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	<title>Comments on: Disponível beta do OpenOffice 3</title>
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	<description>Linux levado a sério desde 1996</description>
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		<title>By: Cabresto Sem Nó &#187; Blog Archive &#187; Receita Federal e suas despesas …</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9497</link>
		<dc:creator>Cabresto Sem Nó &#187; Blog Archive &#187; Receita Federal e suas despesas …</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 19:47:06 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Com o Governo Federal apoiando o Software Livre e o Openoffice.org 3.0 já em testes, serão gastos em torno de 41 milhões de reais para que a maioria dos usuários use apenas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Com o Governo Federal apoiando o Software Livre e o Openoffice.org 3.0 já em testes, serão gastos em torno de 41 milhões de reais para que a maioria dos usuários use apenas [...]</p>
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		<title>By: CABRESTO SEM NÓ &#187; Receita Federal e suas despesas &#8230;</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9496</link>
		<dc:creator>CABRESTO SEM NÓ &#187; Receita Federal e suas despesas &#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2008 19:40:01 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Com o Governo Federal apoiando o Software Livre e o Openoffice.org 3.0 já em testes, serão gastos em torno de 41 milhões de reais para que a maioria dos usuários use apenas [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Com o Governo Federal apoiando o Software Livre e o Openoffice.org 3.0 já em testes, serão gastos em torno de 41 milhões de reais para que a maioria dos usuários use apenas [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Morvan</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9060</link>
		<dc:creator>Morvan</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 22:27:49 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;div style=&quot;border: 1px solid rgb(128, 1, 51); padding: 5px; background: rgb(254, 221, 221) none repeat scroll 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;&quot;&lt;blockquote&gt;&lt;strong&gt;Impressões iniciais (minhas)baseadas em observação - leia-se: olhômetro!&lt;/strong&gt;&lt;/blockquote&gt;Após o comentário do Tenchi, fui um pouco além da mera observação visual e, com o uso do TOP, carreguei o BrOffice.org e em seguida o OpenOffice.org 3 Beta, abrindo, em ambos, o mesmo arquivo (uma apresentação do Impress) e aferindo, em cada situação, o relatório do Sistema.
No caso do Beta do OOo3, malgrado o Top tenha mostrado 6,8% de consumo, contra 6,0% do BrOffice.org, o que, convenhamos, é normal, pois há mais objetos na memória, no Beta, supõe-se, o primeiro apresentou apenas 0,7% de uso da CPU, contra 2,0% deste último, o que afere o que eu dizia, apenas via olhômetro. Estou usando o Impress, Techi e outros, pois é um dos aplicativos mais pesados da suíte e  eu sou facilitador de BrOffice.org Na SEPLAG/Ce. Quer dizer, com relação ao Impress, o ganho de desempenho para mim é muito bem-vindo. Tenchi, eu também salvei o arquivo em ambas as versões da suíte, para evitar a interferência da &quot;gordura&quot; do formato. Em ambos os casos o Impress do Beta rodou mais &quot;redondo&quot; e suave, sem qualquer sobressalto, ou seja, abri dois arquivos em cada versão da suíte.
Morvan, usuário Linux N°433640.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&lt;div style=&#8221;border: 1px solid rgb(128, 1, 51); padding: 5px; background: rgb(254, 221, 221) none repeat scroll 0%; -moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial;&#8221;<br />
<blockquote><strong>Impressões iniciais (minhas)baseadas em observação &#8211; leia-se: olhômetro!</strong></p></blockquote>
<p>Após o comentário do Tenchi, fui um pouco além da mera observação visual e, com o uso do TOP, carreguei o BrOffice.org e em seguida o OpenOffice.org 3 Beta, abrindo, em ambos, o mesmo arquivo (uma apresentação do Impress) e aferindo, em cada situação, o relatório do Sistema.<br />
No caso do Beta do OOo3, malgrado o Top tenha mostrado 6,8% de consumo, contra 6,0% do BrOffice.org, o que, convenhamos, é normal, pois há mais objetos na memória, no Beta, supõe-se, o primeiro apresentou apenas 0,7% de uso da CPU, contra 2,0% deste último, o que afere o que eu dizia, apenas via olhômetro. Estou usando o Impress, Techi e outros, pois é um dos aplicativos mais pesados da suíte e  eu sou facilitador de BrOffice.org Na SEPLAG/Ce. Quer dizer, com relação ao Impress, o ganho de desempenho para mim é muito bem-vindo. Tenchi, eu também salvei o arquivo em ambas as versões da suíte, para evitar a interferência da &#8220;gordura&#8221; do formato. Em ambos os casos o Impress do Beta rodou mais &#8220;redondo&#8221; e suave, sem qualquer sobressalto, ou seja, abri dois arquivos em cada versão da suíte.<br />
Morvan, usuário Linux N°433640.</p>
