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	<title>Comments on: 12 novidades previstas para a próxima versão do Ubuntu</title>
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	<description>Linux levado a sério desde 1996</description>
	<lastBuildDate>Sun, 27 May 2012 04:34:30 +0000</lastBuildDate>
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		<title>By: Ubuntu 8.10 - O que vem por aí? - Guia do PC</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-17157</link>
		<dc:creator>Ubuntu 8.10 - O que vem por aí? - Guia do PC</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 21:10:35 +0000</pubDate>
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		<description>[...] BR-Linux          &#171; Mais uma do fórum: Usando e configurando o [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] BR-Linux          &laquo; Mais uma do fórum: Usando e configurando o [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Douglas Augusto</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16807</link>
		<dc:creator>Douglas Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:05:06 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 23/07/2008 às 8:54 am



&lt;blockquote&gt;Também não brigo com o CDR da Corel ou o PDF da Adobe, mesmo
precisando deles. Novamente, não acredito que ter a liberdade de usar um
software proprietário esteja impedindo alguém de usar um software
livre.&lt;/blockquote&gt;

Quando você usa o formato proprietário CDR, você ajuda a promovê-lo como
&quot;padrão&quot; de formato para conteúdos de desenhos vetoriais, ou seja, reforça a
pressão a favor dele. Como é um formato fechado, só a Corel pode efetivamente
lê-lo/escrevê-lo, portanto, o único acesso ao CDR será através dos softwares
da própria Corel (o tal &quot;lock-in&quot;).

Então suponha que você tenha um colega que seja usuário GNU/Linux e que ele
queira participar de uma competição de design gráfico ou mesmo submeter um
trabalho para pleitear uma vaga para emprego. Mas há um detalhe, o CDR é o
único formato aceito, porque ele é o mais popular. O seu colega então ou terá
que desistir do concurso ou então comprar a licença do MS Windows + Corel Draw
para fazer o trabalho. Mas lembra que foi você quem ajudou a popularizar o
formato CDR? Viu como sua ação prejudicou a liberdade do seu colega em usar a
plataforma preferida dele? Note que se em vez do CDR tivéssemos já um formato
aberto, então não só seu amigo seria beneficiado, mas *todos* os outros
participantes da competição, não importando a plataforma de trabalho. É desta
liberdade universal que o SL trata, não da &quot;liberdade&quot; pessoal de escolha.

&lt;blockquote&gt;Se a pessoa não disponibiliza a solução para minha plataforma, 
simplesmente entendo que ela não quer oferecer a mim, então não vou ficar 
lamentando. Procuro soluções equivalentes ou as possíveis.&lt;/blockquote&gt;

Muitas vezes simplesmente não existe solução equivalente ou &quot;possíveis&quot;.
Vários recursos Flash por exemplo o Gnash e afins não suportam, e aí não
podem ser chamados de alternativa. Também, jogos 3D para placas Nvidia/ATI em
plataformas não atrativas para estas empresas não vão rodar. O .DOC (e
mesmo OOXML) não são adequadamente suportados em softwares alternativos, como
o OpenOffice.org. Idem para o Corel CDR e tantos outros formatos
proprietários. 

E o curioso disso é que tudo poderia ser resolvido se houvesse consciência
global para que ao invés de &quot;cada um por si&quot; a comunidade unida pressionasse
por padrões e softwares livres. Não, mas em vez disso muitos batem palmas
porque o Ubuntu, embebido de hipocrisia (veja as incoerências que apontei
anteriormente), vai permitir que seus usuários (de algumas plataformas) possam
assistir conteúdos Flash às custas da liberdade alheia.

&lt;blockquote&gt;E repito o exemplo: não ter a liberdade de usar um hardware nem sempre é
melhor que não ter a liberadade de alterar um software.&lt;/blockquote&gt;

E também repito: não é pela liberdade pessoal (eu quero, eu posso), é pela
liberdade universal (nós queremos, nós podemos). Você talvez não queira
usufruir das quatro liberdades do SL, mas não prejudique aqueles que desejam
usufruir delas.

&lt;blockquote&gt;A empresa tem direito a oferecer o produto ao usuário que quiser e
não é anti-ética ou ruim por isso, precisando que alguém a “force” a usar a
filosofia que acredita ser a melhor pro mundo. SL é liberdade, e liberdade
está na escolha e não na falta dela.&lt;/blockquote&gt;

