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Arquiteto da Oracle diz que deve existir apenas uma distribuição Linux: Red Hat

“Edward Screven, arquiteto corporativo chefe da Oracle, afirma que somente uma distribuição Linux deveria existir – Red Hat – e clama que não deveria haver fragmentação da base de código. Em entrevista recente à Linux Foundation, Screven informou que o Oracle Unbreakable Linux não é um produto, mas um programa de suporte para o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), e acredita que essa distribuição deveria ser a única existente.”

Enviado por Rodrigo Amorim (ramorimΘlinuxnewmedia·com·br) - referência (linuxmagazine.com.br).

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60 Comentários para “Arquiteto da Oracle diz que deve existir apenas uma distribuição Linux: Red Hat”

Os comentários são responsabilidade de seus autores, e não são analisados ou aprovados pelo BR-Linux. Leia os Termos de uso do BR-Linux.

  1. self_liar (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 11:12 am

    Claro , todo mundo ia pagar 500 reais pelo suporte,todo mundo deveria usar só servidores e nenhum codec multimídia.

    Sinto muito,mas o mundo não é feito para empresas .Pelo menos em teoria,pois a prática diz ao contrario.

  2. lordtux (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 11:13 am

    Só porque interessa a ele, o linux é o que é hoje em dia por que existem várias distros e cada um usa aquela que mais lhe agradar.
    Estou muito bem com meu Fedora, meu Mandriva, Gentoo e Ubuntu, sem falar no Opensuse.

  3. Alex Maia Sanchez (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 11:19 am

    Vamos propor à este imbecil que exista somente um banco de dados também ! Podem escolher: DB2, Postgres, Firebird, MySQL, etc…

  4. Cada um com seu sonho, eu queria um Maserati na garagem da minha Mansão na praia! fazer o que.

  5. Br (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 11:55 am

    Acordem esse idiota pro mundo real,faz favor

  6. Joel Galdino (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:03 pm

    Eu concordo! Acho que deveria existir também apenas uma marca de carro. Apenas uma marca de cerveja. Para quê tantas opções nesse mundo?

  7. AlphaZine (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:07 pm

    Uma distribuição só realmente não faz sentido. Mas deveriam padronizar algumas coisas como o gerenciador de pacote, por exemplo. Deve ser terrível para uma empresa dar suporte para várias distros diferentes.

  8. Felizmente a opinião deste infeliz não tem a menor importância para a comunidade FOSS.
    Pode esperar sentado senhor Edward Screven.

  9. valdeir (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:20 pm

    Concordo tenha muitas distros, mas deveria ser a comunidade que desenvolve(no caso o pessoal do GNU e kernel.org) ou usa software que deveria escolher a distro “base”.

  10. Jr . Weber (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:24 pm

    Isso tá com cara de papo de preguiçoso. Que não quer dar suporte a várias distros.

    RH está longe de ser a melhor.

    Se fosse pra existir uma só distro corporativo, que seja a CentOS, haha :)

  11. Felipe (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:29 pm

    Discordo se só existisse apenas uma distro ai que ninguém usaria o Linux principalmente os iniciantes em Linux como eu acho que o Mundo Linux cresceu muito hoje devido as diversas distros e suas facilidades como a principal distro hoje para os iniciantes a tão aclamada: Ubuntu
    não só o ubuntu mas o Mandriva, Kurumin e outras por ai eu aki em casa tenho cds de varias distros mas só o Mandriva se encaixa no meu perfil assim como as diversas outras se dão muito bem nos outros se ja é um fato nem todo mundo usa a mesma distro.

  12. teste (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:32 pm

    >> Só porque interessa a ele, o linux é o que é hoje em dia por que existem várias distros e cada um usa aquela que mais lhe agradar.

    Realmente, se não fossem o número de distros atuais, o linux seria muito melhor… =P

    >> Eu concordo! Acho que deveria existir também apenas uma marca de carro. Apenas uma marca de cerveja. Para quê tantas opções nesse mundo?

    Já existem SOs demais hoje em dia… Porque dividir mais ainda essa parte do mercado em milhares de distros? Seguindo sua analogia, seria como pegar uma marca de cerveja e criar um monte de variantes com ingredientes diferenciados…

  13. black_linux (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:38 pm

    A padronização em algumas coisas do GNU/Linux é válida, mas 1 distro acho que é como ir contra alguma lei da física.