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	<item>
		<title>By: tenchi</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9050</link>
		<dc:creator>tenchi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 17:15:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9050</guid>
		<description>Morvan, também acabo de testar o OO3-beta (também tenho o BrOffice 2.4 instalado) e tive uma impressão não muito parecida com a sua. 
Me pareceu que o OO 3 está muito parecido com o da série 2.x, com algumas coisinhas a mais como o esquema de notas do writer (que o fato de estar parecido com o do MS Office 2007 é pura coincidência ;-)). Mas com relação à aparência e consumo de memória não notei diferença alguma no meu micro em relação ao 2.4.
Vai ver isto aconteceu somente na minha máquina. Mas confesso que esperava um &quot;algo mais&quot; numa versão 3.0 da suíte, como uma mudança total dos diálogos de salvar/abrir/imprimir, etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Morvan, também acabo de testar o OO3-beta (também tenho o BrOffice 2.4 instalado) e tive uma impressão não muito parecida com a sua.<br />
Me pareceu que o OO 3 está muito parecido com o da série 2.x, com algumas coisinhas a mais como o esquema de notas do writer (que o fato de estar parecido com o do MS Office 2007 é pura coincidência ;-)). Mas com relação à aparência e consumo de memória não notei diferença alguma no meu micro em relação ao 2.4.<br />
Vai ver isto aconteceu somente na minha máquina. Mas confesso que esperava um &#8220;algo mais&#8221; numa versão 3.0 da suíte, como uma mudança total dos diálogos de salvar/abrir/imprimir, etc.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Morvan</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9032</link>
		<dc:creator>Morvan</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 14:29:24 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;blockquote&gt;&lt;Strong&gt;&quot;Corroborando os testes de Adilson:&quot;&lt;/Strong&gt;&lt;/blockquote&gt;
Eu também &lt;a href=&quot;http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/#comment-8973&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;...fiz alguns testes rápidos aqui no meu micro... &lt;/a&gt;e gostei do que vi. Notei uma execução muito rápida em toda a suíte, na execução, não na carga, marcadamente no módulo de apresentações (Impress). Detalhe: ao descompactar o pacote para Linux, onde, anteriormente [eu] usava um script (que eu fizera) para instalar todos os RPM&#039;s, já que eu vivo testando betas, descobre-se um instalador para o pacote - basta rodar o &quot;setup&quot;, que é um script. Boa sacada. Não testei {ainda} o Base, pois não tenho tempo para isto, ainda. Mas a parte de escritório do OpenOffice.org tem evoluído muito bem. Observe-se que estou a usar o beta do OOo3 simultaneamente com o estável do BrOffice.org 2.4. O beta do OOo3 roda bem mais suave, sem qualquer dúvida. Por precaução, só vou adotar um ou outro em definitivo após mais testes. &lt;strong&gt;Meu ambiente, para sua informação, é Fedora 8 / KDE, Compiz&lt;/strong&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><strong>&#8220;Corroborando os testes de Adilson:&#8221;</strong></p></blockquote>
<p>Eu também <a href="http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/#comment-8973" rel="nofollow">&#8230;fiz alguns testes rápidos aqui no meu micro&#8230; </a>e gostei do que vi. Notei uma execução muito rápida em toda a suíte, na execução, não na carga, marcadamente no módulo de apresentações (Impress). Detalhe: ao descompactar o pacote para Linux, onde, anteriormente [eu] usava um script (que eu fizera) para instalar todos os RPM&#8217;s, já que eu vivo testando betas, descobre-se um instalador para o pacote &#8211; basta rodar o &#8220;setup&#8221;, que é um script. Boa sacada. Não testei {ainda} o Base, pois não tenho tempo para isto, ainda. Mas a parte de escritório do OpenOffice.org tem evoluído muito bem. Observe-se que estou a usar o beta do OOo3 simultaneamente com o estável do BrOffice.org 2.4. O beta do OOo3 roda bem mais suave, sem qualquer dúvida. Por precaução, só vou adotar um ou outro em definitivo após mais testes. <strong>Meu ambiente, para sua informação, é Fedora 8 / KDE, Compiz</strong>.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Augusto Campos</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9030</link>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 13:13:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9030</guid>
		<description>Siebel, acho bastante deselegante você afirmar que quem discorda de você está tapando o sol com a peneira, e que quem mantém a opinião discordante e insiste para você defender a sua vontade ou o seu argumento da forma adequada a quem tem uma insatisfação de natureza jurídica está querendo calar a sua voz, ou tem um ego cético. Até o momento sempre o tratei com respeito e me restringi ao argumento, mas a recíproca não é verdadeira, o que reduz o interesse em prolongar o debate por aqui. 

