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	<title>Comments on: As redes P2P vão destruir o mundo?</title>
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	<description>Linux levado a sério desde 1996</description>
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		<title>By: Giancarlo</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-33168</link>
		<dc:creator>Giancarlo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 01:30:11 +0000</pubDate>
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		<description>Falar de pirataria e repassar um link para o livro?

Contraditório porém com argumentos válidos.

De fato ainda há regiõs para explorar. E o que tem q mudar é a cultura das pessoas.

Encontrar algo de graça na web não significa que você tenha que fazer o download. A pessoa consciente vai acabar comprando, e se sentirá orgulhosa em fazê-lo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de pirataria e repassar um link para o livro?</p>
<p>Contraditório porém com argumentos válidos.</p>
<p>De fato ainda há regiõs para explorar. E o que tem q mudar é a cultura das pessoas.</p>
<p>Encontrar algo de graça na web não significa que você tenha que fazer o download. A pessoa consciente vai acabar comprando, e se sentirá orgulhosa em fazê-lo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: edempoa</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32960</link>
		<dc:creator>edempoa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 15:04:56 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, vamos apagar o sol para proteger os vendedores de velas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, vamos apagar o sol para proteger os vendedores de velas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Thomas Kaufmann</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32593</link>
		<dc:creator>Thomas Kaufmann</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 02:07:10 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, gente... que exagero.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, gente&#8230; que exagero.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Elias Amaral</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32471</link>
		<dc:creator>Elias Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 20:28:38 +0000</pubDate>
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		<description>Alias, o pior eu nao citei: criminalização do bittorrent, e criação de uma lista internacional de infratores</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alias, o pior eu nao citei: criminalização do bittorrent, e criação de uma lista internacional de infratores</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Elias Amaral</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32470</link>
		<dc:creator>Elias Amaral</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 20:27:29 +0000</pubDate>
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		<description>Alguém aqui ouviu falar do ACTA?

Porr, negociação secreta desde o começo do ano entre as nações pra legalizar a vistoria casual de notebooks e ipods em busca de mp3 ilegal o.OOOOOOOO

http://en.wikipedia.org/wiki/Anti-Counterfeiting_Trade_Agreement

http://remixtures.com/2008/09/transparenciea-nas-negociacoes-da-acta-sobre-a-criminalizacao-do-p2p-ja/

busquem no google.. fiquei sabendo ainda a pouco

o.OOOOOOO

SOCORRO ORWELL</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém aqui ouviu falar do ACTA?</p>
<p>Porr, negociação secreta desde o começo do ano entre as nações pra legalizar a vistoria casual de notebooks e ipods em busca de mp3 ilegal o.OOOOOOOO</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Anti-Counterfeiting_Trade_Agreement" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Anti-Counterfeiting_Trade_Agreement</a></p>
<p><a href="http://remixtures.com/2008/09/transparenciea-nas-negociacoes-da-acta-sobre-a-criminalizacao-do-p2p-ja/" rel="nofollow">http://remixtures.com/2008/09/transparenciea-nas-negociacoes-da-acta-sobre-a-criminalizacao-do-p2p-ja/</a></p>
<p>busquem no google.. fiquei sabendo ainda a pouco</p>
<p>o.OOOOOOO</p>
<p>SOCORRO ORWELL</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Igor Cavalcante</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32456</link>
		<dc:creator>Igor Cavalcante</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 19:26:33 +0000</pubDate>
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		<description>Que nada, tem que espalhar é tudo mesmo! . P)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que nada, tem que espalhar é tudo mesmo! . P)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: André Caldas</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32445</link>
		<dc:creator>André Caldas</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 18:37:14 +0000</pubDate>
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		<description>@jotaB,

&lt;blockquote&gt;Não querendo dar uma de advogado de diabo: uma pessoa ligada às gravadoras disse que a música brasileira está esta m***da toda nos últimos 10 anos porque a pirataria desestimulou as gravadoras a investir em novos talentos, talentos que não fossem apenas seguidores do que está estabelecido (axé, pop/rock, sertanejo, pagode, forró, etc) mas que tivessem algo diferente para apresentar.&lt;/blockquote&gt;

Primeiramente, o grande erro é achar que quem deve escolher o que vai fazer sucesso ou não são as gravadoras.