    Seria bom ter só um tipo de mulher. Será?

  14. Andre Tomazetti (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:46 pm

    Em que mundo esse cara vive???

    —–

  15. valdeir (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 12:57 pm

    acredito que ele tem bons argumentos galera, apenas leia o link antes postarem respostas, afinal é uma empresa que também da suporte a linux.
    O linux cresceu muito em usuario nos ultimos anos. Ele tem problemas ainda com suporte,desktop e preconceito devido a falta de algumas mudanças e ausencia de outras!!.
    Uma distro talvez nao fosse a resposta para isso, uma base consolidada sim.

    abraços!!!

  16. foobob (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:19 pm

    boa, tiaggs! XD

  17. piu (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:34 pm

    Sò lembrando, a Oracle fez um acordo para a “compra” da distribuição Linux (Fedora) que serve como base ao Red Hat Enterprise Linux.

  18. Ricardo Carraro (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:46 pm

    Concordo com a padronização da árvore de diretórios e arquivos de configuração do Linux e que além dos pacotes .deb, .rpm, .tgz, etc, deveria existir um .bin universal que seria instalado em todas as distribuições e pronto.
    Agora discordo sobre existir apenas 1 distro, pois com o argumento acima, dispensaria essa idéia maluca.
    Eu acho que deve SIM existirem várias distros com seus diferentes propósitos (studio, cluster, desktop, etc) mas seguindo o principio do padrão dos diretórios e arquivos de configuração.

    Abraço a todos.

  19. Ary (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:52 pm

    Porque não uma fusão KDE / GNOME? Um dos problemas do GNU/Linux ou Linux como queiram é a não padronização de interfaces e programas. Realmente eu não sei se deveria existir somente uma distro,acredito que não. Eu gostaria de uma padronização geral começando por formatos de documentos (que já tem ODF, mas o .abw não é padronizado), formatos de som, etc. Por exemplo cada distro que tu abre é um padrão diferente de pacote- Ubuntu e Debian é .deb, Slack têm um pacote lá que esqueci, Red Hat é rpm. Isso é uma aberração! Todos esses formatos podem continuar a existir e conviver pacificamente mas há uma necessidade de mercado da padronização de formatos em GNU/Linux (e também outros S.Os.).

  20. Troller (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:54 pm

    Pessoal pense bem o Oracle é um banquinho limitado e fresco ele não é igual o Mysql e outros que rodam em todas as distribuições e não reclamam

  21. Troller (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:59 pm

    RPM, DEB, TGZ
    As crianças tão chorando por causa disso ?
    Engraçado nunca vi ninguém no mundo windows reclamar do
    .exe .msi .bat
    E muito menos do
    .rar .zip

    Pare de chorar e aprendam a converter pacotes
    Para vocês basta fazer um “gerenciador” que aceite qualquer um e pronto

  22. Ricardo Carraro (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 2:07 pm

    Bom Troller, com esse nick, dispenso maiores comentários pessoais (e também porque não me rebaixo a este nível).

    O que eu queria dizer e vc não entendeu, foi que além desses formatos já EXISTENTES (tá melhor com CAPS pra entender?), deveria TAMBÈM, existir o .bin para uma ALTERNATIVA A MAIS pro usuário instalar pacotes!
    Mas eu deixei claro que os DIRETÓRIOS e os ARQUIVOS DE CONFIGURAÇÃO deveriam ser SIM PADRONIZADOS para que acabe DE VEZ com o problema de incompatibilidade de uma versão com a outra! Apenas isto.

    Abraço e fique sabendo que chamar os outros de CRIANÇA não é ofensa, pois existem crianças que na frente do computador fazem muito mais do que gente grande ;-)

  23. Ricardo Carraro (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:46 pm
    Concordo com a padronização da árvore de diretórios e arquivos de configuração do Linux e que além dos pacotes .deb, .rpm, .tgz, etc, deveria existir um .bin universal que seria instalado em todas as distribuições e pronto.
    Agora discordo sobre existir apenas 1 distro, pois com o argumento acima, dispensaria essa idéia maluca.
    Eu acho que deve SIM existirem várias distros com seus diferentes propósitos (studio, cluster, desktop, etc) mas seguindo o principio do padrão dos diretórios e arquivos de configuração.
    Abraço a todos.