No momento, o que vejo é apenas você repetir e repetir a sua interpretação inovadora sobre as licenças livres à luz do direito autoral, sem se basear em fatos concretos ou jurisprudência específica. 

Sua opinião dissonante é bem-vinda por aqui, sempre de acordo com os termos de uso. Mas a repetição freqüente dela pode se tornar chata, e por isso renovo o estímulo para que você a defenda no âmbito adequado a defesa de teses jurídicas, e nos informe do resultado que obtiver.  Ou para que escreva um artigo jurídico sobre ela, e eu o ajudarei a dvulgá-lo para que possa ser criticado pelos profissionais do Direito. Por enquanto, ela está em desacordo com os fatos conhecidos e as interpretaçoes que vêm prevalecendo em julgados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Siebel, acho bastante deselegante você afirmar que quem discorda de você está tapando o sol com a peneira, e que quem mantém a opinião discordante e insiste para você defender a sua vontade ou o seu argumento da forma adequada a quem tem uma insatisfação de natureza jurídica está querendo calar a sua voz, ou tem um ego cético. Até o momento sempre o tratei com respeito e me restringi ao argumento, mas a recíproca não é verdadeira, o que reduz o interesse em prolongar o debate por aqui. </p>
<p>No momento, o que vejo é apenas você repetir e repetir a sua interpretação inovadora sobre as licenças livres à luz do direito autoral, sem se basear em fatos concretos ou jurisprudência específica. </p>
<p>Sua opinião dissonante é bem-vinda por aqui, sempre de acordo com os termos de uso. Mas a repetição freqüente dela pode se tornar chata, e por isso renovo o estímulo para que você a defenda no âmbito adequado a defesa de teses jurídicas, e nos informe do resultado que obtiver.  Ou para que escreva um artigo jurídico sobre ela, e eu o ajudarei a dvulgá-lo para que possa ser criticado pelos profissionais do Direito. Por enquanto, ela está em desacordo com os fatos conhecidos e as interpretaçoes que vêm prevalecendo em julgados.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: siebel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9029</link>
		<dc:creator>siebel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 12:58:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9029</guid>
		<description>Ao contrário do que possa parecer, meus comentários não se prestam apenas em &#039;martelar&#039; o que penso e tenho discutido com argumentos na medida do possível, mas se você ou qualquer outro não quer ter o trabalho de analisar os pormenores da legislação (lei 9609/98, lei 9610/98 e decreto n° 75.699/75, por exemplo) eu também não vou ficar falando para as paredes os meandros jurídicos em detalhes só pra satisfazer seu ego cético.

&lt;blockquote&gt;Só repeti-la em comentários cada vez mais deselegantes não causa grande efeito prático.&lt;/blockquote&gt;

Acho mais &#039;deselegante&#039; este &#039;ponha-se daqui pra fora!&#039; que você SUTILMENTE está me dando, afinal, o espaço para comentários quaisquer está aberto (claro, desde que não desrespeite os termos de uso...) e não me lembro de ter atacado ninguém, apenas respondi a alguns sem compromisso com a cordialidade.

Agora quanto ao (pouco) efeito prático, essa é uma visão particular sua  que é compartilhada pela maioria dos leitores do Br-Linux; eu, no entanto, acho válido comentar sempre que possível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário do que possa parecer, meus comentários não se prestam apenas em &#8216;martelar&#8217; o que penso e tenho discutido com argumentos na medida do possível, mas se você ou qualquer outro não quer ter o trabalho de analisar os pormenores da legislação (lei 9609/98, lei 9610/98 e decreto n° 75.699/75, por exemplo) eu também não vou ficar falando para as paredes os meandros jurídicos em detalhes só pra satisfazer seu ego cético.</p>
<blockquote><p>Só repeti-la em comentários cada vez mais deselegantes não causa grande efeito prático.</p></blockquote>
<p>Acho mais &#8216;deselegante&#8217; este &#8216;ponha-se daqui pra fora!&#8217; que você SUTILMENTE está me dando, afinal, o espaço para comentários quaisquer está aberto (claro, desde que não desrespeite os termos de uso&#8230;) e não me lembro de ter atacado ninguém, apenas respondi a alguns sem compromisso com a cordialidade.</p>
<p>Agora quanto ao (pouco) efeito prático, essa é uma visão particular sua  que é compartilhada pela maioria dos leitores do Br-Linux; eu, no entanto, acho válido comentar sempre que possível.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Augusto Campos</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9027</link>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 12:26:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9027</guid>
		<description>Siebel, de sua resposta anterior para mim depreendo que você não disputa os fatos que apresentei, e se resume a martelar em sua opinião, que já conheço e discordo. Mantenho o convite a que você a defenda no judiciário ou em um artigo jurídico, que terei prazer em ajudar a divulgar.  Só repeti-la em comentários cada vez mais deselegantes não causa grande efeito prático.

