Visite também: UnderLinux ·  VivaOLinux ·  LinuxSecurity ·  Dicas-L ·  NoticiasLinux ·  SoftwareLivre.org ·  [mais] ·  Efetividade ·  notebook  

Fabricantes apostam em nova plataforma Linux para celulares

“A Samsung Electronics e a LG Electronics apresentaram nesta segunda-feira (11) novos celulares usando software aberto Linux da fundação Mobile Linux. Essa organização afirmou que 18 modelos, de sete fabricantes diferentes, utilizariam o seu software. A segunda maior fabricante mundial de celulares, Samsung, que usou o Linux em seus aparelhos em 2006, lançou o novo modelo SGH-i800, acionado por software LiMo, no Mobile World Congress, enquanto a LG demonstra um protótipo do LG LiMo. O Google também está utilizando o Linux como peça central de sua plataforma Android.

O mercado de plataformas de software para celulares é liderado pela S60, da Nokia, baseada no sistema operacional Symbian, que desfruta de ampla vantagem de mercado sobre o Windows Mobile, da Microsoft. Mas muitos dos pesos pesados do setor de telefonia móvel - como Vodafone, NTT DoCoMo e Huawei - são membros da fundação Mobile Linux.”

Enviado por Sharles (sharles·saΘgmail·com) - referência (g1.globo.com).

Esta nota foi publicada por Augusto Campos em 11/02/2008 às 7:00 pm na categoria Mercado. Você pode acompanhar as respostas assinando o feed de comentários (RSS 2.0). Comentários e trackbacks estão desativados.

- Indique este artigo para um amigo!
Notícias em destaque:
Notícias em discussão:

2 Comentários para “Fabricantes apostam em nova plataforma Linux para celulares”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 11/02/2008 às 7:24 pm

    O Linx entrar de vez nesse mercado seria uma boa. Com o PalmOS estagnado, o Windows Mobile vem ganhando mercado rapidamente e ameaçando o Simbian. Antes de virar um monopólio, a entrada de um novo rival pode reverter a curva de crescimento do WM

  2. Mas alguém aí sabe se os sistemas são open-source (ou ao menos a “parte interessante”)?