Ubuntu: Distrowatch critica o fenômeno das críticas à mais popular das distribuições Linux
Leia também: Como lidar com a explosão de popularidade do Ubuntu, preservando a diversidade de distribuições.
“O texto principal do último boletim semanal do Distrowatch.com (um dos mais respeitados sites sobre os lançamentos em SOs livres - Linux, BSD, openSolaris…), comenta sobre duas polêmicas que têm sido frequentes em discussões sobre o universo das distribuições Linux: As acusações de violação da GPL por parte de algumas distribuições - como no caso os acordos entre Novell e Microsoft -, e uma segunda parte que trata de repulsa de um grande número de pessoas pelo projeto Ubuntu.
Como o segundo tema citado também tem aparecido bastante em discussões recentes no Br-linux, achei interessante trazê-lo. Segue o início: “Se você se basear no que lê em fóruns e blogs, deve imaginar que o Ubuntu é a distribuição Linux mais odiada do planeta. Não somente porque foi fundado por um milionário, turista espacial e capitalista agressivo, mas também porque o Ubuntu foi criado (de acordo o CEO de uma outra empresa que comercializa Linux) com o único propósito de destruir todas as distribuições que existem no mercado.””
Enviado por Gabriel f. (gabriel·jgtfΘgmail·com) - referência (distrowatch.com).

A conclusão é interessante: “Ao mesmo tempo em que nenhum leitor inteligente vai algum dia levar estes críticos mencionados no texto a sério, eles mesmo assim prejudicam a imagem da comunidade Linux e desencorajam que novos usuários se juntem a nós. Algo pode ser feito sobre isso? Não muito, aparentemente. Até que as pessoas comecem a ler o que elas mesmas escrevem e percebam que a atitude negativa sem sentido contra a mais popular das distribuições é contra-produtiva, nós teremos que conviver com o fato de que quem está com mais destaque é também o mais odiado - ao menos nos mais imaturos e destrutivos círculos da Internet”.

Mas a reportagem também diz que isso é próprio do ser humano, porque, quando a Mandrake era a distro número 1, há alguns anos atrás, ela também era malhada por Deus e todo mundo.
É assim mesmo: quando a PCLinuxOS, fraudulentamente ou não (isso ainda é motivo de controvérsias), tomou o pódio do Linux por algum tempo no site da DW, começaram a aparecer, pela primeira vez na vida, avaliações negativas sobre ela.
A coisa é tão artificial, que a Linux Mint, que é pouco mais que Ubuntu + dois ou três scripts sem grande valor agregado, é saudada como ótima. Bem, até o dia em que ela for primeiro lugar… (se isso vier a acontecer, claro).
O ceti tem razão. Ubuntu, uma BAITA distribuição. Vai de encontro àquilo que todo usuário quer: facilidade!
Eu mesmo a usei e muito.
Sou da época que usar Slackware (outra fantástica distro) era pra macho! Pra “nêgo” bom!
Hoje uso o Archlinux. Não porque é melhor ou porque tenho repulsa ao Ubuntu, apenas por me adaptar melhor à ela.
O Ubuntu está no caminho certo.
E que essa “concorrência” faça outras fantásticas distros (Suse, Mandriva, RedHat, Fedora, etc…) a sempre premiar o usuário final com um produto de qualidade….
Abraços.
é preciso saber separar as críticas injustas das justas, afinal quando a crítica é válida, ela é sempre benéfica.
estou usando o kubuntu há 2 anos, tem melhorado bastante, mas a 8.04 deixa a desejar em vários aspectos ainda. é óbvio que indo atrás e esperando algum update a coisa sempre tem jeito de melhorar, mas estamos falando em distro focada no desktop, o que pressupõe um apuro maior na primeira instalação, o que faltou nessa última.
a 8.10 deverá ser a redenção de tudo, ainda mais se o kde 4.1 estiver, até lá, redondo. não terá pra ninguém.
apesar que o opensuse…
Já eu não concordo. Acredito que a malhação p/ cima do Ubuntu tem sim sentido, e algumas razões faceis de explicar:
1) Mark não é adepto do Software-Livre, e sim do Software-Grátis. Se não acredita, leia em: http://www.markshuttleworth.com/archives/77 e junte com softwares proprietários que a Canonical possui ou possuia.
2) A Canonical gasta muito dinheiro com marketing, porém não trás retorno para o Software-Livre, apenas para o Ubuntu. A Canonical possui poucos funcionários desenvolvedores, contribui MUITO POUCO com o próprio projeto Debian e além disso, não contribui em nada com outros projetos, como o Kernel. Ainda quando contribui, os patchs são de baixa qualidade, de forma que a maioria é reprovado pelo upstream, vide a correção do OpenSSL executada pelo pessoal do Debian.
3) Mark vive criticando distribuições “pagas” em seu weblog, porém quer sincronizar sua versão LTS com a Red Hat e a Novell, para que não tenha trabalho em manter funcionários ocupados em um release antigo.
4) O Ubuntu grátis como é, não irá se sustentar. Vide Red Hat, que mudou os negócios. O ubuntu continua como está, pois tem um milionário excentrico por trás. Isso trás desconfiança, pelo menos p/ mim. Acredito mais em uma empresa séria, do que uma empresa com um presidente milionário e excentrico.
5) O Ubuntu tem poucos desenvolvedores nos projetos upstream dos quais depende, de forma que o linux voltaria a ser amador caso o ubuntu roubasse o mercado comercial linux.
ceti, o ranking do distrowatch nunca pretendeu ser um ranking das distros Linux mais usadas.
O Mint, além de scripts e da inclusão de programas de forma mais lógica, guiada pela funcionalidade (como programas KDE no Gnome), possui outro kernel, mais rápido que o do Ubuntu. Isso sem contar codecs, etc, etc… É tudo que o usuário iniciante quer.
A respeito das críticas, é sempre assim. Toda vez que a distro X chega no topo, uma parte do pessoal das distros W, Y, Z começam a malhar!
Ah, detalhe: Uso Ubuntu e também acho que a versão atual foi a mais bugada de todas desde a 5.10 (primeira que usei).
Joao, tenho utilizado a versão mais recente do Ubuntu
e não peguei nenhum bug significante ainda.
Uso o ubuntu desde 2005, acho. Apesar disso reconheço algumas críticas e simplesmente as encaro como sendo críticas construtivas, porque no fim o ubuntu apesar de ser mto bom ,sofre de bugs bobos que incomodam em cada instalação.
Eu usei e ainda o uso o Ubuntu, principalmente a versão server 7.10, mas também concordo que tem vários bugs, ele se tornou impraticável para o meu notebook.
Software livre e construído com o ajuda e pitaco de todos, sempre vi texto por ai dizendo que se você não programa, pelo menos ajude reportando bugs, agora se ninguém pode falar deles a coisa começa a ficar complicada.
Sö queria acrescentar que o artigo traduzido por mim foi publicado no Guia do Hardware:
http://www.guiadohardware.net/artigos/ideologia-ubuntu/
Toda semana nós traduzimos a matéria de capa do DistroWatch.
Já eu fui um dos poucos NO MUNDO a usar a primeira versão, a 4.10 (Warty Warthog). Deixei o Ubuntu há uns 2 anos atrás e experimentei um monte de distros. Depois de descobrir que, prá mim, só o sidux passou no teste, agora uso ele numa partição e instalei o Ubuntu 8.04 noutra. Até agora, não vi nenhum bug maior do que os que experimentei noutras distros. Inclusive, é a única em que o Compiz funciona beleza, tanto desktop quanto laptop.
A verdade é que distro perfeita não existe ainda.