Software livre só coincide com a liberdade de escolha quando esta liberdade
não cerceia a liberdade alheia. É por esse motivo que a GNU GPL restringe
certas &quot;liberdades&quot; do usuário/desenvolvedor (como o fechamento do código) em
prol da liberdade universal dos usuários.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 23/07/2008 às 8:54 am</p>
<blockquote><p>Também não brigo com o CDR da Corel ou o PDF da Adobe, mesmo<br />
precisando deles. Novamente, não acredito que ter a liberdade de usar um<br />
software proprietário esteja impedindo alguém de usar um software<br />
livre.</p></blockquote>
<p>Quando você usa o formato proprietário CDR, você ajuda a promovê-lo como<br />
&#8220;padrão&#8221; de formato para conteúdos de desenhos vetoriais, ou seja, reforça a<br />
pressão a favor dele. Como é um formato fechado, só a Corel pode efetivamente<br />
lê-lo/escrevê-lo, portanto, o único acesso ao CDR será através dos softwares<br />
da própria Corel (o tal &#8220;lock-in&#8221;).</p>
<p>Então suponha que você tenha um colega que seja usuário GNU/Linux e que ele<br />
queira participar de uma competição de design gráfico ou mesmo submeter um<br />
trabalho para pleitear uma vaga para emprego. Mas há um detalhe, o CDR é o<br />
único formato aceito, porque ele é o mais popular. O seu colega então ou terá<br />
que desistir do concurso ou então comprar a licença do MS Windows + Corel Draw<br />
para fazer o trabalho. Mas lembra que foi você quem ajudou a popularizar o<br />
formato CDR? Viu como sua ação prejudicou a liberdade do seu colega em usar a<br />
plataforma preferida dele? Note que se em vez do CDR tivéssemos já um formato<br />
aberto, então não só seu amigo seria beneficiado, mas *todos* os outros<br />
participantes da competição, não importando a plataforma de trabalho. É desta<br />
liberdade universal que o SL trata, não da &#8220;liberdade&#8221; pessoal de escolha.</p>
<blockquote><p>Se a pessoa não disponibiliza a solução para minha plataforma,<br />
simplesmente entendo que ela não quer oferecer a mim, então não vou ficar<br />
lamentando. Procuro soluções equivalentes ou as possíveis.</p></blockquote>
<p>Muitas vezes simplesmente não existe solução equivalente ou &#8220;possíveis&#8221;.<br />
Vários recursos Flash por exemplo o Gnash e afins não suportam, e aí não<br />
podem ser chamados de alternativa. Também, jogos 3D para placas Nvidia/ATI em<br />
plataformas não atrativas para estas empresas não vão rodar. O .DOC (e<br />
mesmo OOXML) não são adequadamente suportados em softwares alternativos, como<br />
o OpenOffice.org. Idem para o Corel CDR e tantos outros formatos<br />
proprietários. </p>
<p>E o curioso disso é que tudo poderia ser resolvido se houvesse consciência<br />
global para que ao invés de &#8220;cada um por si&#8221; a comunidade unida pressionasse<br />
por padrões e softwares livres. Não, mas em vez disso muitos batem palmas<br />
porque o Ubuntu, embebido de hipocrisia (veja as incoerências que apontei<br />
anteriormente), vai permitir que seus usuários (de algumas plataformas) possam<br />
assistir conteúdos Flash às custas da liberdade alheia.</p>
<blockquote><p>E repito o exemplo: não ter a liberdade de usar um hardware nem sempre é<br />
melhor que não ter a liberadade de alterar um software.</p></blockquote>
<p>E também repito: não é pela liberdade pessoal (eu quero, eu posso), é pela<br />
liberdade universal (nós queremos, nós podemos). Você talvez não queira<br />
usufruir das quatro liberdades do SL, mas não prejudique aqueles que desejam<br />
usufruir delas.</p>
<blockquote><p>A empresa tem direito a oferecer o produto ao usuário que quiser e<br />
não é anti-ética ou ruim por isso, precisando que alguém a “force” a usar a<br />
filosofia que acredita ser a melhor pro mundo. SL é liberdade, e liberdade<br />
está na escolha e não na falta dela.</p></blockquote>
<p>Software livre só coincide com a liberdade de escolha quando esta liberdade<br />
não cerceia a liberdade alheia. É por esse motivo que a GNU GPL restringe<br />
certas &#8220;liberdades&#8221; do usuário/desenvolvedor (como o fechamento do código) em<br />
prol da liberdade universal dos usuários.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: bebeto_maya</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16743</link>
		<dc:creator>bebeto_maya</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:59:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16743</guid>
		<description>Os formatos proprietários podem ser bons, na medida em que não hajam equivalentes abertos. Não existe um único bom equivalente ao .wmv ou .mov, ou ainda, ao .swf. O Ogg e o mpg são interessantes, mas para  web não superam os primeiros. 