    É o meu pensamento também. Facilitaria muito a divulgação de pequenos programas. Existem vários programas que são muitos bons, mas muito específicos. Aí acaba de ele não entrar nos repositórios oficiais e o usuário novato acaba não tendo como usá-lo, já que nem todo programa consegue ser instalado com os “3 comandos mágicos”©®.

    Iria aumentar muito o nº de softwares disponibilizados se fossem tomadas essas medidas, atraindo novas empresas a lançar seus produtos para o Linux.

    Na minha visão, esse tipo de padronização não iria prejudicar ninguém. Só iria machucar o orgulho de certos individuos, que gostam do “seu” padrão porque ele é o melhor…

  24. Luis Santos (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 2:15 pm

    Este palhaço deve achar também que só deveria haver um banco de dados. Adivinhem qual…

  25. Avelino Bego (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 2:22 pm

    A única coisa que deveria ser padronizado, na minha opinião, é a árovore de diretórios.
    Facilitaria e muito a conversão/instalação de programas, fora o suporte.

    Só isso.

    Aliás, deveria seguir o que já faz parte do mundo Unix. O Slackware segue essa linha.

    De resto, fusão entre KDE e Gnome tá mais pra “Síndrome de Abstinência ao Windows”…

    De resto, cada distro oferece a ferramenta que melhor lhe convier.

  26. Fernando (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 2:47 pm

    - Onde esse cará esta, em marte???
    - Quando a RH pagou pra ele falar isso ??

    Mas Enfim

    1 - Opa padronização da arvores de diretórios?
    RESP: Legal

    2 - Sobre os aplicativos tendo um .bin
    RESP: seria uma maravilha ……..albertoooooo.

    agora demais itens…esquece

    distro é que nem mulher , roupa cada um tem a que gosta.
    3 -

  27. O padrão definido na Linux Standard Base é sincronizado com a SUS (Single UNIX Specification) desde 2004, e foi submetido à ISO (na forma da norma proposta ISO/IEC 23360) a partir de sua versão 3.1.

    Mas atender ao LSB (que inclui padronização de suporte a bibliotecas, utilitários básicos, formato de arquivos, de pacotes e outros) é opcional para cada distribuição.

  28. Ricardo Carraro (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 1:46 pm Concordo com a padronização da árvore de diretórios e arquivos de configuração do Linux e que além dos pacotes .deb, .rpm, .tgz, etc, deveria existir um .bin universal que seria instalado em todas as distribuições e pronto.

    Talvez seja mais fácil criar um Linux que aceita todos estes pacotes…ops já pensaram nisso e se chama “KinuX Linux”

    http://kinuxlinux.org/candy
    http://devel.kinuxlinux.org/candy/rascunhos

  29. André Luiz (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 3:26 pm

    Olá a todos! Todas as colocações feitas sobre padronização são interessantes, relevantes e até já existem(como o Augusto colocou), mas será que o Linux seria o que é hoje com algo além disto?
    O que motiva as diferenças são exatamente as necessidades e interesses dos grupos usuários/desenvolvedores. Cada um aqui, por acaso, abriria mão das virtudes de sua distro preferida em detrimento de outra? Ou concordaria usar uma distro com sobrecarga de soluções/recursos só para manter um “padrão”? Acredito que não(principalmente se for em nível corporativo).

    A colocação de Edward Screven apenas atende aos interesses de sua empresa(para facilitar sua própria vida). Muito natural.
    Sobindo um pouco a instância de discussão para SO’s, é o mesmo que ver a Microsoft defendendo o Windows…

  30. foobob (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 3:28 pm

    Pacotes tgz não são mais pacote de instalação do que um zip ordinário qualquer.

  31. tadeu (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 3:35 pm

    Também acho que só devia existir uma distro: Ubuntu.

  32. devnull (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 3:48 pm

    Deve existir apenas um banco de dados: SQLite :)

    Eu já assisti uma palestra da Oracle em uma pessoa perguntou como eles pretendiam competir com o PostgreSQL e MySQL que estão crescendo no mercado e o cara da Oracle disse: “desculpe, mas nós não conhecemos esses competidores, de que empresas são? Poderia repetir? Vou anotar os nomes para não esquecer…”

    Acho que eles pensam que arrogância é vantagem competitiva.

  33. Pod (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 4:16 pm

    Vamos lá.