Postado por Xis:
“Mark não é adepto do Software-Livre, e sim do Software-Grátis. Se não acredita, leia em: http://www.markshuttleworth.com/archives/77 e junte com softwares proprietários que a Canonical possui ou possuia.”
Li o texto e não concordo muito com isso. O Mark fala no seu blog:
“As free software becomes more successful and more pervasive there will be an increasing desire on the part of companies to make it more proprietary. We’ve already seen that with Red Hat and Novell, which essentially offer free software on proprietary terms - their “really free” editions are not certified, carry no support and receive no systematic security patching. In other words - they’re beta or test versions.”
Por experiência própria, vejo que toda empresa que compra uma licença de Red Hat ou Suse não se importa se está recebendo SL ou não. A empresa trata a distribuição como uma versão do Windows (se há algum problema, é só acionar a garantia). E se a empresa modificar uma parte do kernel e o ambiente da empresa der problema por causa disso? Alguém conhece uma garantia que cubra as liberdades inerentes ao SL?
Agora, as distribuições comunitárias (Fedora, OpenSuse, etc.) incentivam que seus usuários finais modifiquem, consertem, ampliem a distribuição. Um patch de usuário vira patch oficial em poucas horas, coisa que não acontece na mesma dinâmica nas distribuições “Enterprise”.
De um lado, há a segurança de se confiar numa empresa major para tomar conta de sua distribuição Linux. De outro, há a proveitosa, mas arriscada, liberdade de ter uma comunidade administrando seu Linux instalado. Acredito que o Mark tenha se referido nestes termos.
Como unir as dinâmicas da comunidade e das empresas no desenvolvimento de uma distribuição? Creio que o Mark, junto com outros grupos, esteja procurando a resposta.
Eu n tenho aversão ao Ubuntu, mas tenho pelos idolatras. Foi assim na epoca do Kurumin, os kuru-fanaticos entravam em tudo quanto é site d outras distros pra meter o pau. Boa parte d todo esse fanatismo q derrubou a distro + famosa do Br (Kurumin), é basicamente porq o dono n tem + aonde enfiar tanto dinheiro q resolveu fazer uma distro e sair distribuindo CD pra quem quiser na quantidade q quizerem. Eu n vejo nada d especial nela. Tem um bom repositório? Isso n é suficiente pra toda essa idolatria. No Linux Park 07 em CTBA, eu estive conversando com os representantes da Red Hat e Novell. Eles confirmaram q também passam por problemas com suas próprias comunidades; usuários do Fedora metendo o pau na versão enterprise, usuários do Open Suse fazem o mesmo. Agora pergunto: quantos desses q reclamam das distros Enterprise contribuem com alguma coisa?
Pra mim o Ubuntu vai ser uma moda passageira como o Kurumin foi. Enquanto isso, Mandriva, FeniX, Red Hat e as Enterprise continuam…..
Não gosto do Ubuntu nem como distribuição nem como atitude em relação ao universo open source. O Ubuntu é puramente uma distribuição de empresa, como outras, é deve ser assim encarada. Existem diferenças entre as distribuições… Distros de empresas vão sempre receber algum ódio direcionado, como recebe o Windows.
Não sou favorável ao ódio nem ao amor, idolotrar o Ubuntu é tão ruim quanto odiá-lo e nada produtivo…
Outra discussão forte na revista do DW foi em relação a não distribuição dos sources.. distros que não distribuem códigos fontes devem procurar distribuir… eu sempre que olho uma distribuição pesquiso pelo código fonte… pelos scripts para geração de pacotes, etc.
Bem que o tenchi falou uma vez
“Se o Windows acabar os linuxistas vão se matar entre si”
Garanto que o Ubuntu é uma distro como qualquer outra, apesar de ser mais popular o que ajuda no seu ritmo de crescimento…
Sobre a Canonical não investir muito em desenvolvedores, acho que ela esta certa já que não cobra nada por atualizações posteriores, logo se é livre a comunidade que ajude a desenvolver, não é?
Quem quiser mandar ideias ou relatar bugs que faça no lugar certo,
http://brainstorm.ubuntu.com/
https://launchpad.net/ubuntu/+bugs
não adianta nada ficar vomitando asneiras por aqui!
é por esse tipo de flamewar(parece os de java e .net) que cada vez mais penso que uma unica distro, centralizada em uma empresa, ou mantida por uma comunidade organizada, seria muito melhor do que todas essas que existem por ai.. todo mundo gosta de criticar, os linuxistas querem porque querem acabar com o império do windows em desktop… estamos indo pelo caminho certo, mas se o windows for pro inferno como querem, vamos nos matar, entaum porque naum montar um consórcio, uma comunidade organizada, com um líder, com um tutor, com “gerentes” de pacotes, e montar uma com um instalador super amigável e fácil de usar, juntando tudo o que tem de bom em todas as distros, como updaters(synaptic, yum, tar.gz e por ai vai…), efeitos em desktop(leia compiz), jogos (fedora gamers), multimida (mythbuntu, medibunu, afins…) servicos web(gOS) e poe numa maldita iso e distribui? fica complicado compilar um iso desse com todos esses pacotes pq dai teríamos 3 DVD para download?, blz… soluçao pra isso tem, afinal o iso eh um arquivo compactado… o usuário escolhe o que quer e server pode fazer isso, sem muito esforço… montar um script customizado para instalacao e enfiar ele lá dentro da iso, naum eh complicado.. só acho que essa guerrinha de melhor distro e meter o pau em outras naum vai pra frente em momento algum.. e não colabora em nada…
só opinião, desculpem as palavras grosseiras…
“Se o Windows acabar os linuxistas vão se matar entre si”
Tenchi falou isso?! Frase do ano!! :D
O ubuntu incomoda a galera que não quer ver o linux em todas as casas,a mesma galera que vive sem convivio social ou são ativista do “modo texto”.O ubuntu fez e faz muito bem seu papel de linux para seres humanos,muita gente que odiava ou não conhecia o linux comecou a aprecia-lo por causa do mesmo.
O ubuntu não é passageiro,pois desde do inicio é foi bem definido como linux para todos.Hoje a canonical tenta ganhar dinheiro como a novell e redhat ganha com linux(nem por isso elas são odiadas).
Eu uso e torço pelo ubuntu sempre.
fico feio neh?
“se matar-se entre si a eles mesmos”
Hahaha! Ótimo!
Tércio Martins disse:
Tá falando besteira e subestimando enormemente as comunidades de software livre. Não, Tércio, não são um bando de amadores. Inclusive, uma bronca grande que o pessoal tem com o Debian, é a questão de os pacotes demorarem muito para irem para o stable. Acho difícil você encontrar uma empresa no mundo que seja tão dedicada à corretude e estabilidade dos aplicativos/bibliotecas quanto o Debian.
Se você prefere não correr riscos, então use o stable! É muito engraçado você sugerir que a liberdade que se dá ao usuário para escolher a maturidade dos pactoes que instala é uma deficiência. Ora, se o usuário prefere uma coisa menos estável, é problema dele. Esse tipo de pensamento que sugere que as empresas são mais indicadas para fazer trabalhos sérios (não amadores) que as comunidades é puro FUD…
Ah, e antes que eu me esqueça, não adianta nada usar uma versão estável se você for ficar instalando coisas manualmente que se baixa de sites de procedência duvidosa. Repositórios não oficiais não tratam das dependências com a mesma seriedade. Se você quer estabilidade, use apenas o repositório oficial… nada de instalar a versão nova do firefox 3 ou openoffice manualmente. E não reclame que os aplicativos são muito velhos! :-)
Bom, resumindo, acho que o que você colocou é FUD e não tem nenhuma correlação com a qualidade das distros comunitárias ou não. O marketing (poder dizer que tem o mais moderno) e a pressa (para colocar o mais moderno - e menos testado) talvez tenham mais relação com o que você quer concluir. Mas acredito que não sejam fatores inerentes às versões comunitárias… muito pelo contrário.