Estamos falando em liberdade, porém esse conceito está sendo esvaziado em nome da relativização social e da necessidade de se &quot;impor&quot; um conceito meramente pessoal de liberdade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os formatos proprietários podem ser bons, na medida em que não hajam equivalentes abertos. Não existe um único bom equivalente ao .wmv ou .mov, ou ainda, ao .swf. O Ogg e o mpg são interessantes, mas para  web não superam os primeiros. </p>
<p>Estamos falando em liberdade, porém esse conceito está sendo esvaziado em nome da relativização social e da necessidade de se &#8220;impor&#8221; um conceito meramente pessoal de liberdade.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Marcos Alexandre</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16742</link>
		<dc:creator>Marcos Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 11:54:44 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Curioso é que ser contra o OOXML é unanimidade, mas quanto ao formato declaradamente proprietário Adobe Flash pode-se fazer exceções–será que é porque a Adobe fez a gentileza de conceder uma versão (ainda que cheio de bugs) para certos Linux?&quot;

Também não brigo com o CDR da Corel ou o PDF da Adobe, mesmo precisando deles. Novamente, não acredito que ter a liberdade de usar um software proprietário esteja impedindo alguém de usar um software livre. Se a pessoa não disponibiliza a solução para minha plataforma, simplesmente entendo que ela não quer oferecer a mim, então não vou ficar lamentando. Procuro soluções equivalentes ou as possíveis.
E repito o exemplo: não ter a liberdade de usar um hardware nem sempre é melhor que não ter a liberadade de alterar um software. A empresa tem direito a oferecer o produto ao usuário que quiser e não é anti-ética ou ruim por isso, precisando que alguém a &quot;force&quot;  a usar a filosofia que acredita ser a melhor pro mundo. SL é liberdade, e liberdade está na escolha e não na falta dela.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Curioso é que ser contra o OOXML é unanimidade, mas quanto ao formato declaradamente proprietário Adobe Flash pode-se fazer exceções–será que é porque a Adobe fez a gentileza de conceder uma versão (ainda que cheio de bugs) para certos Linux?&#8221;</p>
<p>Também não brigo com o CDR da Corel ou o PDF da Adobe, mesmo precisando deles. Novamente, não acredito que ter a liberdade de usar um software proprietário esteja impedindo alguém de usar um software livre. Se a pessoa não disponibiliza a solução para minha plataforma, simplesmente entendo que ela não quer oferecer a mim, então não vou ficar lamentando. Procuro soluções equivalentes ou as possíveis.<br />
E repito o exemplo: não ter a liberdade de usar um hardware nem sempre é melhor que não ter a liberadade de alterar um software. A empresa tem direito a oferecer o produto ao usuário que quiser e não é anti-ética ou ruim por isso, precisando que alguém a &#8220;force&#8221;  a usar a filosofia que acredita ser a melhor pro mundo. SL é liberdade, e liberdade está na escolha e não na falta dela.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Douglas Augusto</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16737</link>
		<dc:creator>Douglas Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 05:33:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16737</guid>
		<description>edempoa (usuário não registrado) em 22/07/2008 às 10:53 pm

&lt;blockquote&gt;Que golpe baixo, levar a discussão para o aspecto moral e encerrar o assunto assim que você pôde concluir que é moralmente superior.&lt;/blockquote&gt;

Software Livre está intimamente ligado a aspectos éticos e morais. Minha discussão desde o início foi focada nesses pontos; não me interessa aqui abordar diferenças e vantagens técnicas do modelo de desenvolvimento baseado em SL, isto é tarefa do Open Source.

&lt;blockquote&gt;No nosso caso, o mundo real possui formatos proprietários, e pessoas que condicionam o uso de determinado SO a possibilidade de poderem acessar estes formatos, mais uma vez, independentemente do quanto esta pessoas gostam disso ou não.

Há diversos exemplos de que os SL’s que tornam-se mais populares são aqueles que tentam atender a demanda destas pessoas deste mundo real. O OO, muito antes do ODF, se popularizou como a alternativa para quem precisava abrir arquivos .doc mesmo.&lt;/blockquote&gt;

Não entendi, o que você quis dizer? Que o formato proprietário é bom porque ele na verdade tornaria popular as alternativas livres?!?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>edempoa (usuário não registrado) em 22/07/2008 às 10:53 pm</p>
<blockquote><p>Que golpe baixo, levar a discussão para o aspecto moral e encerrar o assunto assim que você pôde concluir que é moralmente superior.</p></blockquote>
<p>Software Livre está intimamente ligado a aspectos éticos e morais. Minha discussão desde o início foi focada nesses pontos; não me interessa aqui abordar diferenças e vantagens técnicas do modelo de desenvolvimento baseado em SL, isto é tarefa do Open Source.</p>
<blockquote><p>No nosso caso, o mundo real possui formatos proprietários, e pessoas que condicionam o uso de determinado SO a possibilidade de poderem acessar estes formatos, mais uma vez, independentemente do quanto esta pessoas gostam disso ou não.</p>
<p>Há diversos exemplos de que os SL’s que tornam-se mais populares são aqueles que tentam atender a demanda destas pessoas deste mundo real. O OO, muito antes do ODF, se popularizou como a alternativa para quem precisava abrir arquivos .doc mesmo.</p></blockquote>
<p>Não entendi, o que você quis dizer? Que o formato proprietário é bom porque ele na verdade tornaria popular as alternativas livres?!?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: edempoa</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16724</link>
		<dc:creator>edempoa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:53:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16724</guid>
		<description>&lt;blockquote&gt;Seu pensamento é uma apologia ao egoísmo; simplesmente isso.&lt;/blockquote&gt;