Depois que não faz o menor sentido você acreditar que a pirataria desestimulou o investimento em novos talentos, mas não prejudicou o que já está estabelecido. Qual é a diferença? Acredito que o que é mais pirateado é o que &quot;já está estabelecido&quot;. E para o que &lt;b&gt;não está estabelecido&lt;/b&gt;, acredito que qualquer tipo de divulgação é bem-vinda. Para aquilo que não &quot;já está estabelecido&quot;, os investimentos em jabá e etc. não foram gigantescos.

Imagino o tamanho do jabá necessário para lançar uma nova dupla sertaneja que vai invariavelmente fazer sucesso... Parece que de alguma maneira acreditamos que as gravadoras merecem o monopólio que construíram com tanto investimento em jabá, e que é injusto inviabilizar esse modelo de negócios.


André Caldas.
PS: não tenho nada contra música sertaneja. ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@jotaB,</p>
<blockquote><p>Não querendo dar uma de advogado de diabo: uma pessoa ligada às gravadoras disse que a música brasileira está esta m***da toda nos últimos 10 anos porque a pirataria desestimulou as gravadoras a investir em novos talentos, talentos que não fossem apenas seguidores do que está estabelecido (axé, pop/rock, sertanejo, pagode, forró, etc) mas que tivessem algo diferente para apresentar.</p></blockquote>
<p>Primeiramente, o grande erro é achar que quem deve escolher o que vai fazer sucesso ou não são as gravadoras.</p>
<p>Depois que não faz o menor sentido você acreditar que a pirataria desestimulou o investimento em novos talentos, mas não prejudicou o que já está estabelecido. Qual é a diferença? Acredito que o que é mais pirateado é o que &#8220;já está estabelecido&#8221;. E para o que <b>não está estabelecido</b>, acredito que qualquer tipo de divulgação é bem-vinda. Para aquilo que não &#8220;já está estabelecido&#8221;, os investimentos em jabá e etc. não foram gigantescos.</p>
<p>Imagino o tamanho do jabá necessário para lançar uma nova dupla sertaneja que vai invariavelmente fazer sucesso&#8230; Parece que de alguma maneira acreditamos que as gravadoras merecem o monopólio que construíram com tanto investimento em jabá, e que é injusto inviabilizar esse modelo de negócios.</p>
<p>André Caldas.<br />
PS: não tenho nada contra música sertaneja. ;-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: usucapiao</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32430</link>
		<dc:creator>usucapiao</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 17:24:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/#comment-32430</guid>
		<description>Augusto:

&lt;cite&gt;&quot;De uma maneira ou de outra, os direitos autorais permanecem, e a escolha entre achar outra maneira de faturar, ou ter prejuízo, sob o aspecto legal, é dos seus detentores (e não dos exibidores).&quot;

Seu posicionamento foi corretíssimo. No capitalismo existe a possibilidade de ganho, mas também a de prejuízo. Nos moldes do capitalismo americano, para as grandes empresas existe a idéia de que deve haver somente ganho, e sempre exagerados. Sempre ouvimos falar sobre demissões em massa devido à prejuizos e podem acreditar que tudo começa a partir de um cabeça que não pode ganhar alguns dólares a menos para manter a estabilidade da empresa e o trabalho de seus funcionários. É selvageria pura, a busca do American Way of Life!

O Neo-liberalismo defende a não intervenção do estado na economia, sob o pretexto de que ele se auto-regularia, pois bem, preços abusivos relacionados à mídia e o que houve? Pirataria, que é sim, uma espécie de defesa da população (não quero julgar méritos, apenas mostra fatos).

Tenho visto que há muita discussão acerca da pirataria, muita gente discute usando as definições norte-americanas de propriedade intelectual, tanto que já tentaram algumas vezes em nosso país um enquadramento criminal para tais coisas, o que não se cabe em nossa constituição. Mas ainda ocorre tal tentativa e o meu primeiro comentário foi pra mostrar isso. Sempre que discutirmos propriedade intelectual temos que deixar claro que somos a favor ou contra (não importa), mas desde que ninguém perca sua liberdade por isso.

