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	<title>Comments on: Ataques bem-sucedidos a partições criptografadas, usando leitura das chaves na RAM após desligar e religar o micro</title>
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	<description>Linux levado a sério desde 1996</description>
	<lastBuildDate>Tue, 14 Feb 2012 09:23:13 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Ark</title>
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		<dc:creator>Ark</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 00:45:50 +0000</pubDate>
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		<description>silveira, a jvm foi apenas alvo da demonstração, pois o objetivo era mostrar que a técnica funcionava pra qualquer plataforma dita segura. Virou uma lenda urbana, ou quem ficou rico fazendo isso está mto quieto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>silveira, a jvm foi apenas alvo da demonstração, pois o objetivo era mostrar que a técnica funcionava pra qualquer plataforma dita segura. Virou uma lenda urbana, ou quem ficou rico fazendo isso está mto quieto.</p>
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		<title>By: silveira</title>
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		<dc:creator>silveira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 23:58:38 +0000</pubDate>
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		<description>Isso me lembra o que eu li uma vez, anunciando que haviam quebrado a segurança da máquina virtual Java, usando uma lâmpada para aquecer a memória e corromper os dados aleatoriamente (só as vezes funcionava, na maioria das vezes só travava a máquina). :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso me lembra o que eu li uma vez, anunciando que haviam quebrado a segurança da máquina virtual Java, usando uma lâmpada para aquecer a memória e corromper os dados aleatoriamente (só as vezes funcionava, na maioria das vezes só travava a máquina). :P</p>
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		<title>By: grab</title>
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		<dc:creator>grab</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 20:48:49 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre a afirmacao de criptografia em servidor, o fato do device estar montado nao eh necessariamente sinonimo de que os dados possam ser irrestritamente acessados, nem mesmo pelo root. Essa duvida e suspeita e&#039; muito explorada fora do Pais, onde, devido ao baixo custo de banda cada vez mais larga, servicos de Remote Backup sao cada vez mais comuns. 

Entao existem prestadores e outros prestadores desse servico, e a seguranca dos dados durante o processo de backup &#039;e um fator muito discutido. Uma busquinha no google por online backup apresenta um milhao de empresas que oferecem o servico.

Em ambiente Trusted e&#039; possivel garantir que apenas um, e tao somente um processo, seja este do root ou nao, acesse uma determinada particao de disco. E se esse mesmo processo desmontar essa particao quando terminar o trabalho? Pois bem, esse eh o ambiente ideal.

No Brasil a unica empresa que eu sei que oferece servico desse tipo eh a FBSD Brasil, eles ate colocam uma explicacao simplista de como isso acontece aqui:

http://www.freebsdbrasil.com.br/home.php?area=18&amp;conteudo=41&amp;sub=75

Na verdade nem eh tao simplista, um usuario final nao entenderia nada.

Mas entao existe sim, a possibilidade de ter um device criptografado montado e que ainda assim garanta a seguranca do acesso a esses dados, restringindo ate mesmo o root. Logico que se o root puder trocar de kernel ou carregar modulos, a coisa muda de figura. Mas num ambiente seguro assumimos que isso tambem seja dificultado. No FreeBSD o modulo MAC BSD Partition e o bsd_extended permitem esse nivel de controle. No Mac OS X Leopard tambem ha esse tipo de controle. Igualmente ha no Solaris e no HP-UX. Portanto sequer eh algo novo ou exclusive de sistema X, Y ou Z.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre a afirmacao de criptografia em servidor, o fato do device estar montado nao eh necessariamente sinonimo de que os dados possam ser irrestritamente acessados, nem mesmo pelo root. Essa duvida e suspeita e&#8217; muito explorada fora do Pais, onde, devido ao baixo custo de banda cada vez mais larga, servicos de Remote Backup sao cada vez mais comuns. </p>
<p>Entao existem prestadores e outros prestadores desse servico, e a seguranca dos dados durante o processo de backup &#8216;e um fator muito discutido. Uma busquinha no google por online backup apresenta um milhao de empresas que oferecem o servico.</p>
<p>Em ambiente Trusted e&#8217; possivel garantir que apenas um, e tao somente um processo, seja este do root ou nao, acesse uma determinada particao de disco. E se esse mesmo processo desmontar essa particao quando terminar o trabalho? Pois bem, esse eh o ambiente ideal.</p>
<p>No Brasil a unica empresa que eu sei que oferece servico desse tipo eh a FBSD Brasil, eles ate colocam uma explicacao simplista de como isso acontece aqui:</p>
<p><a href="http://www.freebsdbrasil.com.br/home.php?area=18&#038;conteudo=41&#038;sub=75" rel="nofollow">http://www.freebsdbrasil.com.br/home.php?area=18&#038;conteudo=41&#038;sub=75</a></p>
<p>Na verdade nem eh tao simplista, um usuario final nao entenderia nada.</p>
<p>Mas entao existe sim, a possibilidade de ter um device criptografado montado e que ainda assim garanta a seguranca do acesso a esses dados, restringindo ate mesmo o root. Logico que se o root puder trocar de kernel ou carregar modulos, a coisa muda de figura. Mas num ambiente seguro assumimos que isso tambem seja dificultado. No FreeBSD o modulo MAC BSD Partition e o bsd_extended permitem esse nivel de controle. No Mac OS X Leopard tambem ha esse tipo de controle. Igualmente ha no Solaris e no HP-UX. Portanto sequer eh algo novo ou exclusive de sistema X, Y ou Z.</p>
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		<title>By: grab</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2361</link>
		<dc:creator>grab</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 20:38:09 +0000</pubDate>
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		<description>Cabelo, isso nao seria uma solucao, seria um paleativo. O problema esta em evitar que as rotinas de termino acontecam nao em evitar rotinas de inicializacao mais efetivas.

