“Em vez das baleias, salve o XO e o ClassMate”
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Trecho do post da Sandra Carvalho, da revista Info: “A batalha de relações públicas para colocar um minilaptop de 7 polegadas nas mãos das crianças nas escolas está prestes a ser perdida no Brasil – seja com XO, seja com ClassMate PC. (…) Pondo os pés no chão: hoje não há laptop de 100 dólares para governo algum comprar. Seja XO, da OLPC, seja ClassMate, da Intel, produzidos aqui ou na China. Para salvar a proposta de levar maquininhas úteis como essas para escolas brasileiras, o governo poderia deixar isso claríssimo, em primeiro lugar. Em segundo, na hora de fazer suas compras, separar o que é computador de frete, instalação, treinamento e outros serviços adicionais das licitações.
Do jeito em que as coisas estão, o governo estimula comparações desfavoráveis com uma idéia romântica, que nunca se materializou – um notebook de 100 dólares – e complica ainda mais as coisas ao tentar emplacar, junto, um pacote de serviços de logística complicadíssima, que obviamente custa dinheiro. Nessa confusão, enxergar transparência – se é que existe – fica difícil. Se o Uruguai compra só o hardware, sem serviço algum, está feita a comparação desfavorável – e desconfiada. (…) É nesse ambiente que a compra dos laptops escolares é examinada. E é nesse clima que as maquininhas podem afundar se os parâmetros da conversa não forem mudados, sempre com transparência máxima.”
Saiba mais (info.abril.com.br).
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Deviamos começar o projeto uma carteira e cadeira por aluno, seguido do projeto uma lousa por sala (…) um professor por materia (…) depois quem sabe um laptop per child.
Por mais que se fale, conheço varios lugares onde não há salas tão pouco professores nem carteiras para todos alunos. Questão de prioridade.
E eu conheço escolas publicas em que além disso tudo ainda tem aulas de inglês, italiano, espanhol e até japonês (poucas vagas, mas tem). Já foi considerada a melhor escola publica do estado de SP, fazem atividades muito interessantes, como um documentário sobre ecologia e um outro sobre a gravidez na adolescência, então, só se basear pelas escolas que não tem nada é complicado, limitar uns por causa de outros acho errado.
Mas que todas deveriam ser, pelo menos, parecidas com esta que citei, isso deveriam.
Ahh, nesta escola tem um laboratório de informática, mas é bem fraquinho, poucas maquinas antigas e de uso muito limitado.
Realmente, concordo com Frederico.
O Brasil precisa de uma estrutura de ensino melhor, antes de pensar em algo assim. Estou no estado de SP, e conheço varias cidades que não possuem computadores, uma sala de computação. Fico imaginando a situação de cidades interioranas de estados menores, como acre. Com certeza, o que o Frederico disse não está fora da realidade. Vemos pela TV, escolas que nem iluminação possuem, nem um meio de transporte adequado para as crianças irem estudar, enfim, Questão de prioridade.