    Primeiro, diferente do que foi dito (ainda que por ironia, que seja), o Oracle é um excelente banco de dados. Qualquer um com educação formal na área sabe disso.

    Segundo, para os fins da Oracle, a situação não difere muito do solicitado por Edward Screven. No que concerne o Linux, a RedHat é a líder no mundo corporativo para aplicações de grande porte e que exigem segurança, estabilidade e *suporte*. Quem usa Oracle está nesse segmento; não dá pra perder meio dia de operação por causa de uma incompatibilidade qualquer e não dá para garantir esse nível de confiança em quatrocentas distribuições, cada uma com pequenas variações entre si. Por isso é importante para a Oracle que exista uma padronização (de distribuições; LSB *não* basta) no Linux.

    Claro que eu não acho que deveria haver uma única distribuição, mas, convenhamos, no espaço de mercado que interessa à Oracle isso já está acontecendo: RedHat e Novell dominam (ok, são duas, mas *dois* é um número aceitavelmente pequeno). Causa-me horror a idéia de um banco gerenciando aplicações críticas em Fedora+MySQL.

    (Note que eu sou usuário de Fedora e respeito os méritos do MySQL, mas eles simplesmente não são adequados no caso em questão. Também acho que a LSB é um esforço importante, mas que, aqui, é insuficiente.)

    Abraços

  34. Viva a diversidade!

    Ao meu - nem de longe - humilde ver, a diversidade é a força motriz das mudanças. O Linux não seria jamais, penso, esta fonte de inspiração e esteio de tantos recursos se fosse monolítico (refere-se ao pensamento). Concordo parcialmente com o postante no que concerne ao RH, pois este modo de produção via RH implantou e tem sustentado, mundialmente, um novo paradigma em oferta e técnica de suporte. Mas quando se busca uma solução, um algoritmo, implementado no Suse, por exemplo, percebe-se a solidez do Linux como padrão e se percebe, idem, que é a diversidade a motriz de tantas trocas, de tanto intercâmbio e de tamanha profusão de recursos que os Linuxes tem apresentado. Por isso, viva a diversidade.
    Morvan, usuário Linux Nº 433640.

  35. george (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 4:22 pm

    O linux só é o linux porque é flexível, permite que cada um adicione o que quiser, use o gerenciamento de pacotes que preferir. Esse papo de “só uma distro no mercado” é coisa de M$. Aliás, “mercado” é uma entidade abstrata, não usa computador. Empresas que adotam linux, o fazem através de UMA distribuição que lhes atenda melhor, e nisso a variedade também ajuda. Quem é contra a existência de variedade não sabe sobreviver em ambientes adversos.

  36. foobob (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 4:37 pm

    “Causa-me horror a idéia de um banco gerenciando aplicações críticas em Fedora+MySQL.”

    Pois é, não ter nenhuma pessoa no outro lado da linha para culpar, só caras em fórums ou IRC te mandando RTFM…

  37. Ricardo Carraro (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 4:51 pm

    Pod, concordo plenamente em tudo o que você disse, pois trabalho em uma grande empresa de Telecom como analista de suporte campo, e os administradores de redes e servidores dizem a mesma coisa sobre implantar um servidor Linux na empresa. Todos eles dizem que precisam do “suporte” e que só utilizariam uma distro como o Red Hat Enterprise ou Suse Enterprise e um banco como Oracle, pois essas empresas (pelo menos as grandes, com grandes servidores de missão crítica) necessitam desta garantia, a garantia de ter disponível a qualquer momento do dia uma outra grande corporação na hora que o “bixo pegar” digamos assim.
    Também concordo que a LSB acaba não padronizando nada, padronização até certo ponto e ao mesmo tempo liberação pras distros fazerem o que quiserem pra mim não é padronização, eu creio que para o Linux alavancar de vez e tomar o lugar de todos os SO´s rapidamente seria pelo menos a padronização de diretórios, arquivos de configuração e de um gerenciador de pacotes “universal” como disse o nosso amigo “tiaggs” apontando o link do aplicativo (http://kinuxlinux.org/candy), o qual achei muito interessante.
    Antes de ser apedrejado, gostaria de dizer que as distros deveriam também ter opções na hora da instalação, perguntando ao usuário se ele quer manter uma árvore de diretórios e arquivos de config. padrão ou tradicional, mantendo assim a liberdade de escolha que é a marca registrada do pinguim.
    E outra, nada disso impediria de serem criadas distros com seus próprios propósitos e destinadas ao público X, Y e Z, e ainda assim contaríamos com diversos e excelentes programas disponíveis para todos.
    Bom, acho que é isso, um abraço.