Assim preconiza nossa constituição. Muito se tem discutido no mundo jurídico acerca disso e se permitirmos as coisas continuarem como estão não demora até surgirem leis duras que irão ainda mais, encarcerar gente pobre em presídios por conta de alguns royalties (dinheiro nosso) indo para fora sob o pretexto da legalidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Augusto:</p>
<p><cite>&#8220;De uma maneira ou de outra, os direitos autorais permanecem, e a escolha entre achar outra maneira de faturar, ou ter prejuízo, sob o aspecto legal, é dos seus detentores (e não dos exibidores).&#8221;</p>
<p>Seu posicionamento foi corretíssimo. No capitalismo existe a possibilidade de ganho, mas também a de prejuízo. Nos moldes do capitalismo americano, para as grandes empresas existe a idéia de que deve haver somente ganho, e sempre exagerados. Sempre ouvimos falar sobre demissões em massa devido à prejuizos e podem acreditar que tudo começa a partir de um cabeça que não pode ganhar alguns dólares a menos para manter a estabilidade da empresa e o trabalho de seus funcionários. É selvageria pura, a busca do American Way of Life!</p>
<p>O Neo-liberalismo defende a não intervenção do estado na economia, sob o pretexto de que ele se auto-regularia, pois bem, preços abusivos relacionados à mídia e o que houve? Pirataria, que é sim, uma espécie de defesa da população (não quero julgar méritos, apenas mostra fatos).</p>
<p>Tenho visto que há muita discussão acerca da pirataria, muita gente discute usando as definições norte-americanas de propriedade intelectual, tanto que já tentaram algumas vezes em nosso país um enquadramento criminal para tais coisas, o que não se cabe em nossa constituição. Mas ainda ocorre tal tentativa e o meu primeiro comentário foi pra mostrar isso. Sempre que discutirmos propriedade intelectual temos que deixar claro que somos a favor ou contra (não importa), mas desde que ninguém perca sua liberdade por isso.</p>
<p>Assim preconiza nossa constituição. Muito se tem discutido no mundo jurídico acerca disso e se permitirmos as coisas continuarem como estão não demora até surgirem leis duras que irão ainda mais, encarcerar gente pobre em presídios por conta de alguns royalties (dinheiro nosso) indo para fora sob o pretexto da legalidade.</cite></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Sergio J Dias</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32417</link>
		<dc:creator>Sergio J Dias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 15:30:53 +0000</pubDate>
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		<description>O editorial abaixo é do site Fazendo Mídia e se adequa, embora fale da grande mídia, a discussão aqui proposta.

&quot;Quando quatro corporações (Viacom, Disney, AOL Time-Warner e Rupert Murdoch) concentram 90% da produção de jornais, rádios, televisão, teatro e cinema, fica descaracterizada qualquer possibilidade de democracia nos meios de comunicação.

No Brasil, seis grupos controlam 667 estações de rádio e televisão. A informação produzida por este oligopólio é manipulada e envenenada de acordo com interesses outros que não os da sociedade.

Os veículos de comunicação da grande mídia limitam-se a transmitir as informações de maneira a agradar a elite político-econômica que a controla.

Para isso, distorce fatos, fabrica versões, descontextualiza acontecimentos e omite detalhes. Espalha o conformismo.

Dessa forma, molda percepções e define estilos de vida. Constrói e sustenta os paradigmas que permitem a manutenção do status quo.

Assim, observa-se uma grave distorção de valores. Em lugar da comunicação ética, voltada para o desenvolvimento social, tem-se uma comunicação voltada única e exclusivamente para o lucro, embora muitas vezes dissimulada por campanhas superficiais, que estimulam o mais baixo tipo de caridade - aquela que meramente consola, conforma e humilha, sem nunca questionar a crescente desigualdade social.
Por isso, perdemos a confiança na grande mídia.

O papel dos meios de comunicação deveria ser democratizar o saber, educar, investigar e denunciar a corrupção. Entretanto, hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar tais qualidades numa redação – entregue aos desmandos de empresas que insistem em colocar o lucro acima da vida.