E corrigindo uma imprecisão no seu comentário acima: a GPL é um instrumento particular que toma a forma exatamente de um licenciamento, conforme definido na legislação brasileira. Ela não é um contrato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Siebel, de sua resposta anterior para mim depreendo que você não disputa os fatos que apresentei, e se resume a martelar em sua opinião, que já conheço e discordo. Mantenho o convite a que você a defenda no judiciário ou em um artigo jurídico, que terei prazer em ajudar a divulgar.  Só repeti-la em comentários cada vez mais deselegantes não causa grande efeito prático.</p>
<p>E corrigindo uma imprecisão no seu comentário acima: a GPL é um instrumento particular que toma a forma exatamente de um licenciamento, conforme definido na legislação brasileira. Ela não é um contrato.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: siebel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9023</link>
		<dc:creator>siebel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 11:34:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9023</guid>
		<description>&lt;blockquote&gt;Um dos grandes equivocos é comparar dominio público (que é o oposto da patente) com copyleft (que é o oposto de copyright), apresentando que softwares devessem estar em dominio público, se os mesmos nem representam patentes, mas copyrights.&lt;/blockquote&gt;

Você é que está enganado, eu não disse que a  GPL é igual ao domínio público e quanto ao &#039;copyleft&#039; ele é equivalente ao copyright e não seu oposto, uma vez que os o autor detém os direitos sobre sua criação (direitos morais) sobre o código. 

Outra coisa, não confunda copyright com patente, já que patente é o direito exclusivo de exploração sobre uma invenção ou modelo de utilidade, e software (códigos) fazem parte do direito autoral, conferindo aos detentores do copyright dois direitos: o moral (irrenunciável) e o patrimonial (negociável). Um software conserva todos os direitos patrimoniais e alguns morais. E esses direitos não se findam de uma hora pra outra, é preciso seguir os preceitos legais, e uma licença (GPL) é um contrato particular, não uma lei.

&lt;blockquote&gt;o direito moral se torna a única coisa intrasnferível em relação a obra, com excessão de caso esta obra tenha surgido de uma pessoa jurídica&lt;/blockquote&gt;

Você se equivocou agora, já que citou os direitos do autor como se um software fosse uma obra literária (livro). Para obras literárias o autor conserva TODOS os direitos morais e patrimoniais, e conserva também, no direito brasileiro, O DIREITO DE ARREPENDIMENTO (solicitar recolhimento do que já foi publicado se considerar que foi feita afronta à sua imagem e moral). Mas o software apesar de semelhante às criações intelectuais possui lei própria (se não me engano, 9609/98) que não confere todos os direitos  de uma obra literária ao criador do sotware. Além do mais, se o programa for desenvolvido (fomentado, apoiado) por uma empresa, e os códigos forem criação da empresa (ou doados a ela, como no caso do Openoffice da Sun), ela passa a controlar o direito PATRIMONIAL sobre esses códigos, anexando-os ao seu portfolio de propriedade intelectual.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Um dos grandes equivocos é comparar dominio público (que é o oposto da patente) com copyleft (que é o oposto de copyright), apresentando que softwares devessem estar em dominio público, se os mesmos nem representam patentes, mas copyrights.</p></blockquote>
<p>Você é que está enganado, eu não disse que a  GPL é igual ao domínio público e quanto ao &#8216;copyleft&#8217; ele é equivalente ao copyright e não seu oposto, uma vez que os o autor detém os direitos sobre sua criação (direitos morais) sobre o código. </p>
<p>Outra coisa, não confunda copyright com patente, já que patente é o direito exclusivo de exploração sobre uma invenção ou modelo de utilidade, e software (códigos) fazem parte do direito autoral, conferindo aos detentores do copyright dois direitos: o moral (irrenunciável) e o patrimonial (negociável). Um software conserva todos os direitos patrimoniais e alguns morais. E esses direitos não se findam de uma hora pra outra, é preciso seguir os preceitos legais, e uma licença (GPL) é um contrato particular, não uma lei.</p>
<blockquote><p>o direito moral se torna a única coisa intrasnferível em relação a obra, com excessão de caso esta obra tenha surgido de uma pessoa jurídica</p></blockquote>
<p>Você se equivocou agora, já que citou os direitos do autor como se um software fosse uma obra literária (livro). Para obras literárias o autor conserva TODOS os direitos morais e patrimoniais, e conserva também, no direito brasileiro, O DIREITO DE ARREPENDIMENTO (solicitar recolhimento do que já foi publicado se considerar que foi feita afronta à sua imagem e moral). Mas o software apesar de semelhante às criações intelectuais possui lei própria (se não me engano, 9609/98) que não confere todos os direitos  de uma obra literária ao criador do sotware. Além do mais, se o programa for desenvolvido (fomentado, apoiado) por uma empresa, e os códigos forem criação da empresa (ou doados a ela, como no caso do Openoffice da Sun), ela passa a controlar o direito PATRIMONIAL sobre esses códigos, anexando-os ao seu portfolio de propriedade intelectual.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: cristo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9015</link>
		<dc:creator>cristo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 04:06:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9015</guid>
		<description>siebel você está equivocado sobre o direito moral, pois independente quem pague, o criador ainda é detentor do direito moral de sua criação, isso está escrito na lei, mesmo que tenha vendido os direitos do produto a alguma empresa, o direito moral se torna a única coisa intrasnferível em relação a obra, com excessão de caso esta obra tenha surgido de uma pessoa jurídica (que ai já é outra história).