  38. Joao Roberto Leme (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 5:04 pm

    Bem, na minha opnião se todas as distribuições fossem “compatíveis” na questão do gerencimento de pacotes, acredito que as coisas ja seriam bem melhores.

    Agora, acho que a questão de ter uma única distro e um único ambiente gráfico poderia ser um passo interessante de certa forma, mas também é uma questão puramente de ponto de vista de cada um. Particularmente acho que união de esforços sempre traz novidades interessantes, um exemplo é o Compiz e o Beryl, mas não acho que precisamos chegar ao extremo de unificar todas as distros em uma só ou os ambientes gráficos, até porque de qualquer forma isso não agradaria a todos (como já acontece) e invevitavelmente novamente sairiam variações, uma vez que isso é permitido pela GPL.

    Sou usuário de Linux (Ubuntu) e não tenho problemas com ele, pro meu desktop tá perfeito. Em relação ao comentário do arquiteto, acho que não deve gerar stress, até porque ele não tem nada a ver com a comunidade Linux, só está expondo seu ponto de vista defendendo os interesses da empressa que paga o salário dele, nada mais do que justo… pra ele e pra Oracle. :P

  39. Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 5:31 pm

    Quem é contra padronização será que são contra o W3C e patterns? Cada um cria suas próprias tags que rodem só no seu browser, isso é liberdade!!!

    Padronizar não significa inibir a liberdade nem criatividade. Padrão possibilita a interoperabilidade, tão almejada pra quem fornece softwares pra Linux.

  40. A grande vantagem (para a MS, Oracle e outros nada interessados em Software Livre) é que tendo uma distribuição só fica mais fácil destruir o Linux e parar de uma vez com o movimento em prol do SL. Afinal, basta comprar ou quebrar um única empresa e pronto, até a comunidade se recuperar, muita coisa estará perdida. Hoje matar uma empresa faz outra florecer no lugar, algo semelhante a matar uma cabeça da Hidra da mitologia, outra volta (às vezes vem até mais de uma no lugar).

    Quanto ao comentário do cara da Oracle sobre “que empresa mesmo?” do MySQL, avisa para ele que é de uma empresinha chamada SUN, pequenininha como uma tal de Oracle.

    Quanto à padronização, não há essa padronização em NENHUM sistema operacional, nem mesmo no Windows. Tem o MS Installer, Inno Installer, Sei lá mais qual Installer, fora os que só descompactam o diretório, se instalam como componentes do Windows etc. Fora o fato de cada um tentar instalar sua própria versão de DLL e outra substituir e daí por diante. Se isso é padrão, prefiro a “bagunça” atual das distribuições Linux.

    A diferença é que tentamos obter o melhor no mundo Linux, o que pode ser algo mutável pois alguém pode inventar uma forma melhor e as outras distribuições podem usar, SE QUISEREM. Vence o melhor, geralmente. Eu detesto RPM pelas enormes chateações que já tive com ele mas nem por isso é tão impossível assim rodar um alien ou similar e converter para outra distribuição ou mesmo usar o RPM em paralelo a outro gerenciador (isso é usado em alguns pacotes no Gentoo, por exemplo). Mas até o RPM já melhorou bastante e o uso de gerenciadores melhores (junto com o RPM) já facilita o problema das dependências.

    Em resumo, esse argumento é falho, cansativo, batido e desbancado há tempos; eles apenas acham que espalhando mais FUD por muito tempo as pessoas vão continuar acreditando ou passar a acreditar. Está tendo o efeito contrário, as distribuições estão cada vez mas fáceis, cada vez mais escondem do usuário normal o uso dos pacotes com interfaces do tipo “clique no nome do programa que você quer que eu baixo e instalo tudo para você”, como o synaptic e similares. Faz isso no Windows, chama Instalar e Remover Programas e pede para ele instalar o OpenOffice ou o Gimp ou o MSN Messenger mais novo da própria Microsoft? Ué, não era mais fácil que no Linux? Minha tia de 65 anos consegue fazer isso no Ubuntu; a secretária da firma de advocacia onde trabalha um colega faz isso no Fedora. Pede para elas fazerem isso no Windows. E olha que elas usavam Windows antes.