Que golpe baixo, levar a discussão para o aspecto moral e encerrar o assunto assim que você pôde concluir que é moralmente superior.

Não sei quem você é e o que faz, mas devo lhe contar que existe um mundo real no qual você vive e no qual de uma forma ou outra terá de se adaptar em algum aspecto, &lt;b&gt;a despeito&lt;/b&gt; do quanto você gosta dele ou não.

No nosso caso, o mundo real possui formatos proprietários, e pessoas que condicionam o uso de determinado SO a possibilidade de poderem acessar estes formatos, mais uma vez, &lt;b&gt;independentemente&lt;/b&gt; do quanto esta pessoas gostam disso ou não.

Há diversos exemplos de que os SL&#039;s que tornam-se mais populares são aqueles que tentam atender a demanda destas pessoas deste mundo real. O OO, muito antes do ODF, se popularizou como a alternativa para quem precisava abrir arquivos .doc mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Seu pensamento é uma apologia ao egoísmo; simplesmente isso.</p></blockquote>
<p>Que golpe baixo, levar a discussão para o aspecto moral e encerrar o assunto assim que você pôde concluir que é moralmente superior.</p>
<p>Não sei quem você é e o que faz, mas devo lhe contar que existe um mundo real no qual você vive e no qual de uma forma ou outra terá de se adaptar em algum aspecto, <b>a despeito</b> do quanto você gosta dele ou não.</p>
<p>No nosso caso, o mundo real possui formatos proprietários, e pessoas que condicionam o uso de determinado SO a possibilidade de poderem acessar estes formatos, mais uma vez, <b>independentemente</b> do quanto esta pessoas gostam disso ou não.</p>
<p>Há diversos exemplos de que os SL&#8217;s que tornam-se mais populares são aqueles que tentam atender a demanda destas pessoas deste mundo real. O OO, muito antes do ODF, se popularizou como a alternativa para quem precisava abrir arquivos .doc mesmo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Douglas Augusto</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16716</link>
		<dc:creator>Douglas Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 01:06:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16716</guid>
		<description>Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 22/07/2008 às 4:57 pm

&lt;blockquote&gt;Fere? O fato de eu preferir usar um software proprietário e ter a liberdade de aproveitar os outros recursos não obriga ele a fazer a mesma escolha. Ele pode muito bem continuar usando o gnash ou qualquer outra ferramenta livre.&lt;/blockquote&gt;

Naturalmente você não vai obrigá-lo a fazer a mesma escolha porque provavelmente ele nem mesmo terá escolha. O Adobe Flash, por exemplo, está disponível apenas em umas poucas plataformas. É o mesmo caso do MS Internet Explorer: com usuários e desenvolvedores web adotando o IE, todos os usuários das outras plataformas são prejudicados; eles não têm escolha (a não ser, obviamente, migrarem para o Windows). Idem para os formatos proprietários de documento ou mesmo o OOXML: quanto mais estes formatos forem promovidos, mais difícil torna-se para todos aqueles que estão de fora. Curioso é que ser contra o OOXML é unanimidade, mas quanto ao formato declaradamente proprietário Adobe Flash pode-se fazer exceções--será que é porque a Adobe fez a gentileza de conceder uma versão (ainda que cheio de bugs) para certos &quot;Linux&quot;? E os usuários de outras plataformas, como ficam?

E, por favor, Gnash e afins não são reais alternativas. Muito mal conseguem ser compatíveis com versões antigas do formato Flash; a culpa não é dos desenvolvedores, mas sim do formato fechado.

&lt;blockquote&gt;Afirmar que minha escolha está prejudicando ele seria a mesma coisa que eu afirmar que a escolha dele está em prejudicando usar a minha placa ATI que não funciona direito no Linux, ou qualquer outro hardware ou software.&lt;/blockquote&gt;

A escolha errada foi sua em colaborar com o sucesso de um hardware que cerceia o consumidor¹. Assim como se você consumir produtos oriundos de trabalho infantil você estará reforçando este modelo de negócio.