Pelo que posso ver e analizar sobre o que escreves é que posso deduzir que você é um troll moderno, pois mesmo com o que foi apresentado você ainda continua na pertinencia de gerar um flamewar, de forma que suas obras acabam por serem descartadas em termos e conhecimento.

Um dos grandes equivocos é comparar dominio público (que é o oposto da patente) com copyleft (que é o oposto de copyright), apresentando que softwares devessem estar em dominio público, se os mesmos nem representam patentes, mas copyrights.

Então a partir de hoje posso lhe considerar um flametroll (que termo é esse XD)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>siebel você está equivocado sobre o direito moral, pois independente quem pague, o criador ainda é detentor do direito moral de sua criação, isso está escrito na lei, mesmo que tenha vendido os direitos do produto a alguma empresa, o direito moral se torna a única coisa intrasnferível em relação a obra, com excessão de caso esta obra tenha surgido de uma pessoa jurídica (que ai já é outra história).</p>
<p>Pelo que posso ver e analizar sobre o que escreves é que posso deduzir que você é um troll moderno, pois mesmo com o que foi apresentado você ainda continua na pertinencia de gerar um flamewar, de forma que suas obras acabam por serem descartadas em termos e conhecimento.</p>
<p>Um dos grandes equivocos é comparar dominio público (que é o oposto da patente) com copyleft (que é o oposto de copyright), apresentando que softwares devessem estar em dominio público, se os mesmos nem representam patentes, mas copyrights.</p>
<p>Então a partir de hoje posso lhe considerar um flametroll (que termo é esse XD)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: siebel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9013</link>
		<dc:creator>siebel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 02:52:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9013</guid>
		<description>&lt;blockquote&gt;blablabla...&lt;/blockquote&gt;

Pode continuar dirigindo olhando pelo espelho retrovisor, eu te concedo este direito sob GPL.... seu BABACA!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>blablabla&#8230;</p></blockquote>
<p>Pode continuar dirigindo olhando pelo espelho retrovisor, eu te concedo este direito sob GPL&#8230;. seu BABACA!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: blabla</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9012</link>
		<dc:creator>blabla</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 02:05:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9012</guid>
		<description>blablabla siebel volta pro teu putero(meio bit) e não fica enchendo o saco, acabam de ganhar na justiça da Alemanha o que mostra que a GPL é valida e voce fica ai de nhenhenhe</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>blablabla siebel volta pro teu putero(meio bit) e não fica enchendo o saco, acabam de ganhar na justiça da Alemanha o que mostra que a GPL é valida e voce fica ai de nhenhenhe</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Marcos Alexandre</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9006</link>
		<dc:creator>Marcos Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 01:09:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9006</guid>
		<description>Quem acha o Java pesado no OpenOffice pode desabilitá-lo sem problemas. O maior uso no editor de textos é se você tentar acessar dados de um banco de dados, programar macros em Java ou trabalhar com alguns recursos OLAP. Tirando isso, que poucos usam, quem acha que o peso de carregar a JVM não compensa, pode desabilitá-la tranquilamente.

