz.
Padronização no sistema de pacotes, e no ambiente desktop, sim.Se quiser chegar ao usuário final. Senão, continuem dando vivas a liberdade…
“Inkscape e Gimp são muito menores e mais simples que o Photoshop e Corel da vida. ”
Nem tanto…Um exemplo é o Blender 3D, software extremanente complexo, e portado para um sem fim de plataformas.
O problema desses grandes softwares, chama-se POG. Essa é a única razão para dobrarem de peso a cada versão, continuando a mesma porcaria da anterior.
Não se porta Sofrware Proprietário para Linux devido ao baixo índice de usuários pagantes. Os usuários do Linux são conhecidos por quererem tudo “free”.
“Nem tanto…Um exemplo é o Blender 3D, software extremanente complexo, e portado para um sem fim de plataformas.”
Acredita mesmo nisso? É geometria aplicada, mas não é nada fenomenal não.
Os grandes softwares são desenvolvidos utilizando APIs do sistema operacional, esse é o principal motivo. Por isso o custo de portar o software é tao alto.
Mas acho que você também já sabia.
Você descobriu isso só agora?
O grande problema é: padronizar o que? Uma distribuição só? Impossível. “Padronização” é um termo muito vago.
Talvez porque você esteja enxergando só o seu ponto de vista, achando que ele é o ponto de partida para tudo.
O maior princípio do software livre não é ajudar o próximo, e sim o compartilhamento da informação.
Eu me recuso a pagar por um “punhado de bits”…o software só existe quando a máquina está ligada!
Se eu precisar dos serviços de suporte do camarada que o fez, aí já é outra história…
Se o cara desenvolve o software, é porque gosta de fazer…
Desenvolvi uma ferramenta no meu TCC em Java, já passei os fontes para várias pessoas que se interessaram e o pediram ao ler meu artigo…sem problemas!
Outra coisa, se padrões fossem tão ruins assim, não criariam padrões de projeto (Singleton, abst factory, etc.) ou frameworks…
Gente, to vendo que tem dois termos sendo confundidos aqui…
Estamos discutindo que padronização não presta, mas não qualquer padronização. É aquela que é criada para facilitar a vida dos usuários e que acaba por cercear a liberdade de criação e adaptação dos softwares, pois todos sabem que comodidade por comodidade, o mundo tava até hj usando maquina de escrever eletricas, ou então usando computadores decimais.
agora o que tem gente chamando de padrão, mas não é padrão, são condutas, quando a gente ta programando em C ansi, ninguem ta dizendo programa em ansi, pq é proibido programar em c puro, ou c++, e sim dizendo que o c ansi, é a melhor escolha.
padronizar distribuições seria a mesma coisa que por exemplo
“todos os quartos devem ter esse formato e estes moveis dispostos deste jeito, mas podem ser da cor ou cores que for”.
o software livre(programadores, empresas, governos, comunidades) se organiza sozinho, não precisa ninguem dizer pra gente usar isso ou aquilo, vamos sempre usar o que quisermos, e sabemos escolher o melhor para nós.
padronizar serve apenas para empresas que não desejam compartilhar o que sabem, com medo de alguem fazer melhor ou melhorar o que fizeram e ficarem com cara de tacho diante da opinião publica.
if(”Padrão” == “Covardia”){
echo “Microsoft”;
}else{
echo “Liberdade”;
}
Marcos Alexandre:
Os grandes softwares são desenvolvidos utilizando APIs do sistema operacional, esse é o principal motivo. Por isso o custo de portar o software é tao alto.
Mas acho que você também já sabia.
Dizer que um software só é grande se utilizar APIs do SO, ao meu ver isso é míopia. O Blender usa a OpenGL…Muitos bons aplicativos usam Java, Python etc…O Blender 3D é muito mais que simples geometria aplicada, assim como seu concorrente mais famoso, o 3D Max…Ou você acha que Open GL é somente “geometria aplicada”? Se for, vide DirectX. Mais acho que disso você já sabia…
O compartilhamento da informação é apenas o meio pelo qual se atinge a finalidade do software livre. Se eu estiver errado então acho que aquele tal de Stallman deve estar falando um monte de besteria:
Freedom 2: The freedom to redistribute copies so you can help your neighbor. (Richard Stallman em FREE SOFTWARE FREE SOCIETY, justamente no capítulo “Free Software Definition”, pág. 41)
TRADUÇÃO LIVRE: “Liberdade 2: A liberdade para redistribuir cópias de forma que você possa ajudar seu vizinho.”
E o que falei sobre a vantagem do aprimoramento, também não saiu da minha cabeça:
This means much more than just saving everyone the price of a Unix license. It means that much wasteful duplication of system programming effort will be avoided. This effort can go instead into advancing the state of the art. (Stallman, pág. 34)
TRADUÇÃO LIVRE: “Isso siginifica muito mais do que simplesmente poupar todo mundo do preço de uma licença Unix. Significa que será evitado muito esforço desperdiçado na duplicação de programação de sistema. Este esforço pode ir, outrossim, para o avanço do estado da arte.”
Mas acho que ele deve estar falando besteira… Afinal, o quê Richard Stallman entende sobre software livre??
Perdoem a ironia, não posso evitar.
Disse tudo! (aplausos)
Sem padrões, não existiria a comunicação; qualquer comunicação.
[...] rolando uma discussão no Br-Linux por conta de um artigo no Linux Journal, justamente envolvendo o tema padronização. Não é de [...]