Por exemplo, imaginemos que o recem roubado laptop da Petrobras contendo informacoes privilegiadas sobre a camada de pre-sal na bacia de Santos tenha esses dados em uma particao criptografada, e, apos um Cold Boot a memoria seja fisicamente removida e colocada em um outro device que nao tenha essa sua BIOS modificada, ou melhor que sequer tenha uma BIOS e a BIOS seja um linux do tipo busybox que controla e faz o memory dump necessario.

Alem do que como eh que se zera qualquer tipo de memoria? Uma coisa eh free(); outra coisa &#039;e remover os dados de uma memoria. Impossivel. Teria que ter toda a regiao de memoria regravada. Ja pensou se uma BIOS fizesse isso? Se o usuario ja da ESC pq se irrita com a contagem de memoria, imagina um processo parecido com o mais basico do &quot;memtest.org&quot; pra garantir que a memoria esteja toda repleta de dados inuteis em cada POST?

Enfim, nao acho que a solucao seja por ai. A falha eh na implementacao de software, e eh a implementacao que deve ser melhorada.

Mesmo porque Cold Reboot &#039;e so o foco do Research publicado. Nos sabemos que fazer dump completo da memoria nao eh um problema que requer um Cold Reboot e um sistema especial como o paper descreve.

Se alguma pessoa, quem quer q seja, sentar na frente do meu laptop agora, e eu esquecer de dar um lock, ou deslogar, ou ele simplesmente conhecer a senha de root conseguira fazer um memory dump.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cabelo, isso nao seria uma solucao, seria um paleativo. O problema esta em evitar que as rotinas de termino acontecam nao em evitar rotinas de inicializacao mais efetivas.</p>
<p>Por exemplo, imaginemos que o recem roubado laptop da Petrobras contendo informacoes privilegiadas sobre a camada de pre-sal na bacia de Santos tenha esses dados em uma particao criptografada, e, apos um Cold Boot a memoria seja fisicamente removida e colocada em um outro device que nao tenha essa sua BIOS modificada, ou melhor que sequer tenha uma BIOS e a BIOS seja um linux do tipo busybox que controla e faz o memory dump necessario.</p>
<p>Alem do que como eh que se zera qualquer tipo de memoria? Uma coisa eh free(); outra coisa &#8216;e remover os dados de uma memoria. Impossivel. Teria que ter toda a regiao de memoria regravada. Ja pensou se uma BIOS fizesse isso? Se o usuario ja da ESC pq se irrita com a contagem de memoria, imagina um processo parecido com o mais basico do &#8220;memtest.org&#8221; pra garantir que a memoria esteja toda repleta de dados inuteis em cada POST?</p>
<p>Enfim, nao acho que a solucao seja por ai. A falha eh na implementacao de software, e eh a implementacao que deve ser melhorada.</p>
<p>Mesmo porque Cold Reboot &#8216;e so o foco do Research publicado. Nos sabemos que fazer dump completo da memoria nao eh um problema que requer um Cold Reboot e um sistema especial como o paper descreve.</p>
<p>Se alguma pessoa, quem quer q seja, sentar na frente do meu laptop agora, e eu esquecer de dar um lock, ou deslogar, ou ele simplesmente conhecer a senha de root conseguira fazer um memory dump.</p>
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		<title>By: grab</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2359</link>
		<dc:creator>grab</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 20:27:11 +0000</pubDate>
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		<description>Que vergonha que eu teria no lugar dos desenvolvedores que implementaram esses sistemas de criptografia. Desde o Nintendinho (NES, e depois tambem no Super Nintendo) existe esse comportamento de memoria em um Cold Boot e zerar memoria ou redefinir derivacao de dados relevantes na reinicializacao do software era indicacao da Nintendo. 