&lt;blockquote&gt;Não vejo os usuários de Windows como culpados de não existirem drivers ou softwares pra Linux. Eles simplesmente fizeram uma escolha, e por ser maioria, nós temos de correr atrás até que consigamos atrair outros usuários e gerar demanda pras empresas portarem suas soluções.&lt;/blockquote&gt;

Culpados são, agora quantos o fizeram conscientemente é outra questão. Quando você diz &quot;temos que correr atrás&quot; você está simplesmente dizendo &quot;cada um por si, cada um que resolva seu problema&quot;; ora, isso nada mais é do que agir egoisticamente: o que importa é apenas a *própria* plataforma, não as plataformas dos colegas ou, mesmo, não importa se um usuário tem necessidades especiais e precisa de um software adaptado.

&quot;Correr atrás&quot; nada mais é que um imediatismo, no máximo uma solução a curto prazo para um problema pessoal. Não é esta bandeira que o SL carrega. Você discorda de que seria muito melhor se a filosofia da liberdade de software fosse difundida a tal ponto que poderíamos criar pressão suficiente para &quot;forçar&quot; os fabricantes a agirem com ética com os consumidores/usuários? Por exemplo, não é bacana que o ODF seja um padrão consolidado em vez de um formato proprietário? O que você acharia daqueles que promovem, por exemplo, o .DOC da Microsoft? Egoístas, não?!? Pois é.

1. A ATI, no entanto, parece ter feito progressos liberando especificações de certas placas de vídeo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 22/07/2008 às 4:57 pm</p>
<blockquote><p>Fere? O fato de eu preferir usar um software proprietário e ter a liberdade de aproveitar os outros recursos não obriga ele a fazer a mesma escolha. Ele pode muito bem continuar usando o gnash ou qualquer outra ferramenta livre.</p></blockquote>
<p>Naturalmente você não vai obrigá-lo a fazer a mesma escolha porque provavelmente ele nem mesmo terá escolha. O Adobe Flash, por exemplo, está disponível apenas em umas poucas plataformas. É o mesmo caso do MS Internet Explorer: com usuários e desenvolvedores web adotando o IE, todos os usuários das outras plataformas são prejudicados; eles não têm escolha (a não ser, obviamente, migrarem para o Windows). Idem para os formatos proprietários de documento ou mesmo o OOXML: quanto mais estes formatos forem promovidos, mais difícil torna-se para todos aqueles que estão de fora. Curioso é que ser contra o OOXML é unanimidade, mas quanto ao formato declaradamente proprietário Adobe Flash pode-se fazer exceções&#8211;será que é porque a Adobe fez a gentileza de conceder uma versão (ainda que cheio de bugs) para certos &#8220;Linux&#8221;? E os usuários de outras plataformas, como ficam?</p>
<p>E, por favor, Gnash e afins não são reais alternativas. Muito mal conseguem ser compatíveis com versões antigas do formato Flash; a culpa não é dos desenvolvedores, mas sim do formato fechado.</p>
<blockquote><p>Afirmar que minha escolha está prejudicando ele seria a mesma coisa que eu afirmar que a escolha dele está em prejudicando usar a minha placa ATI que não funciona direito no Linux, ou qualquer outro hardware ou software.</p></blockquote>
<p>A escolha errada foi sua em colaborar com o sucesso de um hardware que cerceia o consumidor¹. Assim como se você consumir produtos oriundos de trabalho infantil você estará reforçando este modelo de negócio.</p>
<blockquote><p>Não vejo os usuários de Windows como culpados de não existirem drivers ou softwares pra Linux. Eles simplesmente fizeram uma escolha, e por ser maioria, nós temos de correr atrás até que consigamos atrair outros usuários e gerar demanda pras empresas portarem suas soluções.</p></blockquote>
<p>Culpados são, agora quantos o fizeram conscientemente é outra questão. Quando você diz &#8220;temos que correr atrás&#8221; você está simplesmente dizendo &#8220;cada um por si, cada um que resolva seu problema&#8221;; ora, isso nada mais é do que agir egoisticamente: o que importa é apenas a *própria* plataforma, não as plataformas dos colegas ou, mesmo, não importa se um usuário tem necessidades especiais e precisa de um software adaptado.</p>
<p>&#8220;Correr atrás&#8221; nada mais é que um imediatismo, no máximo uma solução a curto prazo para um problema pessoal. Não é esta bandeira que o SL carrega. Você discorda de que seria muito melhor se a filosofia da liberdade de software fosse difundida a tal ponto que poderíamos criar pressão suficiente para &#8220;forçar&#8221; os fabricantes a agirem com ética com os consumidores/usuários? Por exemplo, não é bacana que o ODF seja um padrão consolidado em vez de um formato proprietário? O que você acharia daqueles que promovem, por exemplo, o .DOC da Microsoft? Egoístas, não?!? Pois é.</p>
<p>1. A ATI, no entanto, parece ter feito progressos liberando especificações de certas placas de vídeo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Marcos Alexandre</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16703</link>
		<dc:creator>Marcos Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 19:57:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16703</guid>
		<description>&quot;Veja, a sua “liberdade” em acessar todos os sites repletos de conteúdo Flash fere a liberdade de um terceiro em acessar a mesma classe de conteúdos; fere a liberdade dele em poder estudar o plugin, modificá-lo e muitas vezes em distribuí-lo legalmente. Por quê? Simples, você está–conscientemente ou não–adotando e promovendo uma categoria de software/formato onde quem exclusivamente decide aqueles que (e como) terão acesso é o fabricante.&quot;