Mas mesmo assim, não se iludam, o OO ainda é mais lento que o MS Office 2007 (nem vou falar de versões mais antigas). Não é só no Brasil que criticam a fome de recursos do OO, em sites internacionais também. Felizmente vê-se que a Sun e os desenvolvedores do OO estão cientes disso e vem trabalhando pra  melhorar. E, Manuel Pinho, o MS Office hoje custa 250 pra estudantes dividido em 2 vezes. Felizmente o OpenOffice está se tornando mais competitivo pelos recursos, não se atendo ao preço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem acha o Java pesado no OpenOffice pode desabilitá-lo sem problemas. O maior uso no editor de textos é se você tentar acessar dados de um banco de dados, programar macros em Java ou trabalhar com alguns recursos OLAP. Tirando isso, que poucos usam, quem acha que o peso de carregar a JVM não compensa, pode desabilitá-la tranquilamente.</p>
<p>Mas mesmo assim, não se iludam, o OO ainda é mais lento que o MS Office 2007 (nem vou falar de versões mais antigas). Não é só no Brasil que criticam a fome de recursos do OO, em sites internacionais também. Felizmente vê-se que a Sun e os desenvolvedores do OO estão cientes disso e vem trabalhando pra  melhorar. E, Manuel Pinho, o MS Office hoje custa 250 pra estudantes dividido em 2 vezes. Felizmente o OpenOffice está se tornando mais competitivo pelos recursos, não se atendo ao preço.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: siebel</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9005</link>
		<dc:creator>siebel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 01:01:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9005</guid>
		<description>&lt;blockquote&gt;Um fork funcionaria sim se a Sun - detentora do OO - decidisse fechar o código do programa... (então) muito provavelmente um fork, baseado na última versão ainda LGPL do programa, substituiria o OO original com certeza...&lt;/blockquote&gt;

Isso seria possível se a Sun autorizasse o uso de sua base de código anterior ao fechamento. Isso ocorre porque um &#039;fork&#039; não retira os direitos de copyright da empresa, e no caso de fechamento, se for conveniente para ela, pode ser possível a criação de um &#039;fork&#039;. Caso a situação seja outra, não resta dúvidas que batalhas judiciais serão travadas, mas com reduzida chance de ganho para os usuários, neste caso, uma vez que a GPL é uma permissão de uso por tempo indeterminado, não uma transferência definitiva de titularidade de copyright. Interpretações mais &#039;liberais&#039; deste conceito são perigosas juridicamente e mesmo softwares que estão sob domínio público têm regras específicas de uso, uma vez que o &#039;Estado&#039; passa a ser o zelador desses direitos.

&lt;blockquote&gt;Só pra constar, quando você compra um software proprietário, como o Windows (só um exemplo!!), não está comprando o software, mas somente uma licença. Você está quase que literalmente alugando o programa...&lt;/blockquote&gt;

Você tocou no ponto-chave, afinal software proprietário é similar ao GPL na medida em que não se adquire (compra) o software, mas apenas uma licença (permissão) de uso sob certas condições. A diferença é que no caso de uma &quot;EULA&quot; proprietária existe o custo de oportunidade (pagamento) pela licença; isso torna o direito de uso sob as condições acertadas na licença permanentes. 

Já a GPL concede direitos parecidos aos usuários, mas sem cobrança desse custo de oportunidade específico [um aluguel grátis/concessão temporária (indeterminada) gratuita de uso]. Nessa condição, uma mudança de idéia (licenciamento) do software por parte dos detentores do copyright pode tornar sem efeitos a licença anterior, uma vez que as inovações inseridas no código do programa pelos usuários/desenvlvedores foram compensadas pela permissão de uso (grátis) concedida anteriormente. Isso anularia os direitos dos usuários de &#039;retenção&#039; de uso posterior desse programa e nem mesmo &#039;forks&#039; são possíveis neste caso, já que isso significaria alterar o licenciamento do programa, um direito nunca concedido anteriormente (ou seja, como os usuários não são &#039;proprietários&#039; do código, não têm poder para alterar os destinos dos mesmos).

&lt;blockquote&gt;O software nem é meu e nem é seu, mas de todos e de ninguém (GPL 3.0).&lt;/blockquote&gt;

Essa é uma interpretação comum, porém errônea, uma vez que um programa gpl não está em &#039;domínio público&#039;.