Por isso tudo, desenvolveremos nosso trabalho a partir de duas linhas de ação conjuntas:

&gt; Atuar junto aos que absorvem a informação sem qualquer tipo de questionamento, revelando os interesses político-econômicos que levam à publicação de determinadas notícias, sob determinados ângulos;

&gt; Fornecer informações aos leitores que não são encontradas na grande mídia, fazendo uso de pesquisa e de reportagens com recursos próprios.&quot;
Site do Fazendo mídia: http://www.fazendomedia.com/editorial.htm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O editorial abaixo é do site Fazendo Mídia e se adequa, embora fale da grande mídia, a discussão aqui proposta.</p>
<p>&#8220;Quando quatro corporações (Viacom, Disney, AOL Time-Warner e Rupert Murdoch) concentram 90% da produção de jornais, rádios, televisão, teatro e cinema, fica descaracterizada qualquer possibilidade de democracia nos meios de comunicação.</p>
<p>No Brasil, seis grupos controlam 667 estações de rádio e televisão. A informação produzida por este oligopólio é manipulada e envenenada de acordo com interesses outros que não os da sociedade.</p>
<p>Os veículos de comunicação da grande mídia limitam-se a transmitir as informações de maneira a agradar a elite político-econômica que a controla.</p>
<p>Para isso, distorce fatos, fabrica versões, descontextualiza acontecimentos e omite detalhes. Espalha o conformismo.</p>
<p>Dessa forma, molda percepções e define estilos de vida. Constrói e sustenta os paradigmas que permitem a manutenção do status quo.</p>
<p>Assim, observa-se uma grave distorção de valores. Em lugar da comunicação ética, voltada para o desenvolvimento social, tem-se uma comunicação voltada única e exclusivamente para o lucro, embora muitas vezes dissimulada por campanhas superficiais, que estimulam o mais baixo tipo de caridade &#8211; aquela que meramente consola, conforma e humilha, sem nunca questionar a crescente desigualdade social.<br />
Por isso, perdemos a confiança na grande mídia.</p>
<p>O papel dos meios de comunicação deveria ser democratizar o saber, educar, investigar e denunciar a corrupção. Entretanto, hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar tais qualidades numa redação – entregue aos desmandos de empresas que insistem em colocar o lucro acima da vida.</p>
<p>Por isso tudo, desenvolveremos nosso trabalho a partir de duas linhas de ação conjuntas:</p>
<p>&gt; Atuar junto aos que absorvem a informação sem qualquer tipo de questionamento, revelando os interesses político-econômicos que levam à publicação de determinadas notícias, sob determinados ângulos;</p>
<p>&gt; Fornecer informações aos leitores que não são encontradas na grande mídia, fazendo uso de pesquisa e de reportagens com recursos próprios.&#8221;<br />
Site do Fazendo mídia: <a href="http://www.fazendomedia.com/editorial.htm" rel="nofollow">http://www.fazendomedia.com/editorial.htm</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Sergio J Dias</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32416</link>
		<dc:creator>Sergio J Dias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 15:29:08 +0000</pubDate>
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		<description>O editorial abaixo é do site Fazendo Mídia e se adequa, embora fale da grande mídia, a discussão aqui proposta.

Quando quatro corporações (Viacom, Disney, AOL Time-Warner e Rupert Murdoch) concentram 90% da produção de jornais, rádios, televisão, teatro e cinema, fica descaracterizada qualquer possibilidade de democracia nos meios de comunicação.

No Brasil, seis grupos controlam 667 estações de rádio e televisão. A informação produzida por este oligopólio é manipulada e envenenada de acordo com interesses outros que não os da sociedade.

Os veículos de comunicação da grande mídia limitam-se a transmitir as informações de maneira a agradar a elite político-econômica que a controla.

Para isso, distorce fatos, fabrica versões, descontextualiza acontecimentos e omite detalhes. Espalha o conformismo.

Dessa forma, molda percepções e define estilos de vida. Constrói e sustenta os paradigmas que permitem a manutenção do status quo.

Assim, observa-se uma grave distorção de valores. Em lugar da comunicação ética, voltada para o desenvolvimento social, tem-se uma comunicação voltada única e exclusivamente para o lucro, embora muitas vezes dissimulada por campanhas superficiais, que estimulam o mais baixo tipo de caridade - aquela que meramente consola, conforma e humilha, sem nunca questionar a crescente desigualdade social.
Por isso, perdemos a confiança na grande mídia.