Fere? O fato de eu preferir usar um software proprietário e ter a liberdade de aproveitar os outros recursos não obriga ele a fazer a mesma escolha. Ele pode muito bem continuar usando o gnash ou qualquer outra ferramenta livre. 
Afirmar que minha escolha está prejudicando ele seria a mesma coisa que eu afirmar que a escolha dele está em prejudicando usar a minha placa ATI que não funciona direito no Linux, ou qualquer outro hardware ou software.

Não vejo os usuários de Windows como culpados de não existirem drivers ou softwares pra Linux. Eles simplesmente fizeram uma escolha, e por ser maioria, nós temos de correr atrás até que consigamos atrair outros usuários e gerar demanda pras empresas portarem suas soluções.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Veja, a sua “liberdade” em acessar todos os sites repletos de conteúdo Flash fere a liberdade de um terceiro em acessar a mesma classe de conteúdos; fere a liberdade dele em poder estudar o plugin, modificá-lo e muitas vezes em distribuí-lo legalmente. Por quê? Simples, você está–conscientemente ou não–adotando e promovendo uma categoria de software/formato onde quem exclusivamente decide aqueles que (e como) terão acesso é o fabricante.&#8221;</p>
<p>Fere? O fato de eu preferir usar um software proprietário e ter a liberdade de aproveitar os outros recursos não obriga ele a fazer a mesma escolha. Ele pode muito bem continuar usando o gnash ou qualquer outra ferramenta livre.<br />
Afirmar que minha escolha está prejudicando ele seria a mesma coisa que eu afirmar que a escolha dele está em prejudicando usar a minha placa ATI que não funciona direito no Linux, ou qualquer outro hardware ou software.</p>
<p>Não vejo os usuários de Windows como culpados de não existirem drivers ou softwares pra Linux. Eles simplesmente fizeram uma escolha, e por ser maioria, nós temos de correr atrás até que consigamos atrair outros usuários e gerar demanda pras empresas portarem suas soluções.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Douglas Augusto</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16699</link>
		<dc:creator>Douglas Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 19:45:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16699</guid>
		<description>João Marcus (usuário não registrado) em 22/07/2008 às 8:54 am

&lt;blockquote&gt;Claro, o usuário que, ao usar o Fedora e ver que não tem plugin pra Flash, ele pensa: “Oh, malvadona Adobe e seu padrão proprietário e fechado!”. Não, ele não pensa: “cacete, eu só quero ver os vídeos no YouTube, não quero saber se vocês acham ruim!”. E dou razão para ele. Dane-se esse idealismo bobo. Se não gostar, remova o plugin e viva sem ele. Pronto.&lt;/blockquote&gt;

Troque algumas poucas palavras e sua frase pode ser reescrita para justificar, por exemplo, porque alguém deveria comprar um produto mais barato em vez de um outro, mesmo este sendo fabricado a um altíssimo custo para o meio ambiente ou, pior, sendo fabricado às custas da mão-de-obra barata de crianças pobres e famintas.

Seu pensamento é uma apologia ao egoísmo; simplesmente isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Marcus (usuário não registrado) em 22/07/2008 às 8:54 am</p>
<blockquote><p>Claro, o usuário que, ao usar o Fedora e ver que não tem plugin pra Flash, ele pensa: “Oh, malvadona Adobe e seu padrão proprietário e fechado!”. Não, ele não pensa: “cacete, eu só quero ver os vídeos no YouTube, não quero saber se vocês acham ruim!”. E dou razão para ele. Dane-se esse idealismo bobo. Se não gostar, remova o plugin e viva sem ele. Pronto.</p></blockquote>
<p>Troque algumas poucas palavras e sua frase pode ser reescrita para justificar, por exemplo, porque alguém deveria comprar um produto mais barato em vez de um outro, mesmo este sendo fabricado a um altíssimo custo para o meio ambiente ou, pior, sendo fabricado às custas da mão-de-obra barata de crianças pobres e famintas.</p>
<p>Seu pensamento é uma apologia ao egoísmo; simplesmente isso.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Douglas Augusto</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16698</link>
		<dc:creator>Douglas Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 19:38:51 +0000</pubDate>
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		<description>tiaggs em 21/07/2008 às 10:13 pm