    Flávio

  41. Isaac (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 7:23 pm

    Que seja Mandriva a única distro a existir…rs
    Distro nota 10.

  42. Anderson Zardo (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 7:51 pm

    alguém explica isso pra Microsoft, pra Novel e pra Canonical então.
    Petróleo move o mundo.

  43. Luciano.M (usuário não registrado) em 9/05/2008 às 9:43 pm

    Será esse sujeito apenas mais um lunático beberrão de sexta-feira ou será um sinal da próxima SCO?

  44. Forbiden Code (usuário não registrado) em 10/05/2008 às 12:51 am

    Será que esta tão longe assim a bagunça ?

    95% de todos os arquivos de configuração em todas as distros ficam no /etc/ ou alguma subpasta ( se diferir um ou dois niveis é muito )

    A maioria dos pacotes instalam os arquivos binarios,documentação e etc em algum sub diretorio /usr/…. é quase ser nosso “arquivo de programas”

    Acho que o problema não esta se o arquivo de instalação seja em .deb .rpm .bin .tgz ou seja lá o que for o problema reside nos arquivos de biblioteca disponiveis por cada distribuição e a forma como estas dependencias são organizadas pelas distribuições

    Por exemplo nas distros Debian uma biblioteca XYZ-lib devido costumes da distro são empacotadas em dois pacotes um xyz-lib-server-1.0.deb e xyz-lib-cliente-1.0.deb ja o Mandriva por exemplo seu fabricante acha melhor mandar tudo em um unico pacote com o nome xyz-1.0.rpm

    Se notarmos bem o problema não é se é em .deb ou em .rpm e sim a organização que o distribuidor faz da biblioteca.

    Ou seja se eu vou fazer um programa e empacotar eu sei que eu uso a xzy-lib mas como vousaber como determinada distribuição organiza a xyz-lib em seus pacotes ???

    Tanto faz se o formato (RPM, DEB, etc ) o problema é saber que pacotes eu aviso para o usuário que ele deve instalar para rodar meu programa afinal a dependencia se faz a nivel de nome de pacotes

    Faça um teste tente descobrir na distribuição que você usa a qual pacote pertenc o arquivo libklinkstatuspart.la e compare com o colega para ver se os nomes dos pacotes batem

  45. sensato (usuário não registrado) em 10/05/2008 às 4:27 pm

    Acho que a maioria dos que concordaram com com ele nao conhecem a LSB. O RedHat segue. Uma distro só? Inviável. Porém, as outras podiam se padronizar… agora, vai dizer pros debianos…

  46. arroz_com_fritas (usuário não registrado) em 10/05/2008 às 8:46 pm

    no debian:

    dpkg-query -S libklinkstatuspart.la
    klinkstatus: /usr/lib/kde3/libklinkstatuspart.la

    hehehe

  47. Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 10/05/2008 às 10:41 pm

    “Tem o MS Installer, Inno Installer, Sei lá mais qual Installer, fora os que só descompactam o diretório, se instalam como componentes do Windows etc.”

    Todos esses usam a mesma API do SO e são intoperaveis. Um pacote instalado por uma é visto pela outra. Felizmente muitos desenvolvedores Linux estão cientes disso e buscam uma forma de padronização, embora ainda não chegarem em consenso.

  48. Marcus Aurelius (usuário não registrado) em 11/05/2008 às 1:21 am

    Filosofia Taoísta, trecho do livro O desafio das línguas, página 7 (no pdf, é a página 13):

    [[Há sempre dois tempos: o da divisão e o da união. A divisão em partes que se opõem e, a seguir, a união em uma harmonia mais rica que a situação precedente. Se o polegar não tivesse se separado dos outros dedos, nós não pegaríamos os objetos tão bem. Se não houvesse o tempo da divisão, no qual a água separa-se da terra para subir ao céu, nós não poderíamos viver, porque não haveria nada além de um imenso pântano. Mas após o tempo da divisão vem o tempo da união: a chuva cai, une-se à terra, fecunda-a; o polegar une-se ao indicador para pegar com destreza.]]