Lembro ate de uma historia pra ilustrar isso, quando foi lancado o Battletoads, devido a dificuldade do jogo era previsivel que tentassem modificar o comportamento do game, e entao criaram uma chave de seguranca pra evitar a alteracao desses dados em memoria. Porem, a ideia da chave foi ma implementada e logo o Gamegenie (wrapper pra mod de games direto no console) conseguia modificar esses comportamentos e por exemplo colocar vida infinita pros sapos, permitir fases mais dificiceis como as do fundo do mar ficar invenciveis e a corrido dos jet ski flutuante ser em camera lenta e com mapa.
Ai a RARE games soltou uma segunda leva do mesmo jogo que fazia derivacao de funcoes pra codificar a area de memoria onde essas informacoes ficam. A derivacao por chave garantia que a cada nova inicializacao uma mesma chave geraria uma segunda chave com base em uma terceira chave aleatoria. Ou seja, uma constante e uma aleatoriedade geraria uma outra chave, imprevisivel. O Game Genie passou a nao funcionar mais nos cartuchos Battletoads mais novos, depois disso, e um Cold Boot permitia acesso a chave - a constante - e tambem a chave aleatoria bem como a chave resultante das duas. Porem, na proxima inicializacao do game a chave aleatoria seria outra, portanto resultando em uma terceira chave - a efetiva - tambem imprevisivel, ainda que a chave constante fosse sempre a mesma.

Essa historinha &#039;e so&#039;  pra ilustrar que a seguranca esta diretamente relacionada a capacidade, o prazer e o empenho de quem faz um sistema.

Agora voltando ao Topico, essa abordagem no Battle toads &#039;e equivalente a especificada na Sessao 5 da RFC 2898 (Funcoes de Derivacao de Chave).

No FreeBSD o GELI criptografa os dados dessa maneira, permitindo que o usuario entre com uma passphrase ou um token, ou que ainda leia a chave de um arquivo. Seja como for essa nao e a chave de criptografia utilizada nas operacoes, a chave utilizada &#039;e oriunda de um processo que obtem 2 outras chaves, uma com um algoritimo proprio e aleatoriedade baseada no /dev/random e outra com um algoritimo de derivacao indicado na RFC 2898. Portanto um padrao de fato (RFC) e algo exclusivo da implementacao, 2 chaves imprevisiveis, uma constante, resultando em uma quarta chave que &#039;e de fato  que vai codificar o acesso aos dados. Ainda que todas as 4 chaves sejam copiadas da memoria so 1 eh constante - a do input do usuario - e as outras nunca mais serao utilizadas. A nova inicializacao do device sera com chaves totalmente distintas.

Mas no FreeBSD existe outra implementacao, o GBDE. Dependendo da forma como o GBDE Device &#039;e criado, alem de acontecer um processo similar ao do GELI, a chave de fato (aque efetivamente realiza a criptografia) alem de ser gerada de uma combinacao de chave constante com chaves derivadas, ainda requer que periodicamente (por padrao a cada 300 segundos) a chave de fato seja regerada.

Ou seja, escolha sua implementacao FreeBSD, seja qual for nao &#039;e sucetivel a essa falha. Agora so me surpreende (negativamente) no Mac OS X nao ter implementacoes baseadas no GELI ou GBDE.

Ah, detalhe, no caso do GELI se disponivel, a chave e&#039; derivada do hardware de crypto (HIFN da Soekris por exemplo).