André Caldas.
PS: Quero deixar claro que minha opinião não é imparcial, e que sou fã do Debian. :-)
“Se o Windows acabar os linuxistas vão se matar entre si”
Não generalize…
Uso o Mandriva 2008.1 e o Ubuntu 8.04 em dual-boot. (só os dois. Sem Ruindow$).
Duas excelentes distros.
Se lançarem outra ainda melhor no futuro, instalo sem problemas.
Bem, eu nem odeio, nem gosto do ubuntu. Mas eu realmente acho ridiculo o fato da canonical não contribuir nem um pouco com o desenvolvimento do kernel — já que ela usa, porque não?
Se fosse pra comunidade se virar, nem a red hat e nem a novell teriam desenvolvedores.
Eu não fico nem um pouco feliz pelo fato do ubuntu estar “tirando” do linux o que ele tem de melhor. A linha-de-comando. Eu já li diversas vezes, (uma inclusive aqui) de usuários ubuntu, que linha de comando é coisa de geek (pra não falar nerd), coisa de gente sem vida social.
De verdade? Se algum usuário ubuntu ficar sem a telinha que mostra os processos, como será que ele vai fazer? Alguém disse top?
E se o compiz travar e o x nao startar? Como é que faz?
Eu tenho medo sim, da popularidade do ubuntu. Isso pode trazer para o nosso sistema operacional algo que nós nunca tivemos: Malwares.
Ou alguém realmente acha que o windows só tem malwares porque é mal codificado?
Se o ubuntu é passageiro?
Bem, eu testei a versão 7.10 e a 8.04. E não gostei.
Não que eu não goste de facilidade. Eu amo. Mas muita facilidade acostuma o usuário. Vide windows. E o ubuntu está sim virando o windows das distribuicoes linux. Fácil, rápido e todos que usam não estão nem aí para o que acontece dentro dele.
Êpa! Êpa! Me colocaram no meio da conversa sem eu saber!! hauahau
Droga de Internet. Tudo que a gente diz fica gravado em algum disco rígido de algum servidor….
Mas falando sério, eu já participei desta guerrinha de distros. Aliás, ainda participo. Já disse minha opinião várias vezes, mas lá vai de novo: Respeito muito o Ubuntu, tanto que é ela que instalo nos computadores das pessoas que me pedem. “Como pode? E o slackware?”. Sim, por mais que EU não consiga usar o ubuntu, sei que ele é uma distro excelente para quem não conhece muito o Linux. Pois sei que seria besteira falar: “Toma aí o Slackware e se vira”. Se até com o ubuntu eu tenho que dar uma certa assistência, sei que com o slackware não seria diferente.
O problema maior ao meu ver é o fato de muitos “ubunteiros” simplesmente esquecerem que o Ubuntu não surgiu do nada. Para eles, o Linux surgiu com e graças ao Ubuntu. Parece que ignoram tudo que existiu antes.
Se vc diz: “Eu uso o Slackware pois acho ele fácil de usar”, alguém diz: “Mas o que? Slackware fácil? Você tá é doido. É um masoquista. Fácil é o Ubuntu.” Se você não usa o Ubuntu não quer que o Linux se popularize - e nunca quis mesmo, principalmente devido a possibilidade de ver uma revista com o RBD Linux. Se usa outra coisa que não o Ubuntu está indo contra a maré, já que o Ubuntu certamente é a melhor distro de todas, etc, etc, etc.
Já tive oportunidade de conviver parte do dia com um Ubuntu destes “fanáticos” - brincadeira Marco ;-) - e é complicado quando você começa a “discutir” sobre a distro que você usa e ele vem com essas de “Mas como? Não têm resolução de dependências? Que podre”. E coisas do tipo. Lógico que eu não vou ficar nervoso e discutir sobre “essas coisas idiotas que nerds gostam de discutir” ;-).
Não que não existam “slackers” que fazem o mesmo (Minha distribuição é a mais pura, etc.), mas são alguns ubunteiros que começaram a me irritar.
O Linux avançou muito nos últimos três anos com o Ubuntu? Sim! Mas não se esqueçam que o Linux também avançou muito nos 13 anos anteriores. Sim. E sem Ubuntu! Parece impossível, mas é verdade. Comecei a utilizar Linux em 2004 - quando o ubuntu ainda era um ilustre desconhecido - e naquela época eu já via a qualidade que as distros tinham. E não foi Ubuntu algum que fez aquilo. Foram o pessoal de todas as distros que existiam. Havia brigas, mas todas as comunidades tinham em comum o fato de aceitarem que todas as distros eram Linux.
Aí surge uma que veio dizendo “eu vou arrasar”. Concordo com o colega acima quando diz que o Ubuntu faz as coisas por e para si próprio, esquecendo muitas vezes até de dar os créditos ao desenvolvedor de tal software. “É um software do Ubuntu e pronto”. Nunca gostei desse “desrespeito” que o Ubuntu tem pelo desenvolvedor. Se eu desenvolvo um programa, e o pessoal de uma distribuição faz alguma modificação legal nele, ou uma tardução e coisa do gênero, espero que me avisem sobre a modificação - embora as licenças não obriguem a isso, mas é uma questão de bom-senso -, e não esperem que eu simplesmente vá atrás do que foi feito. Comercialmente eu não posso falar nada a respeito da distribuição em questão, já que o Ubuntu está entrando agora no mundo corporativo dominado pela Red Hat, Mandriva e Suse.
Eu já falei muita abobrinha, sendo que até um texto que eu fiz foi parar no fórum do ubuntu Brasil, e até uns comentários engraçados apareciam como “o que é que esse ara fumou”, “será que ele já tomou seu remedinho” e coisas do tipo”.
Foi até engraçado, mas no final teve nego que concordou comigo, outros continuaram discordando, mas mesmo assim a carruagem continuou seu caminho…
Sem ressentimentos ;-)
engraçado que nos posts referentes as outras distros como fedora, openSuse etc. os comentários são sempre do tipo: “parece interessante, gostei muito, vou instalar e testar, etc”. mas escreveu um posto sobre ubuntu e tem logo alguem baixando o sarrafo. Nunca vi neste forum alguem comentar no post referente ao madriva, por exemplo, dizendo q o ubuntu isso aquilo outro.
quer um exemplo, um post inocente falando sobre um suposto tema pro ubuntu 8.10 e o pessoal ja cai em cima criticando a distro ubuntu e os seus usuário.
se vc nao gosta do ubuntu, limite-se a usar sua distro favorita e seja feliz.
Para mim quem chama a comunidade de usuários de linux “imaturos e destrutivos círculos da Internet” não merece minha atenção.
Creio que ninguém aqui se referiu à comunidade de usuários de linux desta forma.
“Não que não existam “slackers” que fazem o mesmo (Minha distribuição é a mais pura, etc.)”
Mas é a pura verdade, o Slackware é a mais Linux das distribuições… ou a mais próxima do Unix… K=°]
Dois adendos:
. Desgosto do Ubuntu não somente pelo fato que acho que ele contribui para prejudicar outras distribuições, mas sim porque não gosto de Debian…
. Testei o Ubuntu e tive uma péssima experiência, não gostei de tanta coisa diferente, como o Usplash, por exemplo. Contudo nesse adendo quero que levem em conta que eu NÃO sou usuário, eu trabalho com Linux e me atrapalho quando não tenho total controle do que uso ou quando tenho que reaprender muito para usar nova distribuição.
