Fundação Shuttleworth reforça apelo da África do Sul contra o OOXML na ISO
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“A Fundação Shuttleworth, criada pelo sul-africano Mark Shuttleworth, fundador do Ubuntu, divulgou as razões pelas quais discorda do OOXML como um padrão ISO, e declarando sua convicção de que o South Africa Bureau of Standards (a ABNT deles) tem um caso sólido em sua apelação.
Ela diz que o SABS espera que outros órgãos juntem-se a ele na apelação contra o OOXML como padrão ISO. Se a apelação for bem-sucedida, aí o OOXML será rejeitado como padrão, e teria que ser novamente submetido (para um terceiro processo de votação), algo que a Fundação espera que não aconteça, por acreditar que ter 2 padrões para a mesma coisa (a ISO já tem um padrão para formatos de documentos deste tipo, o ODF) reduz a interoperabilidade.
Segundo o comunicado, o processo de análise e aprovação do formato da Microsoft não cumpriu procedimentos vitais da ISO. Um representante da Fundação declarou que o fato de o OOXML, um padrão ainda insuficientemente maduro e que declaradamente não poderá ser implementado na prática nem mesmo pelo seu proponente antes de 2011, ter sido aprovado da maneira como foi coloca sérias dúvidas sobre a integridade da ISO.”
Enviado por Tatiana T – referência (groklaw.net).
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Quero ver quem vai criticar o Shuttleworth agora!
Depois de todas aquelas críticas contra o Ubuntu (que 80% eram críticas pessoais a ele! )
A galera critica ele e o ubuntu porque estão sendo conhecidos pelas massas,acham que é um novo bill gates.Bem o cara soube usar o linux para atingir pessoas que são excluidas por nerds que ativistas.
Alguns podem até não concordar com as críticas feitas ao Ubuntu, à Canonical e ao Mark Shuttleworth, mas nem por isso podem desmerece-las.
Essas críticas não são fruto de inveja e não se resolvem com um “use outra distro e pronto”.
Tais críticas são bem fundamentadas e dizem respeito as conseqüências em relação ao linux e software livre em geral.
Só pra lembrar, pois estes argumentos foram exaustivamente discutidos aqui no blog, mesmo que o assunto tenha sido desviado e distorcido várias vezes, eis o ponto para qual não vi resposta:
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- Das 4 distros mais populares do universo linux (Fedora, openSuse, Mandriva e Ubuntu),todas patrocinadas por empresas, o Ubuntu, justo a mais popular delas, é a que menos contribui com projetos upstream (kernel, gnome, kde, openoffice…).
O Ubuntu, por sua vez, investe pesado em marketing e por isso vem ganhando bastante mercado. Vejamos se é justo: As outras distros de empresas investem no aprimoramento do sistema, enquanto o Ubuntu usufrui disso mas prefere investir em marketing, ganhando uma vantagem desleal em relação aos concorrentes.
Isso é ilegal? Logicamente não, eis a GPL.
Isso é anti-ético? Com certeza, por isso tantas críticas.
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O que argumentar contra isso?