&lt;blockquote&gt;Um dos diretos que nem podem ser alterados pelo que eu saiba é o direito moral (independente da licença do produto, ele ainda tem o direito moral), que significa perante a lei que o produto possui um criador e dono, ao qual pode definir os rumos de sua criação, quer dizer você manda&lt;/blockquote&gt;

Você está certo, o desenvolvedor detém seus direitos morais sobre sua criação, mas se ele for &#039;pago&#039; (recompensado) de alguma forma por uma corporação que coordena o desenvolvimento, esses direitos ficam sob administração daquela empresa (é o caso dos desenvolvedores da Sun, por exemplo). Embora seja possível que desenvolvedores individuais não ligados à Sun reclamar os direitos de propriedade sobre suas contribuições, como o &#039;core&#039; é da Sun, ela pode fazer uma limpeza no código e não permitir usos alheios do programa posteriores ao &#039;fechamento&#039;.

&lt;blockquote&gt;Caso você tenha fatos para contrapor aos que eu trouxe, sobre a existência de fork do OOo ao mesmo tempo em que se mantêm os direitos autorais originais, sob a licença escolhida pelo autor, e quiser fazê-lo, estou à disposição para analisá-los.&lt;/blockquote&gt;

Infelizmente, Augusto, os problemas que a GPL pode trazer para os usuários não são passíveis de solução, nem no médio nem no longo prazos, e por isso nem eu nem você podemos fazer algo para melhorar ou mudar a situação. A GPL nasceu com o &#039;calcanhar de Aquiles&#039; [concentração excessiva dos direitos do autor sobre os usuários sem que este (autor) exija contrapartida financeira dos usuários de seu código, o que torna a licença apenas uma espécie de aluguel/permissão grátis que não deixa para o usuário qualquer direito de uso desse código caso o autor decida mudar de idéia] e isso não pode ser mudado; com relação aos softwares produzidos pela FSF existe uma garantia &#039;maior&#039; de segurança, já que é virtualmente impossível que ela decida mudar de idéia no futuro. O mesmo não posso dizer das outras contribuições importante para o &#039;software livre&#039;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Um fork funcionaria sim se a Sun &#8211; detentora do OO &#8211; decidisse fechar o código do programa&#8230; (então) muito provavelmente um fork, baseado na última versão ainda LGPL do programa, substituiria o OO original com certeza&#8230;</p></blockquote>
<p>Isso seria possível se a Sun autorizasse o uso de sua base de código anterior ao fechamento. Isso ocorre porque um &#8216;fork&#8217; não retira os direitos de copyright da empresa, e no caso de fechamento, se for conveniente para ela, pode ser possível a criação de um &#8216;fork&#8217;. Caso a situação seja outra, não resta dúvidas que batalhas judiciais serão travadas, mas com reduzida chance de ganho para os usuários, neste caso, uma vez que a GPL é uma permissão de uso por tempo indeterminado, não uma transferência definitiva de titularidade de copyright. Interpretações mais &#8216;liberais&#8217; deste conceito são perigosas juridicamente e mesmo softwares que estão sob domínio público têm regras específicas de uso, uma vez que o &#8216;Estado&#8217; passa a ser o zelador desses direitos.</p>
<blockquote><p>Só pra constar, quando você compra um software proprietário, como o Windows (só um exemplo!!), não está comprando o software, mas somente uma licença. Você está quase que literalmente alugando o programa&#8230;</p></blockquote>
<p>Você tocou no ponto-chave, afinal software proprietário é similar ao GPL na medida em que não se adquire (compra) o software, mas apenas uma licença (permissão) de uso sob certas condições. A diferença é que no caso de uma &#8220;EULA&#8221; proprietária existe o custo de oportunidade (pagamento) pela licença; isso torna o direito de uso sob as condições acertadas na licença permanentes. </p>
<p>Já a GPL concede direitos parecidos aos usuários, mas sem cobrança desse custo de oportunidade específico [um aluguel grátis/concessão temporária (indeterminada) gratuita de uso]. Nessa condição, uma mudança de idéia (licenciamento) do software por parte dos detentores do copyright pode tornar sem efeitos a licença anterior, uma vez que as inovações inseridas no código do programa pelos usuários/desenvlvedores foram compensadas pela permissão de uso (grátis) concedida anteriormente. Isso anularia os direitos dos usuários de &#8216;retenção&#8217; de uso posterior desse programa e nem mesmo &#8216;forks&#8217; são possíveis neste caso, já que isso significaria alterar o licenciamento do programa, um direito nunca concedido anteriormente (ou seja, como os usuários não são &#8216;proprietários&#8217; do código, não têm poder para alterar os destinos dos mesmos).</p>
<blockquote><p>O software nem é meu e nem é seu, mas de todos e de ninguém (GPL 3.0).</p></blockquote>
<p>Essa é uma interpretação comum, porém errônea, uma vez que um programa gpl não está em &#8216;domínio público&#8217;.</p>
<blockquote><p>Um dos diretos que nem podem ser alterados pelo que eu saiba é o direito moral (independente da licença do produto, ele ainda tem o direito moral), que significa perante a lei que o produto possui um criador e dono, ao qual pode definir os rumos de sua criação, quer dizer você manda</p></blockquote>
<p>Você está certo, o desenvolvedor detém seus direitos morais sobre sua criação, mas se ele for &#8216;pago&#8217; (recompensado) de alguma forma por uma corporação que coordena o desenvolvimento, esses direitos ficam sob administração daquela empresa (é o caso dos desenvolvedores da Sun, por exemplo). Embora seja possível que desenvolvedores individuais não ligados à Sun reclamar os direitos de propriedade sobre suas contribuições, como o &#8216;core&#8217; é da Sun, ela pode fazer uma limpeza no código e não permitir usos alheios do programa posteriores ao &#8216;fechamento&#8217;.</p>
<blockquote><p>Caso você tenha fatos para contrapor aos que eu trouxe, sobre a existência de fork do OOo ao mesmo tempo em que se mantêm os direitos autorais originais, sob a licença escolhida pelo autor, e quiser fazê-lo, estou à disposição para analisá-los.</p></blockquote>
<p>Infelizmente, Augusto, os problemas que a GPL pode trazer para os usuários não são passíveis de solução, nem no médio nem no longo prazos, e por isso nem eu nem você podemos fazer algo para melhorar ou mudar a situação. A GPL nasceu com o &#8216;calcanhar de Aquiles&#8217; [concentração excessiva dos direitos do autor sobre os usuários sem que este (autor) exija contrapartida financeira dos usuários de seu código, o que torna a licença apenas uma espécie de aluguel/permissão grátis que não deixa para o usuário qualquer direito de uso desse código caso o autor decida mudar de idéia] e isso não pode ser mudado; com relação aos softwares produzidos pela FSF existe uma garantia &#8216;maior&#8217; de segurança, já que é virtualmente impossível que ela decida mudar de idéia no futuro. O mesmo não posso dizer das outras contribuições importante para o &#8216;software livre&#8217;.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Roberto Parente</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/disponivel-beta-do-openoffice-3/comment-page-2/#comment-9001</link>
		<dc:creator>Roberto Parente</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 00:15:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=1498#comment-9001</guid>
		<description>Só corrigindo uma coisinha:
&lt;blockquote&gt;siebel, a GPL não diz que o código é de todos. Todo software sob a GPL têm um dono. No caso do Linux, é o Linus Torvalds, no caso do OpenOffice, é a Sun.&lt;/blockquote&gt;