O interessante &#039;e que o artigo so menciona as implementacoes vulneraveis. Nao disserta sobre as nao vulneraveis  e os motivos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que vergonha que eu teria no lugar dos desenvolvedores que implementaram esses sistemas de criptografia. Desde o Nintendinho (NES, e depois tambem no Super Nintendo) existe esse comportamento de memoria em um Cold Boot e zerar memoria ou redefinir derivacao de dados relevantes na reinicializacao do software era indicacao da Nintendo. </p>
<p>Lembro ate de uma historia pra ilustrar isso, quando foi lancado o Battletoads, devido a dificuldade do jogo era previsivel que tentassem modificar o comportamento do game, e entao criaram uma chave de seguranca pra evitar a alteracao desses dados em memoria. Porem, a ideia da chave foi ma implementada e logo o Gamegenie (wrapper pra mod de games direto no console) conseguia modificar esses comportamentos e por exemplo colocar vida infinita pros sapos, permitir fases mais dificiceis como as do fundo do mar ficar invenciveis e a corrido dos jet ski flutuante ser em camera lenta e com mapa.<br />
Ai a RARE games soltou uma segunda leva do mesmo jogo que fazia derivacao de funcoes pra codificar a area de memoria onde essas informacoes ficam. A derivacao por chave garantia que a cada nova inicializacao uma mesma chave geraria uma segunda chave com base em uma terceira chave aleatoria. Ou seja, uma constante e uma aleatoriedade geraria uma outra chave, imprevisivel. O Game Genie passou a nao funcionar mais nos cartuchos Battletoads mais novos, depois disso, e um Cold Boot permitia acesso a chave &#8211; a constante &#8211; e tambem a chave aleatoria bem como a chave resultante das duas. Porem, na proxima inicializacao do game a chave aleatoria seria outra, portanto resultando em uma terceira chave &#8211; a efetiva &#8211; tambem imprevisivel, ainda que a chave constante fosse sempre a mesma.</p>
<p>Essa historinha &#8216;e so&#8217;  pra ilustrar que a seguranca esta diretamente relacionada a capacidade, o prazer e o empenho de quem faz um sistema.</p>
<p>Agora voltando ao Topico, essa abordagem no Battle toads &#8216;e equivalente a especificada na Sessao 5 da RFC 2898 (Funcoes de Derivacao de Chave).</p>
<p>No FreeBSD o GELI criptografa os dados dessa maneira, permitindo que o usuario entre com uma passphrase ou um token, ou que ainda leia a chave de um arquivo. Seja como for essa nao e a chave de criptografia utilizada nas operacoes, a chave utilizada &#8216;e oriunda de um processo que obtem 2 outras chaves, uma com um algoritimo proprio e aleatoriedade baseada no /dev/random e outra com um algoritimo de derivacao indicado na RFC 2898. Portanto um padrao de fato (RFC) e algo exclusivo da implementacao, 2 chaves imprevisiveis, uma constante, resultando em uma quarta chave que &#8216;e de fato  que vai codificar o acesso aos dados. Ainda que todas as 4 chaves sejam copiadas da memoria so 1 eh constante &#8211; a do input do usuario &#8211; e as outras nunca mais serao utilizadas. A nova inicializacao do device sera com chaves totalmente distintas.</p>
<p>Mas no FreeBSD existe outra implementacao, o GBDE. Dependendo da forma como o GBDE Device &#8216;e criado, alem de acontecer um processo similar ao do GELI, a chave de fato (aque efetivamente realiza a criptografia) alem de ser gerada de uma combinacao de chave constante com chaves derivadas, ainda requer que periodicamente (por padrao a cada 300 segundos) a chave de fato seja regerada.</p>
<p>Ou seja, escolha sua implementacao FreeBSD, seja qual for nao &#8216;e sucetivel a essa falha. Agora so me surpreende (negativamente) no Mac OS X nao ter implementacoes baseadas no GELI ou GBDE.</p>
<p>Ah, detalhe, no caso do GELI se disponivel, a chave e&#8217; derivada do hardware de crypto (HIFN da Soekris por exemplo).</p>
<p>O interessante &#8216;e que o artigo so menciona as implementacoes vulneraveis. Nao disserta sobre as nao vulneraveis  e os motivos.</p>
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		<title>By: Cabelo (Luciano Silveira)</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2331</link>
		<dc:creator>Cabelo (Luciano Silveira)</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 14:25:06 +0000</pubDate>
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		<description>uma maneira super simples de corrigir isto é fazer uma atualização da BIOS fazendo com que ela zere todos o conteudo da ram antes de liberar pro SO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>uma maneira super simples de corrigir isto é fazer uma atualização da BIOS fazendo com que ela zere todos o conteudo da ram antes de liberar pro SO.</p>
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	<item>
		<title>By: nemesis</title>
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		<dc:creator>nemesis</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 03:13:30 +0000</pubDate>
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		<description>interessante.  tenchi disse tudo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>interessante.  tenchi disse tudo&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Beco</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2320</link>
		<dc:creator>Beco</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 02:44:58 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;das BIOS&quot; não existe. É &quot;dos BIOS&quot;.