Posso dar minha opinião com educação, sem polemizar, mas vejo tanta raiva no universo das distribuições e não apenas contra ou a favor de Ubuntu. Leio sempre ameaças no DW e outros sites que usuário rancorosos. E me decepciono principalmente com a falta de respeito de muitos desenvolvedores.
Hoje minha lista de distribuições que considero e respeito se limitam a:
Slackware, Gentoo, Arch Linux e Slax…
E para ser sincero, o Ubuntu encabeça minha lista de distros que desgosto por completo, entretanto não irei gritar e xingar por causa disso, nem me estressar… K=°]
tsc… acho que esqueceu uma….
Eu acho que as “modas” nas distribuições vêm por ondas. Quem pegou o linux no início pegando o Slackware e gostou tende a ser mais fiel a ela.
Depois veio a onda do Red Hat e quem começou a dominar mais o linux na época em que o Red Hat e derivadas (Conectiva, Mandrake/Mandriva, Suse) tende a gostar mais de uma dessas distribuições. Eu por exemplo comecei com o FreeBSD e depois o Slackware mas só comecei a dominar mais o linux na época do Red Hat e Conectiva e por isso a minha distribuição preferida para desktops hoje é a Mandriva. Tendo a preferir mais o KDE porque sou usuário dele desde as versões 1.x e não consigo gostar muito do Gnome.
Uso também muito Debian para desktops mas acho trabalhoso demais ajeitar o debian para uso em desktops de leigos (trabalho com suporte de centenas de pessoas leigas que usam linux).
Quem é usuário mais antigo de linux fica um pouco com raiva não é nem do Ubuntu, mas das notícias que exaltam o Ubuntu como ÚNICA distribuição viável para desktops e como se os programas da distribuição fossem completamente diferentes. Quem fala isso é gente geralmente que está conhecendo o linux agora ou há muito pouco tempo. Além disso, há distribuições com ferramentas melhores de configuração (como Suse e Mandriva) e outras que além de contar com instalação por livecds também têm CDs/DVDs com instaladores tradicionais, que dão mais controle da instalação e tendem a ser mais robustos do que instaladores de livecds. Algumas também trazem 1 ou mais DVDs que contém um monte de programas e ambientes, dispensando o uso da internet para instalação de pacotes complementares.
Sem dúvida o Ubuntu é uma distribuição com ótima detecção de hardware e alguns detalhes de usabilidade, mas dizer que é a única é mentira e dizer que é a melhor nesses itens é altamente relativo e controverso.
Como pode esquecer cer o Goblinx hehe
Acho que eu sou o único anormal lobotomizado….porque cada distribuição que eu testo fico super satisfeito, apesar de todas terem seus defeitos e tal….
André Caldas (usuário não registrado) em 21/05/2008 às 5:46 pm
“Tá falando besteira e subestimando enormemente as comunidades de software livre. Não, Tércio, não são um bando de amadores. Inclusive, uma bronca grande que o pessoal tem com o Debian, é a questão de os pacotes demorarem muito para irem para o stable. Acho difícil você encontrar uma empresa no mundo que seja tão dedicada à corretude e estabilidade dos aplicativos/bibliotecas quanto o Debian.”
Ops, não quis dizer isso! Não foi minha intenção dizer que, porque é mais rápida a correção de erros e inclusão de novas funcionalidades em distrôs “comunitárias”, significa que seja “pior”.
O que quero dizer é: empresas que compram algum Linux “enterprise” geralmente NÃO costumam contribuir com o software que estão usando, deixando isso para os fabricantes da distrô. Conheço empresas que falam de boca cheia: “Nós usamos SL, apoiamos a causa, apoiamos as comunidades, etc”, mas, quando um SL importante pro negócio dá problema, a primeira ação é procurar o software proprietário mais próximo. Esta é a ação mais lógica das empresas que viviam usando proprietários. Não conheço muitos casos de empresas brasileiras que enviam patches ou melhorias para seus SL (tá, tem o Banco do Brasil e mais alguns outros, mas são casos muito pontuais; não é a regra por aqui).
Entretanto, muitos usuários sentem um apego maior ao SL, traduzindo, colocando uma função a mais no programa, consertando bugs, etc. Os usuários se sentem responsáveis pelo software.
Seria bom (muito bom) se toda empresa que fala mal do OpenMosix desse aos desenvolvedores alguma sugestão de melhoria, se a Receita Federal contribuisse com o OpenOffice.org para este rodar macros do Excel, etc.
Resumindo: se cada empresa que usa (ou deseja usar) algum SL se sentisse responsável por ele; visse que, caso contribua no desenvolvimento do SL, pode economizar um bom dinheiro no futuro e ainda fazer marketing verde, ajudando e recebendo ajuda do mundo inteiro em troca.
Se algum “Linux Enterprise” conseguisse contagiar seus usuários para ajudar no desenvolvimento, seria uma coisa fantástica!
Oh, sim, alguns vão dizer: “isso é só uma utopia!”. Confesso que é, mas não como algo impossível, e sim como um objetivo a ser buscado. Se o Mark conseguirá fazer isso, não sei. Mas torço para que ele mude alguma coisa.
Em minha opinião, por um lado é ótimo que o Ubuntu esteja se popularizando e seja muito fácil de usar, pois isso vai trazer uma imagem positiva do GNU/Linux para a população em geral - embora muitas pessoas que eu conheça ainda não tenham ouvido falar no sistema.
Por outro lado, é meu dever dizer que o Ubuntu está fazendo o que a comunidade de Software Livre diz ser uma prática da Microsoft: o Ubuntu está se tornando uma ferramenta de MONOPOLIZAÇÃO.
Explica-se: se você navegar pelos mais variados sites com tutoriais e artigos sobre Linux existentes, verá que a maioria deles, quando trata da instalação e configuração de pacotes, toma como base o sistema Ubuntu!
Quando se lê algo do tipo “como instalar o programa X”, é quase certo que vamos encontrar no texto comandos como apt-get, dpkg ou editar o sources.list. Além disso, vários mantenedores lançam pacotes específicos para uma determinada versão do Ubuntu, que simplesmente não funcionam ou não funcionam corretamente em outros sistemas. Por exemplo: recentemente eu instalei o Debian Etch aqui e queria instalar um programa. O pacote que eu encontrei era para Ubuntu, só que para instal-alo no meu sistema, seria necessário atualizar quase todos os pacotes. Ou seja, seria melhor ter logo o… Ubuntu!
Eu fico perguntando: como, daqui a alguns anos, ficarão os usuários de Linux que NÃO usam Ubuntu? Vão ter que ficar adaptando dicas e tutoriais para as suas distribuições? Ou vão ter que se conformar em usar o que todos usam? Onde está a Liberdade?
…Ou vão ter que se conformar em usar o que todos usam? Onde está a Liberdade?…
A liberdade está justamente neste ponto, ou seja, se irás adaptar os tutoriais ou usar o Ubuntu ;)
André Machado, este também é um lado negativo da “ubunzuzação” do Linux. Vejo que muitos desenvolvedores estão distribuindo “programas para linux” em formato .deb para o ubuntu. Isto não seria um problema, já que o Ubuntu é a distro mais utilizada, não é? Mas embora ela domine boa parte do “mercado”, ainda há quem use outras distros que não ubuntu (eu aqui! eu aqui!). No meu caso, um pacote .deb simplesmente não funciona, e nem tem como funcionar, pelo fato de o dpkg funcionar somente no debian.