O código do Linux não é do Linus Torvalds... Apenas o que ele programou foi cedido explicitamente... Já no caso da SUN ela só aceita patch se você doar seu código para ela e com isso ela pode fazer com que seu staroffice seja idêntico ao Openoffice mais as suas coisas que não coloca no OO... 

Resumo da ópera, a SUN faz da GPl algo &quot;pior&quot; que a BSD, pois só ela pode fechar o código, ninguém mais :-)... Lógico que a licença é LGPL, mas mesmo assim ela pode fecha tudo o que quiser, pois os códigos foram fechados... O que hoje é impossível com o Linux e outros softwares comunitários em GPL...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só corrigindo uma coisinha:</p>
<blockquote><p>siebel, a GPL não diz que o código é de todos. Todo software sob a GPL têm um dono. No caso do Linux, é o Linus Torvalds, no caso do OpenOffice, é a Sun.</p></blockquote>
<p>O código do Linux não é do Linus Torvalds&#8230; Apenas o que ele programou foi cedido explicitamente&#8230; Já no caso da SUN ela só aceita patch se você doar seu código para ela e com isso ela pode fazer com que seu staroffice seja idêntico ao Openoffice mais as suas coisas que não coloca no OO&#8230; </p>
<p>Resumo da ópera, a SUN faz da GPl algo &#8220;pior&#8221; que a BSD, pois só ela pode fechar o código, ninguém mais :-)&#8230; Lógico que a licença é LGPL, mas mesmo assim ela pode fecha tudo o que quiser, pois os códigos foram fechados&#8230; O que hoje é impossível com o Linux e outros softwares comunitários em GPL&#8230;</p>
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