O papel dos meios de comunicação deveria ser democratizar o saber, educar, investigar e denunciar a corrupção. Entretanto, hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar tais qualidades numa redação – entregue aos desmandos de empresas que insistem em colocar o lucro acima da vida.

Por isso tudo, desenvolveremos nosso trabalho a partir de duas linhas de ação conjuntas:

&gt; Atuar junto aos que absorvem a informação sem qualquer tipo de questionamento, revelando os interesses político-econômicos que levam à publicação de determinadas notícias, sob determinados ângulos;

&gt; Fornecer informações aos leitores que não são encontradas na grande mídia, fazendo uso de pesquisa e de reportagens com recursos próprios.

Saiba mais sobre nosso método de trabalho e sobre como você pode participar deste processo, acessando Assinatura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O editorial abaixo é do site Fazendo Mídia e se adequa, embora fale da grande mídia, a discussão aqui proposta.</p>
<p>Quando quatro corporações (Viacom, Disney, AOL Time-Warner e Rupert Murdoch) concentram 90% da produção de jornais, rádios, televisão, teatro e cinema, fica descaracterizada qualquer possibilidade de democracia nos meios de comunicação.</p>
<p>No Brasil, seis grupos controlam 667 estações de rádio e televisão. A informação produzida por este oligopólio é manipulada e envenenada de acordo com interesses outros que não os da sociedade.</p>
<p>Os veículos de comunicação da grande mídia limitam-se a transmitir as informações de maneira a agradar a elite político-econômica que a controla.</p>
<p>Para isso, distorce fatos, fabrica versões, descontextualiza acontecimentos e omite detalhes. Espalha o conformismo.</p>
<p>Dessa forma, molda percepções e define estilos de vida. Constrói e sustenta os paradigmas que permitem a manutenção do status quo.</p>
<p>Assim, observa-se uma grave distorção de valores. Em lugar da comunicação ética, voltada para o desenvolvimento social, tem-se uma comunicação voltada única e exclusivamente para o lucro, embora muitas vezes dissimulada por campanhas superficiais, que estimulam o mais baixo tipo de caridade &#8211; aquela que meramente consola, conforma e humilha, sem nunca questionar a crescente desigualdade social.<br />
Por isso, perdemos a confiança na grande mídia.</p>
<p>O papel dos meios de comunicação deveria ser democratizar o saber, educar, investigar e denunciar a corrupção. Entretanto, hoje em dia está cada vez mais difícil encontrar tais qualidades numa redação – entregue aos desmandos de empresas que insistem em colocar o lucro acima da vida.</p>
<p>Por isso tudo, desenvolveremos nosso trabalho a partir de duas linhas de ação conjuntas:</p>
<p>&gt; Atuar junto aos que absorvem a informação sem qualquer tipo de questionamento, revelando os interesses político-econômicos que levam à publicação de determinadas notícias, sob determinados ângulos;</p>
<p>&gt; Fornecer informações aos leitores que não são encontradas na grande mídia, fazendo uso de pesquisa e de reportagens com recursos próprios.</p>
<p>Saiba mais sobre nosso método de trabalho e sobre como você pode participar deste processo, acessando Assinatura.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: r.</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32414</link>
		<dc:creator>r.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:55:31 +0000</pubDate>
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		<description>quem quiser o livro completo, &lt;a href=&quot;http://fubap.org/kingston/wp-content/uploads/2008/10/the_pirates_dilemma.pdf&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;tá aqui, fácil&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quem quiser o livro completo, <a href="http://fubap.org/kingston/wp-content/uploads/2008/10/the_pirates_dilemma.pdf" rel="nofollow">tá aqui, fácil</a>.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Vinícius</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32413</link>
		<dc:creator>Vinícius</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 14:10:54 +0000</pubDate>
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		<description>Até parece que o mundo vai deixar de produzir cultura porque um bando de empresas ainda não se adaptou a tecnologia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até parece que o mundo vai deixar de produzir cultura porque um bando de empresas ainda não se adaptou a tecnologia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Augusto Campos</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32411</link>
		<dc:creator>Augusto Campos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 13:44:41 +0000</pubDate>
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		<description>De uma maneira ou de outra, os direitos autorais permanecem, e a escolha entre achar outra maneira de faturar, ou ter prejuízo, sob o aspecto legal, é dos seus detentores (e não dos exibidores).