&lt;blockquote&gt;No momento estou usando aqui o flash player no Ubuntu na arquitetura AMD64.&lt;/blockquote&gt;

Aposto que não está rodando o Adobe Flash em 64-bits (x86-64), a menos que esteja usando o Gnash ou outras alternativas do gênero. O seu Flash continua executando instruções 32 bits, que por acaso sua máquina é compatível.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>tiaggs em 21/07/2008 às 10:13 pm</p>
<blockquote><p>No momento estou usando aqui o flash player no Ubuntu na arquitetura AMD64.</p></blockquote>
<p>Aposto que não está rodando o Adobe Flash em 64-bits (x86-64), a menos que esteja usando o Gnash ou outras alternativas do gênero. O seu Flash continua executando instruções 32 bits, que por acaso sua máquina é compatível.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Douglas Augusto</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16697</link>
		<dc:creator>Douglas Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 19:27:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16697</guid>
		<description>Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 21/07/2008 às 9:51 pm

&lt;blockquote&gt;Sinceramente, não vejo mal em incluir softwares não livres na distro quando não há opção, desde que seja claro que o software não é livre (como faz o Ubuntu).
Prefiro ter a liberdade de acessar o site que quiser e usar todos os recursos da minha placa de vídeo a ter a liberdade de alterar um código (que sei que não vou) e não poder usar um hardware que paguei por ele.&lt;/blockquote&gt;

Um dos grandes problemas &quot;do&quot; Software Livre é que poucas pessoas compreendem seu significado. SL não é questão de liberdade de escolha, mas é sobretudo a promoção da liberdade--em executar, estudar, distribuir e modificar o software--universal e duradoura.

Veja, a sua &quot;liberdade&quot; em acessar todos os sites repletos de conteúdo Flash fere a liberdade de um terceiro em acessar a mesma classe de conteúdos; fere a liberdade dele em poder estudar o plugin, modificá-lo e muitas vezes em distribuí-lo legalmente. Por quê? Simples, você está--conscientemente ou não--adotando e promovendo uma categoria de software/formato onde quem exclusivamente decide aqueles que (e como) terão acesso é o fabricante.