    Acho que isso se aplica muito bem à situação atual das distribuições Linux. É preciso pensar no tempo da união. Já presenciei o fato de um iniciante desistir do Linux porque um jogo que ele queria jogar tinha instalador pra Red Hat e ele usava o Mandriva. A sugestão que o site dava pra usuários de outras distribuições era compilar o fonte… Inviável pra um iniciante. Isso que o Mandriva usa RPM, como o Red Hat… podia ser pior ainda.

  49. Tarantino (usuário não registrado) em 11/05/2008 às 1:25 am

    Olá,

    Acompanhei o debate sobre o comentário do Arquiteto do Oracle…

    E vi os comentários dos usuários, cada um defendendo sua ditribuição favorita, nem entrarei nesse mérito, falando que A é melhor que B..
    Acho apenas que muitos projetos, que deveriam andar juntos, criam “forks” apenas porque nem todas as idéias são aprovadas pela pessoa que coordena o projeto, mas acredito que se uma idéia é boa e tem argumento é aceita.

    É mais produtivo pra comunidade ter mais pessoas em poucos projetos que cada um tocando o seu sozinho….

    Essa é minha opnião….

    Exemplo disso são os bancos de Dados Livres, MySQL e PostgreSQL, cada um com suas individualidades, poderiam gerar um terceiro produto melhor, com a velocidade do MySQL e as ferramentas e a qualidade do Postgresql…

    Gnome e KDE XFCE entre outros gerenciadores de janelas…. deveriam trabalhar para padronizar num único desktop, e a opção ficaria em balancear a qualidade do KDE, os Efeitos do Gnome e a leveza do XFCE…

    O jeito é esperar a “Computação em Nuvem” apregoada pelo Google.. onde poderemos acessar a rede apenas com um dispositivo que conecte a internet… seja um computador, um telefone, uma geladeira, um notebook, enfim qualquer coisa que acesse. Só precisa ter um bom navegador… É aqui que devem ser concentrados os esforços… ter um bom navegador, seguro, rápido e com os plugins necessários, o sistema operacional será apenas um detalhe nesse cenário do Google… tendo o navegador, qualquer dispositivo acessa a rede…pode ser Linux, Mac, Windows, Unix, BSD`s, etc…

    Mas pensando na situação atual e na realidade dos Brasileiros, acredito que ter uma boa distribuição com os pacotes atualizados e que se atualizem automaticamente e pra ajudar a todos um banco de drivers…. plugins, codecs… enfim, para que com um bom micro / notebook sejamos obrigados a usar Windows porque determinado Linux não encontra os drivers.

    Falo isso porque tenho um notebook HP 5237, e já coloquei Ubuntu, OpenSUSE, Mandriva, Slackware e não detecta o modem.. sim, ainda uso conexão discada… a Net me deixou na sibéria… e o speedy não chega onde moro.

    Fazer o que…

  50. siebel (usuário não registrado) em 11/05/2008 às 8:46 am

    Pacotes tgz não são mais pacote de instalação do que um zip ordinário qualquer..

    E o que é um RPM, senão um ‘zip’ compactado com CPIO, e um DEB, se não um ‘zip’(TAR) compactado com GZIP?

    É preciso usar pelo menos o bom-senso pra fazer um comentário, se não, vira essa parafernália de comentários inúteis como a maioria dos que estão neste post.

  51. Viva a diversidade!

    De tudo que já vi sendo discutido aqui, com relação a este tópico, parece que há uma sucessão de erros: a maneira como o postante colocou sua opinião, tão bem capitalizado pelos que não entenderam ou não quiseram entender. Continuo achando que o RH é um padrão; de suporte, de distribuição e de empacotamento. Até porque não se espera / deseja ver o usuário final manipulando um RPM. Quer dizer, esta discussão parece render muito. Mas, se você usa um DEB, porque não o converte, com o ALIEN? Onde está mesmo o problema? De qualquer modo, viva a diversidade.

    Morvan, usuário Linux Nº 433640.

  52. Tiago Aranha (usuário não registrado) em 11/05/2008 às 1:32 pm

    Também deveria haver somente um sabor de sorvete?

  53. xfx (usuário não registrado) em 11/05/2008 às 1:40 pm

    > Quanto ao comentário do cara da Oracle sobre “que empresa mesmo?” do MySQL, avisa para ele que é de uma empresinha chamada SUN, pequenininha como uma tal de Oracle.

    Na época a Sun ainda não havia comprado a MySQL.