No exemplo dado, a emissora parece estar usando uma estratégia de exibição que a satisfaz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De uma maneira ou de outra, os direitos autorais permanecem, e a escolha entre achar outra maneira de faturar, ou ter prejuízo, sob o aspecto legal, é dos seus detentores (e não dos exibidores).</p>
<p>No exemplo dado, a emissora parece estar usando uma estratégia de exibição que a satisfaz.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Tércio Martins</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32410</link>
		<dc:creator>Tércio Martins</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 13:34:46 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;Postado por Clésio Luís&lt;/b&gt;
&lt;i&gt;&quot;A exibição em TV aberta não sai de graça. A Globo paga um “dinheirinho” para os donos de 24 Horas e Lost para exibi-los domingo depois da meia noite (para que os canais concorrentes não comprem os direitos de transmissão e massacrem a novela das nove…) Então a Globo cobra para exibir propaganda entre os intervalos comerciais, para recuperar o seu investimento e gerar uns trocados pro caixa dela. Baixando da net via bittorrents da vida os produtores do seriado não recebem nada pelo seu investimento (que não é pequeno, diga-se de passagem).&quot;&lt;/i&gt;

Clésio, a questão é: seriado de TV é um investimento que pode dar certo ou errado, e sempre há riscos inerentes ao negócio. Se o seriado não gera ibope ou não atrai anunciantes, a emissora deve mudar sua estratégia de exibição, e não impedir as pessoas de assistí-lo por outros meios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>Postado por Clésio Luís</b><br />
<i>&#8220;A exibição em TV aberta não sai de graça. A Globo paga um “dinheirinho” para os donos de 24 Horas e Lost para exibi-los domingo depois da meia noite (para que os canais concorrentes não comprem os direitos de transmissão e massacrem a novela das nove…) Então a Globo cobra para exibir propaganda entre os intervalos comerciais, para recuperar o seu investimento e gerar uns trocados pro caixa dela. Baixando da net via bittorrents da vida os produtores do seriado não recebem nada pelo seu investimento (que não é pequeno, diga-se de passagem).&#8221;</i></p>
<p>Clésio, a questão é: seriado de TV é um investimento que pode dar certo ou errado, e sempre há riscos inerentes ao negócio. Se o seriado não gera ibope ou não atrai anunciantes, a emissora deve mudar sua estratégia de exibição, e não impedir as pessoas de assistí-lo por outros meios.</p>
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		<title>By: Clésio Luiz</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/as-redes-p2p-vao-destruir-o-mundo/comment-page-1/#comment-32401</link>
		<dc:creator>Clésio Luiz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 12:05:25 +0000</pubDate>
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		<description>A exibição em TV aberta não sai de graça. A Globo paga um &quot;dinheirinho&quot; para os donos de 24 Horas e Lost para exibi-los domingo depois da meia noite (para que os canais concorrentes não comprem os direitos de transmissão e massacrem a novela das nove...) Então a Globo cobra para exibir propaganda entre os intervalos comerciais, para recuperar o seu investimento e gerar uns trocados pro caixa dela. Baixando da net via bittorrents da vida os produtores do seriado não recebem nada pelo seu investimento (que não é pequeno, diga-se de passagem).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A exibição em TV aberta não sai de graça. A Globo paga um &#8220;dinheirinho&#8221; para os donos de 24 Horas e Lost para exibi-los domingo depois da meia noite (para que os canais concorrentes não comprem os direitos de transmissão e massacrem a novela das nove&#8230;) Então a Globo cobra para exibir propaganda entre os intervalos comerciais, para recuperar o seu investimento e gerar uns trocados pro caixa dela. Baixando da net via bittorrents da vida os produtores do seriado não recebem nada pelo seu investimento (que não é pequeno, diga-se de passagem).</p>
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