BIOS = macho. Sistema Básico de Entrada/Saída.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;das BIOS&#8221; não existe. É &#8220;dos BIOS&#8221;.</p>
<p>BIOS = macho. Sistema Básico de Entrada/Saída.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Ricardo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2317</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 02:05:47 +0000</pubDate>
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		<description>Cada vez que sai uma notícia dessas de quebra de segurança, fico cada vez mais com medo de usar computador eheh. :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez que sai uma notícia dessas de quebra de segurança, fico cada vez mais com medo de usar computador eheh. :P</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Vivendo e aprendendo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2302</link>
		<dc:creator>Vivendo e aprendendo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 22:40:39 +0000</pubDate>
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		<description>[...] poderia imaginar, mas esta notícia publicada do http://br-linux.org me abriu os [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] poderia imaginar, mas esta notícia publicada do <a href="http://br-linux.org" rel="nofollow">http://br-linux.org</a> me abriu os [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: tiaggs</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2298</link>
		<dc:creator>tiaggs</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 22:12:03 +0000</pubDate>
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		<description>É para isso que serve criptografia completa de hardware para casos extremos, mas no geral não é um problema já que os computadores no geral foram feitos para serem seguros contra ataques remotos, e fáceis localmente para os administradores terem controle total em casos de problema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É para isso que serve criptografia completa de hardware para casos extremos, mas no geral não é um problema já que os computadores no geral foram feitos para serem seguros contra ataques remotos, e fáceis localmente para os administradores terem controle total em casos de problema.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Henrique</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2297</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 22:06:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/#comment-2297</guid>
		<description>Já havia visto notícia semelhante há bastante tempo atrás, usando esse método para recuperar senhas de sistema - nesse caso, é para criptografia de dados no disco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já havia visto notícia semelhante há bastante tempo atrás, usando esse método para recuperar senhas de sistema &#8211; nesse caso, é para criptografia de dados no disco.</p>
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		<title>By: Carlos Bonalumi</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2296</link>
		<dc:creator>Carlos Bonalumi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 22:04:35 +0000</pubDate>
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		<description>Na verdade uma política de segurança adequada deve prever se há necessidade ou não de se criptografar a memória RAM também, recurso permitido no GNU/Linux. Alguns servidores às vezes não necessitam de tanto desempenho e criptografar disco e memória RAM é uma alternativa viável. Sem contar que usar mídias alternartivas para iniciar/gerenciar o boot e só iniciar o sistema após comparação de chaves e no boot e nas partições, para saber se &quot;não tentaram iniciar o sistema&quot; de alguma outra forma é outro recurso para detecção de quebra de segurança.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade uma política de segurança adequada deve prever se há necessidade ou não de se criptografar a memória RAM também, recurso permitido no GNU/Linux. Alguns servidores às vezes não necessitam de tanto desempenho e criptografar disco e memória RAM é uma alternativa viável. Sem contar que usar mídias alternartivas para iniciar/gerenciar o boot e só iniciar o sistema após comparação de chaves e no boot e nas partições, para saber se &#8220;não tentaram iniciar o sistema&#8221; de alguma outra forma é outro recurso para detecção de quebra de segurança.</p>
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		<title>By: Cypher</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2295</link>
		<dc:creator>Cypher</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 21:52:41 +0000</pubDate>
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		<description>tenchi,

Porque encriptar um HD de um servidor? Só o deixaria lento. Se o invasor conseguir acesso remoto ele não vai nem perceber a criptografia porque já vai estar acessando um disco &quot;mountado&quot;. A aplicação da criptografia em disco é mais comum para notebook.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tenchi,</p>
<p>Porque encriptar um HD de um servidor? Só o deixaria lento. Se o invasor conseguir acesso remoto ele não vai nem perceber a criptografia porque já vai estar acessando um disco &#8220;mountado&#8221;. A aplicação da criptografia em disco é mais comum para notebook.</p>
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		<title>By: Bruno Tsubouchi Yporti</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/comment-page-1/#comment-2287</link>
		<dc:creator>Bruno Tsubouchi Yporti</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 20:12:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/ataques-bem-sucedidos-a-particoes-criptografadas-usando-leitura-das-chaves-na-ram-apos-desligar-e-religar-o-micro/#comment-2287</guid>
		<description>Muito interessante, não sabia sobre essa forma de ataque nem que os dados permanecessem na RAM por tanto tempo assim. Seguindo links na fonte e lendo os comentários, tem muita coisa interessante também sobre o assunto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito interessante, não sabia sobre essa forma de ataque nem que os dados permanecessem na RAM por tanto tempo assim. Seguindo links na fonte e lendo os comentários, tem muita coisa interessante também sobre o assunto.</p>
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