As coisas tornam-se muito piores quando o ambiente é caracterizado por aplicações que em tese são de acesso público, como a WWW. Algo semelhante a essa discussão, que embora atualmente seja isolado, são aqueles sites que funcionariam apenas com o navegador proprietário da Microsoft; aí você teria duas escolhas, ou partir para o Windows ou, possivelmente, Mac OS, as duas plataformas onde o IE estava disponível. E os usuários GNU/Linux, como ficavam? Certamente muito desapontados por não terem acesso a muitos sites da internet, inclusive sites críticos como os governamentais ou de outras instituições. Aposto que nesta época você, considerando que já era usuário GNU/Linux, sentia os dessabores desta &quot;liberdade&quot; dos usuários Microsoft em poder acessar a internet como bem entendiam. Eles estavam simplesmente promovendo o software e seu dialeto proprietário em interpretar os sites. Hoje você está simplesmente fazendo a mesma coisa; não é Microsoft, é a Adobe, mas não importa, para aqueles infortunados não contemplados não faz a mínima diferença.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos Alexandre (usuário não registrado) em 21/07/2008 às 9:51 pm</p>
<blockquote><p>Sinceramente, não vejo mal em incluir softwares não livres na distro quando não há opção, desde que seja claro que o software não é livre (como faz o Ubuntu).<br />
Prefiro ter a liberdade de acessar o site que quiser e usar todos os recursos da minha placa de vídeo a ter a liberdade de alterar um código (que sei que não vou) e não poder usar um hardware que paguei por ele.</p></blockquote>
<p>Um dos grandes problemas &#8220;do&#8221; Software Livre é que poucas pessoas compreendem seu significado. SL não é questão de liberdade de escolha, mas é sobretudo a promoção da liberdade&#8211;em executar, estudar, distribuir e modificar o software&#8211;universal e duradoura.</p>
<p>Veja, a sua &#8220;liberdade&#8221; em acessar todos os sites repletos de conteúdo Flash fere a liberdade de um terceiro em acessar a mesma classe de conteúdos; fere a liberdade dele em poder estudar o plugin, modificá-lo e muitas vezes em distribuí-lo legalmente. Por quê? Simples, você está&#8211;conscientemente ou não&#8211;adotando e promovendo uma categoria de software/formato onde quem exclusivamente decide aqueles que (e como) terão acesso é o fabricante.</p>
<p>As coisas tornam-se muito piores quando o ambiente é caracterizado por aplicações que em tese são de acesso público, como a WWW. Algo semelhante a essa discussão, que embora atualmente seja isolado, são aqueles sites que funcionariam apenas com o navegador proprietário da Microsoft; aí você teria duas escolhas, ou partir para o Windows ou, possivelmente, Mac OS, as duas plataformas onde o IE estava disponível. E os usuários GNU/Linux, como ficavam? Certamente muito desapontados por não terem acesso a muitos sites da internet, inclusive sites críticos como os governamentais ou de outras instituições. Aposto que nesta época você, considerando que já era usuário GNU/Linux, sentia os dessabores desta &#8220;liberdade&#8221; dos usuários Microsoft em poder acessar a internet como bem entendiam. Eles estavam simplesmente promovendo o software e seu dialeto proprietário em interpretar os sites. Hoje você está simplesmente fazendo a mesma coisa; não é Microsoft, é a Adobe, mas não importa, para aqueles infortunados não contemplados não faz a mínima diferença.</p>
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	<item>
		<title>By: terrinha_---clone</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-2/#comment-16668</link>
		<dc:creator>terrinha_---clone</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 15:04:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16668</guid>
		<description>foobob voce esta defecando pela boca, primeiro o Shuttleworth recusou um acordo que a Microsoft queria fazer igual aquele que fez com a Novell, segundo desde quando é pecado ganhar dinheiro com SL.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>foobob voce esta defecando pela boca, primeiro o Shuttleworth recusou um acordo que a Microsoft queria fazer igual aquele que fez com a Novell, segundo desde quando é pecado ganhar dinheiro com SL.</p>
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	<item>
		<title>By: foobob</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-1/#comment-16657</link>
		<dc:creator>foobob</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 14:06:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16657</guid>
		<description>É, Douglas.  O Shuttleworth finalmente tá mostrando as garras.  Acho que tá polindo o Ubuntu para torná-lo atrativo para a Microsoft e assim, ganhar mais uns trocados.  Eu diria que encontrou um sólido modelo comercial para ganhar dinheiro com software livre:  adicione um tempero proprietário e espere uma grande comprar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É, Douglas.  O Shuttleworth finalmente tá mostrando as garras.  Acho que tá polindo o Ubuntu para torná-lo atrativo para a Microsoft e assim, ganhar mais uns trocados.  Eu diria que encontrou um sólido modelo comercial para ganhar dinheiro com software livre:  adicione um tempero proprietário e espere uma grande comprar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: João Marcus</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-1/#comment-16642</link>
		<dc:creator>João Marcus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 11:54:44 +0000</pubDate>
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		<description>Claro, o usuário que, ao usar o Fedora e ver que não tem plugin pra Flash, ele pensa: &quot;Oh, malvadona Adobe e seu padrão proprietário e fechado!&quot;. Não, ele não pensa: &quot;cacete, eu só quero ver os vídeos no YouTube, não quero saber se vocês acham ruim!&quot;. E dou razão para ele. Dane-se esse idealismo bobo. Se não gostar, remova o plugin e viva sem ele. Pronto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claro, o usuário que, ao usar o Fedora e ver que não tem plugin pra Flash, ele pensa: &#8220;Oh, malvadona Adobe e seu padrão proprietário e fechado!&#8221;. Não, ele não pensa: &#8220;cacete, eu só quero ver os vídeos no YouTube, não quero saber se vocês acham ruim!&#8221;. E dou razão para ele. Dane-se esse idealismo bobo. Se não gostar, remova o plugin e viva sem ele. Pronto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: tiaggs</title>
		<link>http://br-linux.org/2008/12-novidades-previstas-para-a-proxima-versao-do-ubuntu/comment-page-1/#comment-16621</link>
		<dc:creator>tiaggs</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 01:13:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://br-linux.org/?p=2469#comment-16621</guid>
		<description>Acho que entenderam mal, na verdade vai ser uma ferramenta que te ajuda escolher e istalar melhor entre flash player, gnash ou swfdec.

&lt;blockquote cite=&quot;&quot;&gt;Douglas Augusto..........
3) não poderá usar uma arquitetura além da x86, porque não interessa ao fabricante suportar outras arquiteturas&lt;/blockquote&gt;


No momento estou usando aqui o flash player no Ubuntu na arquitetura AMD64.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que entenderam mal, na verdade vai ser uma ferramenta que te ajuda escolher e istalar melhor entre flash player, gnash ou swfdec.</p>
<blockquote cite=""><p>Douglas Augusto&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
3) não poderá usar uma arquitetura além da x86, porque não interessa ao fabricante suportar outras arquiteturas</p></blockquote>
<p>No momento estou usando aqui o flash player no Ubuntu na arquitetura AMD64.</p>
]]></content:encoded>
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