    Parece que o pessoal aqui esquece que a Oracle é uma empresa de software proprietário que pratica preços escorchantes, que só grandes corporações podem pagar (em muitos casos com contratos em que rolaram “presentinhos”) e que Oracle Server não é um produto desktop, portanto não diz nada a maioria dos usuários.

    Traduzindo: o valor da opinião da Oracle dentro do mundo do Software Livre deveria tender a zero…

    E esses argumentos que foram apresentados contra o MySQL e Fedora são muito toscos. Seguindo o critério apresentado, então o negócio é rodar o banco em um sistema operacional proprietário, pois aí está garantida a figura do fornecedor “para levar a culpa”.

  54. Pod (usuário não registrado) em 11/05/2008 às 4:50 pm

    xfx, leia de novo. A questão não é o software ser proprietário ou não.

    O Fedora é experimental e dinâmico demais para um banco - e não tem suporte comercial (o FedoraForum é ótimo para um usuário doméstico ou até para uma pequena empresa, mas não serve no caso abordado). O MySQL tem suporte da Sun, mas não é feito para ser um software de missão crítica - ele é mais focado no desempenho e, para tanto, viola algumas propriedades esperadas de um SGBD (o que não é um defeito, que fique claro, apenas uma troca).

    Em aplicações críticas, RedHat - que é livre, tá? - seria minha escolha. Pelo suporte e pela estabilidade. Para SGBD, escolheria o PosgreSQL ou o Oracle (este para os poucos casos onde o PosgreSQL não aguenta o tranco; nada escala tão bem nem tem tantos recursos como o Oracle).

    É só uma questão de usar a ferramenta adequada. No meu computador é Fedora e PosgreSQL. Mas um banco tem requisitos diferentes dos meus.

    E a opinião da Oracle conta, sim. O software livre já deixou de ser uma brincadeira de hackers faz tempo. E isso é bom e mostra o quão bem funciona o modelo livre de desenvolvimento.

    Em tempo: não concordo com a opinião do arquiteto da Oracle. Prefiro que existam várias distribuições e ambientes de desktop e bancos de dados etc diferentes testando novas possibilidades. Mas entendo a motivação do pedido dele. No fundo, acho que ele pensa que quer uma coisa, mas quer outra: uma padronização de uma distribuição comercial; e isso ele já conseguiu: RedHat é o padrão para as aplicações de missão crítica. Para aplicações mais usuais (Skype, Picasa etc) a LSB dá conta.

    Espero ter esclarecido. Abraços.

  55. Oracle Enterprise Linux (usuário não registrado) em 12/05/2008 às 4:04 am

    Ô Troller, que comentário infeliz o seu… “Oracle é um banquinho limitado e fresco”

    Limitado?? Voce é louco ou nunca trabalhou com Oracle…

    Me diz um SGBD que faz tudo que o Oracle faz…

  56. Oracle Enterprise Linux (usuário não registrado) em 12/05/2008 às 4:10 am

    XFX, a SUN ? Aquela empresa que teve não sei quantos milhoes de dolares de prejuizo só nos 4 primeiros meses do ano….
    Sei qual é…

    E me diz uma coisa…depois que a SUN comprou a MySQL, fizeram uma mágica pro MySQL ficar melhor que o ORACLE?

    Banco de Dados é ORACLE.

  57. xfx (usuário não registrado) em 12/05/2008 às 6:34 am

    > Banco de Dados é ORACLE.

    Você tem toda a razão. Afinal a Oracle tem o que o software livre não tem: “presentinhos”, viagens, negociações “inteligentes”… É a MS das databases.

    Cara, não precisa dizer mais nada que eu já sei o que você quer.

  58. Valessio (usuário não registrado) em 12/05/2008 às 9:05 am

    nós crescemos com a diferença entre as idéias/distribuições.. e por isso crescemos tão rápido e tão forte.

    é viagem quem pensa que aprender apertar somente 1 tecla é melhor para software livre.

    isso é adestramento e não conhecimento.

    ;)

  59. devnull (usuário não registrado) em 12/05/2008 às 10:06 am

    > nós crescemos com a diferença entre as idéias/distribuições.. e por isso crescemos tão rápido e tão forte.

    Isso foi a coisa mais racional que apareceu neste tópico. O software livre continua crescendo e quebrando velhos paradigmas, como aquele de que dizia que software que ninguém pode olhar o fonte é mais seguro…

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