O formato que estes programas deveriam ser distribuídos certamente é o rpm, que está presente em quase todas as distribuições - se não, é facilmente instalável - e é o formato padrão segundo a LSB.
Gente, não se distribui “programas para linux” em formato .deb. Se bem que o site Linuxpackages distribui pacotes .tgz, mas deixa pra lá ;-)
(alien?)
Para mim, Linux tem que ser baseado no Debian, simplesmente, pela facilidade de achar pacotes e pela “leveza”. Sacrificando algumas coisas, o Ubuntu empacota o Debian em um formato mais atraente, mais palatável. Simplesmente por isso, eu uso o Ubuntu. Nunca procurei saber da filosofia da empresa, da sanidade mental do seu líder ou a contribuição dela para a comunidade. Afinal, essas coisas não mudam o fato do Ubuntu ser como ele é.
Por que não uso outra distribuição? Porque o Ubuntu me serve bem. Quando ele deixar de me atender , procurarei outra distribuição. Por enquanto, não tenho nenhuma motivação para fazê-lo.
Outra coisa… Acho muito estranho o pessoal falar que o 8.04 está bugado. Ele está instalado no meu notebook e não vejo problema algum. Simplesmente, tudo está perfeito! Não suporto computador onde as coisas não funcionam. Mudei do Windows para o Linux por conta disso. Jamais usaria uma distribuição que tivesse manias, bugs sem explicação.
João, me desculpa, mas seu harware é suportado pela distro? Talvez esses bugs que você menciona são por falta de suporte. Veja bem, meu notebook tem chipset da VIA, empresa que nunca se preocupou em suportar o Linux. Nem por isso os problemas que enfrentei foram devidos a bugs do sistema. Estou usando o Ubuntu 8.04 e não posso reclamar de nada. Bugs? Só no Firefox mesmo, ainda assim porque é uma versão beta.
Quanto à discussão gostaria de manifestar meu humilde pensamento em relação ao “meter o pau” nas distros populares.
Veja bem, usei várias distribuições Linux. Cada uma apresentava características distintas. Porém, hoje posso afirmar que apenas algumas se aproximaram do usuário iniciante e uma delas foi o Ubuntu que promoveu essa mudança de paradigmas, ou seja, Linux para seres humanos.
Não posso deixar de manifestar o belíssimo trabalho feito no Mandriva, OpenSuSe e outras distros que também estão promovendo essa simplicidade e usabilidade em cada nova versão. Acredito que isso é bastante positivo. Agora se não quiser essa simplicidade, vai de Slack, Arch, Gentoo e outras mais, pois apesar do grau de dificuldade, também são excelentes distribuições.
Bem, eu não entendo nada de linux, mas uso o windows desde antes do 3.0, e me supreendi ao intalar o Ubuntu 8.04 no meu Sony Vaio, funcionou tudo sem precisar fazer nadinha! Isso para mim ja e suficiente, nunca vi nada tao eficiente em 24 anos de informática.
abcs a todos
Eu tenho um dell com chipset intel … ta longe de nao ser suportado.
Quando a bugs em notes diversos e tela tremendo do nada fora zilhoes de travamentos do firefox ja tem muita gente passando
Não concordo com isso. Bom, aproveito para contar minha história e dar um exemplo.
Eu comecei com o Conectiva, na época do Conectiva 3.0. Usei Conectiva até a versão 8, simplesmente por não conhecer distro melhor. Devido à precariedade das conexões de Internet na época, a única forma viável de instalar as distros era caçar os CDs que vinham de brinde em revistas.
Quando as conexões ADSL começaram a ficar mais acessíveis em São Paulo (onde eu morava), comecei a testar o Kurumin. A idéia de poder contribuir facilmente para o projeto me atraiu. O apt-get, do qual eu só havia ouvido falar, parecia perfeito. Nunca mais quis saber de rpm. Usei o Kurumin até que começou a ficar difícil de contribuir para a distro (por motivos diversos) e a instabilidade da distro começou a incomodar.
Então, testei o Ubuntu, que estava começando a ficar popular na época. Ele usava o tal maravilhoso “apt-get” que eu tanto gostava, e era incomparavelmente mais estável que o Kurumin. O problema é que ele ficava extremamente pesado na minha máquina. As pessoas da família com quem eu compartilhava a máquina sempre reclamavam dizendo “você tirou o kurumin, era tão bom, tão leve.. esse bobuntu não dá nem para entrar na internet”.
No começo eu tentava ignorar a lentidão, pois considerava o Ubuntu muito legal, e até me sentia ofendido com as brincadeiras com o nome dele. Mas, com o tempo, o sistema foi se tornando mais e mais lento, até ficar inutilizável.
Num ato de desespero, tentei mesclar pacotes do Debian com o Ubuntu (na época era possível) para melhorar o desempenho, e o sistema passou a ficar tão instável quanto o Kurumin o era na época, tirando a vantagem inicial que eu tinha em usar o Ubuntu.
Então, por indicação da minha namorada, que usava o Gentoo, experimentei essa distro. Gostei muito, permitia personalização total do sistema, gostei do sistema de ebuilds e tudo mais. Foi uma das distros que usei por mais tempo, pois simplesmente não quebrava, por mais coisas experimentais que eu instalasse. Porém, sempre tive um dilema - era muito difícil contribuir com o Portage, e parecia existir uma panelinha lá dentro. O Portage também foi se tornando mais e mais lento (e o Paludis não ajudou em nada), fazendo com que recentemente aposentasse completamente essa distro.
Recentemente eu passei a me interessar pelos BSDs, e gostei muito do projeto NetBSD, que possui comunidade muito amigável, e para o qual é bastante fácil de se contribuir.
Voltando ao Linux, conheci o DracoLinux, originalmente baseado no Slackware, porém utilizando o mesmo sistema de pacotes do NetBSD (o pkgsrc). Trata-se de um sistema muito interessante para quem gosta de BSD, mas ainda bastante “verde”, recente.
Atualmente uso como distribuição principal de Linux o Arch. Na minha opinião, o ArchLinux é a melhor distribuição Linux que um usuário não-iniciante pode usar para ter a possibilidade de contribuir com a mesma (devido a facilidades como o AUR e à comunidade brasileira receptiva). O Arch oferece também uma capacidade de personalização praticamente equivalente à do Gentoo, porém com mais conveniência (devido aos grandes repositórios de pacotes binários).
Entretanto, continuo recomendando o Ubuntu para pessoas que sejam completamente iniciantes e que tenham uma máquina boa o suficiente para rodá-lo.
Voltando ao ponto inicial: não considero nem as distros derivadas de RedHat (as primeiras que usei) nem as derivadas de Debian (as segundas que usei) como as distros mais práticas para uso próprio. Considero bem mais fácil criar um pacote para o Arch ou para o pkgsrc do que criar para essas outras distros, por exemplo.
Caso eu não tivesse visto realmente vantagens nas outras distros, nunca teria mudado, e estaria ainda com meu Conectiva.
Tercio: “se a Receita Federal contribuisse com o OpenOffice.org para este rodar macros do Excel”
A culpa nao e da Receita se o Serpro nao tem capacidade para resolver os problemas. Alem disso quem te disse que a Receita quer usar OO.org? A Receita prefere MSO mil vezes, alem de ter suporte e claro. Caso que o OO.org nao tem ou se tiver ocorrera o mesmo que no caso da Lumiere.
