Gazeta do Povo: “Proclame a independência do seu PC”
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Matéria da Gazeta do Povo, via PSL-PR: “(…) Você já imaginou ter um PC totalmente “livre”? Se antigamente isso era sinônimo de complicação, programas como Ubuntu, BrOffice e Firefox tornaram ações como navegar na web, digitar textos, ouvir música e assistir a vídeos tão fáceis como no Windows, Office ou Internet Explorer.
“Ao descobrir isso, abandonei os softwares pagos e troquei tudo por programas livres”, diz Marcela. “Assim não fico na mão de uma só empresa (a Microsoft). Sou livre, não pago nada e nem recorro à pirataria.”
O maior ícone atual desse movimento é o Firefox, navegador de internet que pode ser instalado tanto em sistemas operacionais livres (o famoso Linux, do qual o Ubuntu é atualmente a versão mais bem-sucedida) como no próprio Windows. Na semana passada, o lançamento da versão 3.0 do programa mobilizou, em 24 horas, 8,3 milhões de pessoas, com 9 mil downloads por minuto. (…)”
Saiba mais (softwarelivreparana.org.br).
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Lucas; dentro do escopo da matéria entendo que o autor da reportagem se refere a independência em relação as empresas de software.
Mp3, DOC e Flash representam monopólios de padrões fechados, mas o dia em que isso representar um problema para mim não creio que terei dificuldade em converter tudo para OGG e ODF, então não vejo como uma ameaça a minha liberdade.
Salvo o Flash, mas este será substituído a longo prazo se não abrir seu código.
Quanto a drivers já é outra história. Eu uso drivers da NVidia porque comprei uma placa da NVidia. Como há liberdade para outros fabricantes explorarem o mercado de placas de vídeo, creio que há espaço suficiente para o exercício de minha liberdade enquanto consumidor para escolher produtos desta empresa ou não.