Acrescentando algo mais.. eu realmente acho que talvez para o usuário sem noção o Ubuntu pode até ajudar nos primeiros três dias, agora me irrita ver alguém dizer que Ubuntu é bom livecd… NÃO… testem livecds de qualidade antes.. quem diz que Ubuntu é bom livecd não usou outro… Façam um teste com o Slax… Um pequeno artigo que enviei por VOL falando da diferente dos livecds (http://www.vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=7901)
GoblinX, um livecd brasileiro com base Slackware
Atualizando do 7.10 para 8.04, ocorre de não conseguir mais mudar a resolução de tela (Nvidia), dependendo da placa (GeForce4) é um pouco mais trabalhoso (driver antigo?) do que as que usam o driver novo…fica 640×480 apos a reiniciar o PC, claro, já tem varias dicas na NET como arrumar isso, foda é você ir na casa de uma porrada de gente pra fazer isso.
Outra coisa que não gostei foi apos a atualização, ter apagado a blacklist dos modulos (RT73), e depois não funcionar mais o WiFi.
Agora, com instalações novas, não tive problema algum por enquanto, inclusive o RT73 funciona “out-of-the-box” no 8.04, nas versões anteriores foi ativado de forma manual.
Eu vejo isso como bug…mas não por isso deiso de usar, na verdade uso qualquer uma (somente da Novell que me distanciei um pouco depois de tudo, mas é muito bem acabada), eu conseguindo trabalhar tá bom.
Quer uma distro linux que é a sua cara?
Faća a sua ! Aí vocês irão saber o trabalho que dá manter uma distro.
Distro de respeito? O respeito comeća por nós. Ser humano voltado a panelinhas …
Panela de C* é r*
Existe gosto para tudo … Cansado de Linux … TENTE os BSD’s.
Não é fácil empacotar, criar scripts e tals, sabe programar em shell script!? Ótimo!!!! faća vcs msms ou use o que tem e não reclamem.
Eu, particularmente não gosto de nenhuma destas distros citadas, apesar de conhecê-las para saber resolver problemas do dia-a-dia.
Principalmente as comerciais.
Quer facilidade? tudo pronto? mastigado? USA RUINDOWS!
Quer aprender?! … use GNU/LINUX e tem muitos!
Quem é dos tempos antigos entende o que quero dizer.
“Contrario a crença popular, o Unix é amigável.
O que acontece é que ele é muito seletivo quanto as amizades que
faz.”
Bem, eu tenho a dizer algumas coisas sobre isso:
Comecei usando linux no conectiva 8. Usei Slackware 9 por um tempo, depois migrei para o Kurumin, que usei do 2 ao 7.
O fato é que eu nunca me importei em eonhecer a fundo o sistema que eu estava utilizando, eu só quis conhecer o suficiente para que eu pudesse usá-lo, migrei para o Linux para utilizar um sistema que funcione (Windows não funciona).
Neste tempo conheci o Ubuntu, na versão 4 ou 5. Era uma distro ainda não tão amigável quanto o Kurumin. Depois instalei de novo na versão 7.04 e achei muito prático de utilizar, acabei até migrando para o Gnome por causa dele, apesar de adorar o KDE e achar este um projeto mais promissor a longo prazo (vai ser o padrão no futuro).
Sempre instalo Opensuse e Fedora quando saem versões novas, sempre dou uma chance para eles, mas acabo voltando para o Ubuntu. Agora estou postando isso do Fedora que instalei ontem enquanto gravo uma iso do Hardy Heron.
O Ubuntu é de longe a distro que dá mais atenção a quem quer usar o sistema, e não entendê-lo. Percebe-se uma atenção com este usuário por parte dos idealizadores da distro que se revela no uso do dia a dia e que não é equivalente nas outras distribuições. Para configurar o fedora 9 eu me senti voltando ao Slackware 9, editando fstab para meu usuário ter acesso às partições fat. Eu sei que muita gente não se importa, e gosta muito de fazer isso, mas para mim é um grande atraso e se tem ali outra distro que não me pede para editar coisas na mão é óbvio que eu vou ficar com ela.
O Ubuntu vai ficar com as massas porque é feito para as massas, talvez sofrendo concorrência do OpenSuse que também dá uma atenção maior neste ponto.
Mas no momento nao há o que se falar de concorrência do Ubuntu com as outras distros simplesmente porque não há outras distros capazes de concorrer com o Ubuntu. O monopólio que falam, se for formado, será formado simplesmente porque as outras distros não exploraram o segmento de mercado do Ubuntu. Não há distro capaz de competir com o Ubuntu, e isso é uma problema das outras distros, não do Ubuntu.
Essa é minha opinião de usuário comum de linux há 8 anos.
“Essa é minha opinião de usuário comum de linux há 8 anos.”
É…
Pessoal boa tarde. sou um heavy user de Linux. Não sei programar mas tenho um bom conhecimento de hardware. O que eu não entendo nesses debates acalorados o porque de não aceitarem a idéia, e por que se não o fato, de que para o Linux aumentar sua participação nos desktops tem que ser fácil e intuitivo!! O usuário final quer apenas USAR O SOTFWARE!! Se ele ou ela não sabe e não quer usar a linha de comando tudo bem… alguém vai ganhar dinheiro prestando suporte. Que loucura isso! Não vejo porque tanta discussão por nada. Dizem que o software é livre mas criticam como terceiros usam esse mesmo software, que dizem que é livre. Agora os crétidos dos desenvolvedores realmente tem que ser mantidos com manda a GPL.
Isso realmente era uma vergonha, ainda bem que foi corrigido. Eu sempre recomendava às pessoas comprarem placas USB com esse chipset, pois ele possui driver livre (nem ao menos precisa carregar firmware), é um dos mais bem suportados e é muito barato. Depois tomei um balde de água fria quando vi o trabalho que as pessoas pra quem recomendei estavam tendo pra fazer funcionar no Ubuntu 7.10.
Interessante que os BSDs, que possuem ciclo de desenvolvimento mais lento, já suportavam esse chipset out-of-the-box em suas versões stable faz tempo.
Fico feliz de saber que isso foi corrigido no Ubuntu 8.04. Vou poder voltar a recomendar esse chipset para todos.
Esse pessoal do Ubuntu não sabe ficar no tema do assunto, sempre tem que criticar outra distro.
Essa retórica já está ficando cansativa. Acho que cada um deve usar sua distro preferida e evitar comentários capciosos a outras distribuições. Eu não enxergo uma consolidação do Linux no desktop sem o minimo de consenso da comunidade, essa guerra sem fim nunca vai levar ninguém a lugar nenhum.
Muitos podem se perguntar se a Canonical seria a melhor representante para a disseminação em massa do Linux no desktop. Pode até não ser, mais até esse exato momento foi a única com capacidade e competência para inicializar esse processo.
Falar é fácil, criticar mais ainda. Mais onde estão os concorrentes de peso? Eu não quero aqui desqualificar as outras distros, mais sim ressaltar que ninguém nunca fez um trabalho de base tão bem feito nesse sentido.
Enquanto esses críticos de plantão fazem suas bem elaboradas criticas o pessoal da Canonical não perde tempo. Hoje eles tem uma canal de comunicação oficial com os seus usuários o http://brainstorm.ubuntu.com/ entre outras realizações.
Não deve ser atoa que a Dell, a Intel e outras gigantes estejam fazendo parceria com a Canonical.
Já está na hora de dar um basta nisso. Eu não gosto de ver esses ataques sem causa a um trabalho sério e que vem revelando frutos que beneficiam a todos, até mesmo aqueles que atacam o Ubuntu.
Esse pessoal do Ubuntu não sabe ficar no tema do assunto, sempre tem que criticar outra distro. [2]
Nossa, vejo aqui uma chamada do buntu, já nem entro pq é uma porrinhação. Usem o Linux galera, o buntu não é nada melhor que as outras. Seu Linux favorito é como peido e fiat, só o dono gosta !!!
Tércio,
Pô, Tércio, desculpe aí, o meu comentário, então… :-)
Relendo o seu texto de pra perceber o meu erro. É que por vezes você está analisando o que o tal do Mark pensa… e aí fica parecendo que é a sua opinião.
Quando você diz:
Essa não é sua opinião, mas sim o que você acredita que seja a opinião do Mark. Mil desculpas, novamente. De qualquer modo, meu post fica valendo como se eu tivesse criticando o Mark, então. ;-)
André Caldas.
João, se você ler minha mensagem novamente vai perceber que:
- Eu consegui acessar minhas partições.
- Eu não atribui nenhum tipo de “culpa” a ninguém.
Não há porque falar em culpa já que não vejo nada de errado em fazer uma distro linux que só possa ser utilizada plenamente pelos usuários “não-fracos”, para repetir as tuas palavras.
O que beira ao ridículo é ficar chorando porque as pessoas não preferem a distro feita para os “não-fracos”, o que é totalmente previsível.
Falei do tempo em que eu uso linux apenas para desconstuir um mito de que o usuário do ubuntu é alguém que utiliza linux a pouco tempo e o tem como primeira distribuição.
Tem muito dinossauro utilizando Ubuntu, e o motivo do Ubuntu despertar admiração em tanta gente são os mesmos que levaram o Kurumin para a fama, por exemplo. Eles trouxeram muitas coisas que muita gente que usa linux esperava ser trazida há muito tempo, muitos tiveram a oportunidade de fazer isto antes, e não fizeram.
Estas distros deram uma atenção especial ao usuário final, um cuidado que só pode ser observado por quem os utilizou/utiliza no dia a dia mesmo.
A maioria que usa Ubuntu é pelo mesmo motivo da maioria que usa Windows, porque só ouviram falar dele. Se popularidade é qualidade, deixemos de lado quaisquer distribuições e usemos Windows todos…
Shirou Kamui (usuário não registrado) em 22/05/2008 às 10:11 am:
“Panela de C* é r*”
Confesso que nunca entendi essa expressão sem-noção. Deve ser um daqueles trecos sem sentido como “arrebentar a boca do balão”…
“Quer facilidade? tudo pronto? mastigado? USA RUINDOWS!
Quer aprender?! … use GNU/LINUX e tem muitos!”
E quem já aprendeu e quer facilidade sem usar o sistema do Grande Satã?
Sistema do Grande Satã seria por acaso o FreeBSD? Que exagero com o coitado do Beastie.
Não gosto do ubuntu por diversos motivos, alem de ser uma distro com varios problemas para que utiliza servidores, ela é uma distro que usurpou e continua usurpando do debian.
Por exemplo, conectiva fedora mandriva e outros, todos sabem que veio da red hat ninguem esconde este fato, todos contribuem recursivamente entre si e de forma pacifica, mas no entando o ubuntu, praticamente retirou do debian seus pacotes, não segue em momento algum os preceitos defendidos pelos usuario e desenvolvedores do debian, e é isso que incomoda tanto a comunidade o ubuntu é um mercenario sem ética e sem valor, seguindo a linha de pensamento “venha a mim o vosso reino”, até mesmo o kurumin feito para usuarios novatos usarem mantinha suas raizes no debian, mas esse modelo seguido pela canonical é contra tudo o que a comunidade linux defende, ninguem iria falar contra a intenção de tornar o linux facil de usar se eles respeitassem os outros, e aprender a conviver em comunidade ajudando e sendo ajudado.
só mais uma colocação.
Ubuntu não gosta de ser chamado de linux ubuntu quer ser chamado de ubuntu.
agora sem respostas calorosas e revoltosas, por favor reflitam no que eu disse!
Depois usuário Linux não quer ser chamado de chato. Pregam uma maldita liberdade que não dão a ninguém (sejam livres do meu jeito). E depois querem convencer o mundo de que existe uma comunidade.
Muita gente usa Linux pela primeira vez por causa do Ubuntu. Um cara mais pra cima disse que usuário Linux é aquele que quer aprender… Ou seja, excluiu um mundo inteiro de pessoas que apenas quer usar o seu computador e pronto. Ou você acha que um médico, advogado, pedreiro ou pintor tem tempo e vontade para conhecer linha de comando (como sugestão de outro acima).
É um absurdo essa chamada comunidade Linux (ou software “livre”).
Abram a cabeça… técnicos em informática são minoria no mundo (e com certeza não são os que fazem ele girar).
Todos novamente de uma forma sistematica e exacerbada, criticam o Ubuntu e a maneira que sua evolução acontece. Por que os desenvolvedores do Debian não fazem uma opção mais voltada ao desktop, aos usuários leigos, e sem experiencia prévia do Linux.
Acho que a retorica da critica não melhora nenhum dos contextos, mais sim pulveriza uma solução iminente ou prática. A Suse, Red hat, entre outras podem fazer algo melhor, não podem? Se todos já sabem quais são as deficiências, defeitos e problemas que o Ubuntu possui. A formula é tão simples….
E repito, não gosta do Ubuntu… Não utilize, não fale mau, não gere flames, etc… Use sua distro preferida, e pronto….
Ok.
Ricardo me desculpe a discordancia da afirmação acima mas,
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Abram a cabeça… técnicos em informática são minoria no mundo (e com certeza não são os que fazem ele girar).
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são os tecnologos(não somente tecnicos e formados na área), que fazem o mundo girar já imaginou o mundo de população igual a nossa com médicos engenheiros geologos biologos historiadores e os demais sem computadores ou sem seus programas?
então não me venha dizer que o mundo gira sem nós, pois sem desbravadores e pessoas que gostam do “lado negro”(shell) da computação não existiriam computadores somente velhas maquinas mecanicas funcionando precariamente, e muita mas toneladas de papeis desperdiçados por todo o mundo.
se os usuarios querem um sistema “facil de usar”, que busquem os que já existem windows e OS X, e usem sem se importar como nada pois pra vocês a liberdade de informação não serve para nada, só o “de gratis” lhes serve.
Por favor deixem o software livre e o linux, para nós, para que possamos continuar deixando a vida de vocês mais confortavel, e mais facil o seu trabalho.
não usem linux se não quiserem “sujar as mãos”, linux é sinonimo de ter que fuçar, arrumar, compilar.
me perdoem a colocação mas é verdade!
O que seria do mundo sem médicos. O que seria do mundo sem engenheiros (que, sim, sempre existiram, antes mesmo do computador). O que seria do mundo sem agricultores. O que seria do mundo sem (coloque aqui qualquer outra profissão).
Só como exemplo, o avião foi inventado antes do computador…
Técnicos e programadores (e eu sou um deles, e utilizo Slackware) não fazem o mundo girar. São uma engrenagem, mas o mundo continuaria existindo sem eles.
É interessante você falar de toneladas de papéis… nunca se usou tanto papel quanto nos dias atuais.
Agora, se pessoas “comuns” não podem usar Linux, seria interessante dizer que não-engenheiros não podem morar em edifícios com mais de 5 andares.
Use o seu Debian, Slackware, seja lá o que for, nas dê a possibilidade de TODOS usarem Linux, Mac ou Windows.
Uso Linux há pouco mais de 12 anos, e não compartilho dessa visão tecno-cêntrica - o que não equivale a dizer que considero desimportantes os técnicos; apenas reconheço que as diversas profissões e carreiras têm seu papel e seu valor.
Não me incomodo em de vez em quando ter que “fuçar, arrumar, compilar”, mas certamente não é isso que eu busco ao USAR o sistema. Para mim, neste contexto, ele é um instrumento que serve a um propósito, não é o propósito em si - quanto mais eu puder usá-lo sem “sujar as mãos”, melhor para mim. Acho natural que grande número de pessoas o use de maneira semelhante a esta.
Na hora de contribuir para o avanço do sistema e da comunidade, aí sim creio ser importante estar disposto a “sujar as mãos”, e a aprender sujando as mãos. Mas não são todos os usuários, e nem mesmo a maioria deles, que contribuem - e é natural que seja assim. O software livre não pressupõe a retribuição na forma de colaboração no desenvolvimento ou divulgação.
Deste modo, é bom que haja produtos e serviços voltados para todos os públicos. Aqueles que buscam atingir a uma parcela maior da população, têm mais chances de ser mais populares. Aqueles que definem como seu foco algum nicho específico poderão atender melhor às pessoas deste nicho.
O que me parece um pouco menos natural é o fenômeno em que as pessoas de um nicho já bem atendido por softwares livres repudiem a idéia de que possa haver um outro conjunto de softwares livres sendo distribuído com foco em outro nicho. Mas me parece que nem os distribuidores e nem os usuários destes produtos voltados ao nicho maior estão sendo muito afetados por este repúdio, portanto trata-se de um mal menor.
De uma forma ou de outra, material promovendo todas as distribuições de preferência de cada usuário é sempre bem-vindo para publicação aqui no BR-Linux.
Desde que comecei a usar Linux (em 1996) ouço coisas como: “vamos acabar com a Microsoft e seu Windows”. Ora, quando uma distro começa a se destacar parece que o discurso muda: “Queremos continuar a ser minoria. Assim pareço especial em algum sentido”.
Parece aquelas guerras internas no Iraque (curdos contra xiitas, etc.). Todos eles querem acabar com o império do mal (EUA), mas vivem brigando entre si.
Augusto não sei se percebeu, mas em varios posts, foi apontado o maior problema do Ubuntu, é o de que eles repudiam a comunidade linux, o que se vê é apenas uma resposta ao que eles vem provocando.
pois se o Ubuntu começar a dar muitos problemas virús e tal. o nome que vai ficar sujo e mal falado será o do linux como um todo
e teremos de conviver o resto de nossas vidas com afirmações como
“Eu falei esse negocio de não ter virus era só papo furado”
“Eu disse que não prestava”
“Pô esse tal do linux é muito lento!”
e eu acho que é isto o rumo que o ubuntu esta tomando, se tornando uma bomba relogio que irá atingir a comunidade inteira sem ninguem estar preparado!
Então a falta de vírus no Linux é uma mentira que se usa para enganar os usuários de Winbdows só para depois eles usaram Ubuntu e pegarem vírus? Ahhh
Ricardo em momento algum eu desmereci nenhuma profissão e nem mesmo disse que o mundo não funcinaria sem a informática, somente mostrei que graças aos técnicos é que a vida se tornou mais facil. nosso estilo de vida atual não é possivel sem o computador.
pense o quanto seria dificil utilizar caixas registradoras como as que nós viamos a 15 anos atrás, em um mundo que demanda de gigantescas quantidades de dados em diversas partes do mundo ao mesmo tempo!!
ricardo , não estou dizendo que a busca incestante da cannonical por um sistema facil de usar sem ter de recorer ao shell, irá criar uma brecha a qual explorada.
Torna a vida mais fácil, são apenas uma parte da engrenagem. Agora, dizer que á o pessoal da informática que gira o mundo… Ajudam muito, mas não são o centro do universo como se acham (principalmente os usuários phodões de Linux)
Ricardo não vou responder a isto pois estaria fugindo demais do tema do assunto, e esta nossa discução não chegará em ponto comum algum!
cronnosli, concordo com vc. Minha trajetória GNU/Linux é: Red Hat > Fedora > Debian > Ubuntu > Debian (O retorno). E acho q ficarei por aqui por muito tempo. Essa conversa de Debian não servir para Desktop não pega por aqui. Vim para o mundo Linux há alguns anos atrás com a intenção de dominar a máquina, e não ser dominado por ela. Então a minha distribuição preferida será sempre aquela que me coloca na posição de “root”, e não simplesmente na de “user” :-)
Engraçado, as pessoas que acham bobagem o Stallman pedir para o Linux ser chamado, GNU/Linux, agora querem o oposto com o Ubuntu…tem de ser…Ubuntu Linux…, ou coisa parecida…
Acho que não é esta a colocação correta Marcos, não chamar de Ubuntu linux, mas sim aceitar que o Ubuntu ainda é uma distribuição baseada no Debian e não é completamente separada deste. pois não importa o quanto eles mudem os pacotes enquanto eles se sicronizarem com o debian serão apenas baseadas no debian.
Então na hora em que eles aceitarem de onde eles vem e ajudarem a comunidade base deles, ou quando eles decidirem parar de usarem os outros e começarem a andar com as proprias pernas, então eu pararei de reclamar deles e desejarei a eles felicidades no quer que sejam que fizerem com o sistema deles!
Para eu entender melhor o seu ponto de vista, você pode dar alguns exemplos práticos, com referências, de os responsáveis pelo Ubuntu repudiarem o Linux?
De minha parte, como usuário satisfeito de Ubuntu (entre outras distribuições), quero te afirmar que não repudio o Linux, e até procuro fazer a minha parte na divulgação dele.
Além disso, o efeito que eu tenho visto na imprensa quando comenta sobre estas distribuições mais acessíveis ao público com menos conhecimento técnico, como o Fedora, openSUSE, Kurumin e Ubuntu, é bem diferente do que você descreveu - e reflete positivamente sobre o nome do Linux.
Analizando a relação “Ubuntu GNU/Debian”, do ponto de vista biológico, podemos dizer que a relação “Ubuntu GNU/Debian” não é uma relação simbiótica ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Simbiose ) por parte do Ubuntu, mas sim uma relação parasitária ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Parasita ) e isso em si já é lamentável e contraditório para a comunidade SL e nega o espírito de cooperação mútua e os princípios éticos da comunidade. Na minha opinião: “os fins (popularização do linux) não justificam os meios (tirar vantagem do Debian sem contribuir para o crescimento desenvolvimento da comunidade > parasita = Ubuntu). Pensando nisso logo conclui: “não quero mais fazer parte da comunidade Ubuntu, pois ela é uma negação do “espírito” do GNU/Linux, pois começando pelo “dono” (Se é que uma distribuição Linux deve ter “dono”) falta uma visão crítica e ética de tal comunidade. Sei que possívelmente serei fuzilado por causa dessa opinião, mas que venham as balas, as espadas, os canhões e tudo o mais. Essa é a minha opinião e ninguém precisa concordar. Mas, se minha consciência concordar com minha decisão já é suficiente para mim :-)
Orion, você pode explicar melhor a parte do seu argumento relacionada a uma distribuição não contribuir para o crescimento da comunidade?
Augusto, pode me provar o contrario?
quantos desenvolvedores há na canonnical?
quantos desenvolvedores e contribuintes do linux fazem parte da comunidade ubuntu?
Cronnosli, não tenho interesse em lhe provar o contrário de nada, é você quem está fazendo afirmações.
E eu pedi a você não que as comprove, mas apenas que exemplifique este repúdio ao Linux que você citou.
Augusto acredito que escolhi errado a palavra, sou ruim em escolher palavras.